17/06/2026
✨ O que a Mercedes F1 e a Disney têm em comum?
Você pode achar que o ambiente de altíssima pressão da Fórmula 1 e o mundo lúdico da Disney não têm nada a ver. Mas os bastidores de duas maiores referências de excelência do mundo compartilham o mesmíssimo segredo de liderança.
Recentemente, Toto Wolff (o chefe da equipe Mercedes de F1) revelou sua regra de ouro para o sucesso de longo prazo:
“Na Mercedes, nós culpamos o processo, não a pessoa.”
Quando questionado sobre o que fazer se alguém não estiver entregando o esperado, a resposta dele foi cirúrgica: se o profissional não vai bem, por que não temos um processo para torná-lo melhor? Se você simplesmente demite a pessoa, onde está o aprendizado?
🏰 Como isso se amolda ao Método Disney?
Se você estuda a cultura da Disney, essa filosofia faz total sentido. Walt Disney já dizia que são as pessoas que tornam o sonho realidade. Só que, para as pessoas brilharem, o sistema precisa funcionar.
Na Disney, quando um funcionário erra no atendimento, a liderança evita buscar um bode expiatório. As perguntas passam a ser:
- O treinamento foi adequado?
- O processo realmente dá o suporte necessário para resolver o problema do cliente?
Afinal, a punição individual apenas esconde o erro, deixando a falha estrutural intacta e pronta para se repetir com o próximo funcionário.
A excelência — seja para ganhar uma corrida por milésimos de segundo ou para encantar milhares de clientes todos os dias — nasce de processos robustos que blindam as pessoas do erro e dão a elas as ferramentas para serem extraordinárias.
Da próxima vez que algo der errado na sua empresa ou escritório, mude a pergunta. Em vez de “Quem foi?”, pergunte-se: “Qual processo falhou?”.
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