12/03/2026
Nesta crônica, publicada hoje (12/03/2026) no jornal O Regional de Catanduva, eu narro um fato curioso que ocorreu no início de minha advocacia.
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Essa situação me ensinou muito sobre a humildade e o respeito entre advogados, pela tese alheia, e por todos que participam do processo.
E aprendi também que nunca existe certeza no processo, pois as provas e o entendimento dos juízes sempre são incertos e, às vezes, inesperados.
Por isso, repito a última frase da crônica, E QUERO SABER NOS COMENTÁRIOS O QUE VOCÊS ACHARAM: "Fui eu que ganhei a ação com meu trabalho, meu esforço e meus estudos, ou foi ela que perdeu com sua soberba e suas certezas?"