24/08/2026
Uma decisão provisória não é uma condenação.
E essa diferença importa bastante neste caso.
A discussão ainda precisa responder a uma questão central: até onde vai a diferença aceitável entre o desempenho obtido em um teste padronizado e aquilo que o consumidor encontra no uso cotidiano?
Trânsito, relevo, temperatura e forma de condução naturalmente alteram o consumo.
Mas quando existe uma referência oficial respaldando a informação divulgada, a distância entre expectativa e realidade passa a merecer uma análise mais cuidadosa.
Por enquanto, a Justiça não disse quem está certo.
E talvez seja justamente isso que torne o caso tão interessante.
Para você, uma diferença desse tamanho ainda cabe nas condições de uso ou já coloca a publicidade em dúvida?