26/11/2025
“‘E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam ouvir a música.’
Começo por esses versos atribuídos a Nietzsche porque cada um de nós chegou até aqui ouvindo uma música interna, feita de batalhas silenciosas, quedas, recomeços, resistências e resiliências.
Mudar de cidade ou de estado; cruzar o país; sentir saudade; fazer novos amigos e amores; tornar-se mãe; conciliar maternidade, trabalho, saúde; lutar pela própria vida ou pela de quem amamos; enfrentar o luto.
Hoje, dedico esta conquista ao meu irmão Fábio Máio, que pode estar aqui presente, e ao José Eduardo Iop, que vibra lá de cima por ti, Bruno.
Essas e tantas outras batalhas se encontraram aqui, enquanto dançávamos juntos a melodia do Mestrado.
Entre lágrimas e risadas, leituras, prazos, artigos, seminários, qualificação, dissertação e banca, compartilhamos angústias e vitórias, aprendemos, nos apoiamos e criamos algo que só nós entendemos: a Turma do Capymestrado.
Somos, cada um, uma história inteira. E, juntos, somos mais. Somos a turma que sabe que ninguém vence sozinho.
Por isso, celebramos também nossos orientadores e professores, que nos guiaram com rigor e generosidade.
E celebramos aquele sem quem nada funcionaria: o Cristiano.
Somos mais do que vencedores.
Vencemos o interno e o externo, o visível e o invisível.
Vencemos o mundo acadêmico. E, vencemos a nós mesmos.
Por isso, hoje brindamos não apenas ao título conquistado, mas ao que nos tornamos ao conquistá-lo.
Que sigamos dançando.
Obrigada.”