Dreveck Pereira Advogados - Cooperativas de Crédito

Dreveck Pereira Advogados - Cooperativas de Crédito OAB/SC 3204

Maio foi um mês marcado por muito trabalho, aprendizado e conquistas importantes!!🚀
03/06/2026

Maio foi um mês marcado por muito trabalho, aprendizado e conquistas importantes!!🚀

Durante muito tempo, a análise de crédito no agro esteve concentrada no contrato, na garantia e na capacidade financeira...
03/06/2026

Durante muito tempo, a análise de crédito no agro esteve concentrada no contrato, na garantia e na capacidade financeira do produtor.

Hoje isso não é mais suficiente.

A experiência recente mostrou que a validade formal de uma CPR ou de uma garantia não assegura, por si só, a recuperação do crédito.

O lastro precisa existir.

E, mais do que isso, precisa ser acompanhado.

Quem não monitora a operação no campo corre o risco de descobrir tarde demais que o grão já foi vendido, desviado, comprometido com outros credores ou simplesmente não existe na proporção esperada.

No cenário atual, acompanhar plantio, colheita, armazenagem, transporte e entrega deixou de ser uma atividade acessória.

Passou a ser uma ferramenta de proteção do crédito.

A diferença entre um crédito recuperado e um prejuízo relevante muitas vezes está na capacidade de enxergar o que acontece além do contrato.

Porque garantia sem controle físico pode se transformar em mera expectativa.

E expectativa não recupera crédito.

Sua instituição acompanha apenas os documentos da operação ou também acompanha a realidade da safra?

Recuperar crédito no agro será cada vez menos uma discussão sobre cobrança e cada vez mais uma discussão sobre prioridad...
26/05/2026

Recuperar crédito no agro será cada vez menos uma discussão sobre cobrança e cada vez mais uma discussão sobre prioridade, patrimônio e tempo.

O cenário mudou.

Durante anos, muitas operações foram construídas sob uma lógica de expansão contínua: crédito abundante, valorização de ativos e uma safra sustentando a outra.

Quando a margem aperta, a dinâmica muda.

Em muitos casos, a discussão deixa de ser:

“quem vai pagar?”

e passa a ser:

“quem recebe primeiro?”

CPRs, registros, garantias, cessões, trava de recebíveis, arrestos e timing processual passam a ter papel decisivo.

E existe um fator adicional que vem ganhando relevância:

Tempo.

Em determinados cenários, ganhar tempo passou a ter valor econômico próprio.

Por isso, recuperar crédito hoje depende menos de simplesmente cobrar e muito mais de:

• investigar
• estruturar
• monitorar
• agir rapidamente

No agro, muitas vezes a disputa já não ocorre apenas entre devedor e credor.

Ela acontece entre credores disputando a mesma estrutura patrimonial.

Sua instituição está preparada para recuperar crédito ou apenas para cobrar crédito?

O Provimento nº 216 do CNJ trouxe novas diretrizes para o processamento das recuperações judiciais, especialmente envolv...
19/05/2026

O Provimento nº 216 do CNJ trouxe novas diretrizes para o processamento das recuperações judiciais, especialmente envolvendo produtores rurais, buscando maior padronização, previsibilidade e rigor na análise dos requisitos legais.

Entre os principais efeitos práticos:

• critérios mais objetivos para comprovação da atividade rural;
• maior rigor documental e contábil;
• parâmetros para consolidação processual;
• padronização da análise dos requisitos legais;
• maior previsibilidade das decisões.

Na prática, o tema vai muito além do produtor rural.

Ele impacta diretamente cooperativas de crédito, instituições financeiras e toda a cadeia de concessão de crédito.

Mas talvez a principal reflexão esteja em outro ponto.

Não basta criar mecanismos para aumentar a segurança jurídica se as teses jurídicas e os requisitos legais continuarem sendo analisados apenas depois do deferimento da recuperação judicial.

Hoje, muitas vezes, o efeito prático ocorre antes da discussão efetiva do mérito: suspensão das execuções, paralisação das cobranças e concessão de tempo ao devedor.

A provocação é inevitável:
Se a legislação e as teses já existem, não deveriam ser enfrentadas de forma mais rigorosa na análise preliminar, antes do deferimento da recuperação judicial e da suspensão dos processos?

Segurança jurídica não depende apenas de novas normas. Depende, principalmente, da sua aplicação efetiva.

O sistema precisa de novas regras ou de maior rigor na aplicação das que já existem?

Quando aplicados com estratégia, critério e respaldo jurídico, tornam-se ferramentas importantes de proteção do crédito,...
11/05/2026

Quando aplicados com estratégia, critério e respaldo jurídico, tornam-se ferramentas importantes de proteção do crédito, equilíbrio contratual e sustentabilidade das operações.

No contexto das cooperativas de crédito, essa discussão exige ainda mais responsabilidade.

Os juros têm função econômica, jurídica e estrutural.

Eles ajudam a:
• preservar o valor das operações
• reduzir impactos da inadimplência
• promover previsibilidade
• fortalecer a segurança jurídica

Tratar os juros apenas como penalidade é ignorar seu papel na proteção do sistema e dos próprios cooperados.

O desafio não está na existência dos juros.
Está na forma como são estruturados, aplicados e conduzidos.

Estratégia, equilíbrio e segurança jurídica caminham juntos.

Sua instituição utiliza os juros apenas como reação ao atraso ou como ferramenta estratégica de proteção do crédito?

Os impactos da inadimplência nas cooperativas não recaem apenas sobre uma operação ou contrato específico.Afetam diretam...
07/05/2026

Os impactos da inadimplência nas cooperativas não recaem apenas sobre uma operação ou contrato específico.

Afetam diretamente a sustentabilidade, a previsibilidade e a segurança de toda a estrutura cooperativa.

Por isso, prevenção, estratégia e recuperação de crédito não são apenas medidas operacionais.

São mecanismos de proteção do sistema e dos cooperados.

Quando a gestão do crédito é conduzida com estrutura jurídica adequada, análise estratégica e atuação preventiva, o resultado vai além da recuperação:

• fortalece a cooperativa
• reduz riscos
• protege relações
• gera sustentabilidade

No cooperativismo, proteger o crédito é proteger o coletivo.

Abril foi um mês de muito trabalho, aprendizados e conquistas que reforçam nosso crescimento e dedicação diária.
05/05/2026

Abril foi um mês de muito trabalho, aprendizados e conquistas que reforçam nosso crescimento e dedicação diária.

No mês que passou, celebramos 11 anos de história.Uma trajetória construída com consistência, responsabilidade e, princi...
01/05/2026

No mês que passou, celebramos 11 anos de história.

Uma trajetória construída com consistência, responsabilidade e, principalmente, confiança.

Confiança das cooperativas que caminham conosco e nos permitem atuar como parceiros estratégicos na proteção do que realmente importa.

E confiança de um time que, todos os dias, transforma conhecimento em resultado.

Nada disso seria possível sem o trabalho em equipe. São profissionais comprometidos, que compartilham propósito e constroem, juntas, cada conquista.

Seguimos evoluindo — com a mesma seriedade, proximidade e compromisso que nos trouxeram até aqui.

Nosso sincero agradecimento a todos que fazem parte dessa jornada.

Seguimos com energia total!
Dreveck Pereira Advogados

Nem todo risco é visível.Muitas decisões parecem corretas no curto prazo —mas geram impacto financeiro e jurídico ao lon...
27/04/2026

Nem todo risco é visível.

Muitas decisões parecem corretas no curto prazo —
mas geram impacto financeiro e jurídico ao longo do tempo.

É o custo invisível.

No crédito, isso aparece em forma de:
• aumento da inadimplência
• redução da capacidade de recuperação
• insegurança jurídica nas operações

Instituições bem estruturadas enxergam além do imediato.

Tomam decisões não apenas pensando no agora,
mas no efeito que elas terão no sistema como um todo.

No contexto das cooperativas de crédito, isso é ainda mais crítico —
porque o impacto é coletivo.

Sua instituição está avaliando apenas o resultado imediato ou o impacto real das decisões?

Na concessão do crédito, decisões não são apenas operacionais. São estruturais.Quando uma instituição atua sem base sóli...
23/04/2026

Na concessão do crédito, decisões não são apenas operacionais. São estruturais.

Quando uma instituição atua sem base sólida, o risco não aparece de imediato — mas se materializa depois, na inadimplência, nos custos e na insegurança jurídica.

Por outro lado, quando existe estrutura:
• o risco é previsível
• a recuperação é mais eficiente
• as decisões são mais seguras

No contexto das cooperativas de crédito, isso é ainda mais sensível — porque cada decisão impacta diretamente o coletivo.

Segurança jurídica não é construída depois. Ela começa na forma como você decide hoje.

Sua instituição está antevendo os cenários e decidindo com base em procedimentos estruturados ou apenas reagindo ao problema da inadimplência?

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