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23/12/2019

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Pensão alimentícia: uma parcela em atraso já é suficiente para requerer a prisão do devedor!

Foto: Facebook senado federal

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07/12/2019

Problemas em grupos de WHATSAPP e FACEBOOK? Sentiu-se ofendido ou ofendeu em comentários de redes sociais?

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Crédito da imagem: fb CNJ Oficial.

PREJUÍZO AO CONSUMIDORSTJ reconhece ilegalidade da cobrança de taxa na compra de ingresso on-line12 de março de 2019, 16...
12/05/2019

PREJUÍZO AO CONSUMIDOR

STJ reconhece ilegalidade da cobrança de taxa na compra de ingresso on-line
12 de março de 2019, 16h01

Por Gabriela Coelho

A 3ª turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu, nesta terça-feira (12/3), que é ilegal a cobrança da taxa de conveniência para ingressos comprados pela internet em sites de eventos. A decisão tem validade em todo o território nacional.

No voto, a relatora, ministra Nancy Andrighi, explicou que a venda de ingressos pela internet, que alcança interessados em número infinitamente superior do que o da venda presencial, privilegia os interesses dos promotores e produtores do espetáculo cultural.

"Isso porque, eles conseguem, muitas vezes em prazo menor, vender os espaços destinados ao público e obter o retorno dos investimentos até então empregados, transferindo aos consumidores parcela considerável do risco do empreendimento", disse.

A ministra defendeu que uma das formas de violação da boa-fé objetiva é a venda casada, que consiste no prejuízo à liberdade de escolha do consumidor decorrente do condicionamento, subordinação e vinculação da aquisição de um produto ou serviço à concomitante aquisição de outro, quando o propósito do consumidor é, unicamente, o de obter o produto ou serviço principal.

"A venda do ingresso para um determinado espetáculo cultural é parte típica e essencial do negócio, risco da própria atividade empresarial que visa o lucro e integrante do investimento do fornecedor, compondo, portanto, o custo básico embutido no preço."

De acordo com a ministra, se os responsáveis por um evento optam por submeter os ingressos à venda terceirizada, por meio virtual, devem oferecer ao consumidor diversas opções de compra. "Caso contrário a liberdade dos consumidores de escolha é cerceada, limitada unicamente aos serviços oferecidos pela empresa escolhida, de modo a ficar caracterizada a venda casada", avalia.

Abusividade
Na ação, a Associação de Defesa dos Consumidores do Rio Grande do Sul processa a empresa Ingresso Rápido e afirma que a abusividade está no fato de o consumidor, além de pagar taxa elevada de conveniência para adquirir o ingresso pela internet, ainda tem que se dirigir a um ponto de entrega dos bilhetes ou enfrentar filas no dia do evento para validar a compra.

Na prática, os sites cobram em média 20% sobre o valor do ingresso para um evento. Cobrar diferentes preços fere o artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor, uma vez que as empresas calculam a taxa de conveniência cobrada ao consumidor percentualmente sobre o valor do ingresso de acordo com o setor comprado.

Em 2016, a 16ª Câmara Cível do TJ-RS declarou a legalidade da cobrança da taxa de conveniência na compra de ingressos por meio de sites. De acordo com a decisão, não se trata de mecanismo único e obrigatório para que os usuários adquiram ingressos para espetáculos ou eventos esportivos, e sim de mera opção, colocada à disposição dos consumidores.

REsp 1.737.428/RS
Fonte https://www.conjur.com.br/2019-mar-12/cobrar-taxa-compra-ingresso-on-line-ilegal-decide-stj acessado em 10/05/2019

A 3ª turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu, nesta terça-feira (12/3), que é ilegal a cobrança da taxa de conveniência para ingressos comprados pela internet em sites de eventos. A decisão tem validade em todo o território nacional. No voto, a relatora, ministra Nancy...

Você já foi barrado ao entrar no cinema com alimentos de fora?Proibida por lei, a prática é considerada abusiva, e confi...
11/05/2019

Você já foi barrado ao entrar no cinema com alimentos de fora?

Proibida por lei, a prática é considerada abusiva, e configura venda casada. O STJ julgou, em 2016, o caso e determinou que nenhum cinema pode proibir a entrada com lanches de outros estabelecimentos. Essa decisão afeta o dia-a-dia de milhares de brasileiros! Saiba mais: http://bit.ly/2PHM2SL (fonte https://www.facebook.com/stjnoticias/ acessado em 10 de maio de 2019)

A estudante Ana Fabre foi barrada em um cinema porque estava com lanche comprado em outro estabelecimento, prática condenada pelo STJ por configurar venda casada.

01/08/2017

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