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21/08/2026

Inventário extrajudicial sem pagamento prévio do ITCMD: Tremarin Advogados
O que muda na prática?
O CNJ decidiu que a lavratura da escritura pública de inventário extrajudicial não deve ficar condicionada ao recolhimento prévio do ITCMD.
Mas atenção: isso não significa que o imposto não precisa ser pago ou que existe a isenção.
O ITCMD continua existindo. O que muda é o momento em que o pagamento poderá ser exigido.
A decisão foi proferida pelo Conselho Nacional de Justiça no Pedido de Providências nº 0008622-24.2025 e pode trazer mais agilidade para inventários realizados em tabelionato.
O ponto que merece atenção agora está no Registro de Imóveis.
Isso porque, embora a escritura possa ser lavrada sem o pagamento prévio do tributo, permanece a discussão sobre como essa escritura será tratada quando chegar ao registro, considerando o dever de fiscalização tributária atribuído ao registrador.
Na prática, essa mudança pode acelerar inventários, mas também levanta questões importantes sobre registro imobiliário, contratos de gaveta, imóveis irregulares e futuras demandas de regularização.
Por isso, quem atua com inventário, sucessões, cartórios, Registro de Imóveis e Direito Imobiliário precisa acompanhar de perto os próximos desdobramentos.
Salve este post para consultar depois e compartilhe com advogados, herdeiros e profissionais do mercado imobiliário que precisam conhecer essa decisão.

19/08/2026

Inventário de bens e dinheiro no exterior: Tremarin Advogados
Seu pai deixou dinheiro, investimentos ou bens no exterior? Esse patrimônio pode exigir um tratamento sucessório diferente do inventário feito no Brasil.
A Justiça brasileira tem competência para inventariar e partilhar os bens localizados no Brasil. Já os bens situados no exterior podem depender da jurisdição e das regras sucessórias do país onde estão localizados.
Na prática, isso pode significar:
• inventário no Brasil;
• procedimento sucessório no exterior;
• legislações diferentes;
• mais custos e complexidade para os herdeiros.
Por isso, quem possui patrimônio no exterior precisa pensar em planejamento sucessório antes que o problema apareça.
Planejamento não serve apenas para organizar patrimônio. Serve para reduzir conflitos, burocracia e insegurança para a família.
Você sabia que bens no exterior não são processados no inventário brasileiro?
E envie este post para alguém que possui investimentos ou patrimônio fora do Brasil.

Ofender gravemente o pai ou a mãe pode fazer um filho perder a herança? Tremarin AdvogadosA resposta não é tão simples q...
18/08/2026

Ofender gravemente o pai ou a mãe pode fazer um filho perder a herança? Tremarin Advogados
A resposta não é tão simples quanto parece.
No julgamento do REsp 2.023.098/DF, o STJ analisou uma questão importante sobre indignidade sucessória e exclusão de herdeiro.
O Código Civil prevê situações graves em que um herdeiro pode ser excluído da sucessão. Entre elas está a prática de crime contra a honra do autor da herança.
Mas atenção ao detalhe:
Quando a indignidade é fundamentada em crime contra a honra, não basta simplesmente demonstrar no processo cível que existiram mensagens, discussões ou palavras ofensivas.
Segundo o entendimento adotado pelo STJ nesse julgamento, é imprescindível a prévia condenação criminal do sucessor pelo crime contra a honra.
Isso porque conflitos e desavenças podem acontecer dentro das relações familiares e nem toda ofensa, por mais desagradável que seja, preenche os requisitos legais para alguém perder o direito à herança.
Na prática: indignidade sucessória é uma medida excepcional e precisa estar enquadrada nas hipóteses previstas em lei.
Salve este conteúdo para consultar quando surgir uma dúvida sobre herança e sucessão.

14/08/2026

HERDOU APENAS UM CARRO? Tremarin Advogados
Cuidado: isso não significa que você não precisa fazer o inventário!
Essa é uma dúvida muito comum no Direito Sucessório: quando uma pessoa falece deixando somente um veículo, os herdeiros precisam abrir inventário para fazer a transferência?
Pela regra geral, SIM!
Muita gente acredita que, por existir apenas um carro na herança, basta pedir um alvará judicial para transferência do veículo. Mas a legislação prevê hipóteses específicas para levantamento de determinados valores, como FGTS, PIS/PASEP e quantias de menor expressão, e veículo não aparece expressamente entre elas.
E aqui está o ponto mais importante: tentar escolher o caminho aparentemente mais simples sem analisar o caso concreto pode resultar justamente no contrário: mais demora, mais despesas e dificuldade para regularizar o veículo.
Você achava que não precisava fazer inventário se o único bem deixado fosse um carro? Deixa aqui nos comentários. E manda esse vídeo pra quem precisa saber disso.

12/08/2026

Filho socioafetivo NÃO reconhecido tem direito à herança? Tremarin Advogados
É possível reconhecer um filho mesmo após a morte do pai ou da mãe?
A resposta é sim!
O STJ reforçou o entendimento de que o reconhecimento da filiação socioafetiva pode ocorrer após a morte, desde que existam provas suficientes de uma relação pública, contínua e consolidada de pai e filho.
E existe outro ponto importante: ter um pai biológico não impede, por si só, o reconhecimento de um pai socioafetivo. É a chamada Multiparentalidade.
Esse reconhecimento vai muito além do afeto ou da inclusão de um nome no registro.
Ele pode produzir efeitos jurídicos, patrimoniais e sucessórios, inclusive com repercussões no direito à herança, conforme as circunstâncias do caso concreto.
Por isso, cada situação precisa ser analisada individualmente e com base nas provas existentes.
Você sabia disso?
Deixa sua opinião aqui nos comentários e envie este vídeo para alguém que precisa saber disso.

Se eu pudesse conversar por 5 minutos com o advogado que eu era quando comecei…Eu diria a ele que a advocacia seria muit...
11/08/2026

Se eu pudesse conversar por 5 minutos com o advogado que eu era quando comecei…
Eu diria a ele que a advocacia seria muito diferente daquilo que ele imaginava.
Diria que existiriam dias difíceis.
Que algumas conquistas demorariam mais do que o esperado.
Que nem sempre estudar mais, trabalhar mais ou estar com a razão significaria ter o resultado que se esperava.
Mas diria, principalmente: continue. Vai valer a pena.
Porque, com o passar dos anos, ele descobriria que a advocacia não é feita apenas de leis, processos, prazos e tribunais.

É feita de pessoas.

De pessoas que chegam até nós carregando problemas que, muitas vezes, estão entre os mais importantes de suas vidas.
E descobriria também que conhecimento é indispensável, mas que uma carreira não se constrói apenas com conhecimento.
Ela se constrói com constância, coragem, responsabilidade, relacionamentos e, sobretudo, confiança.
Olhando hoje para essa fotografia do início da minha carreira, talvez eu não contasse àquele jovem tudo o que aconteceria nas décadas seguintes.
Deixaria que ele descobrisse.
Só faria questão de dizer uma coisa:

“Continue. Um dia você vai olhar para trás e perceber que valeu a pena.”

Neste 11 de agosto, minha homenagem a todos os colegas que escolheram a advocacia, aos que estão começando agora e aos que, como eu, já acumulam muitas histórias pelo caminho.

10/08/2026

3 direitos de família que muita gente ainda entende errado. Tremarin Advogados
Guarda compartilhada significa dividir o tempo da criança exatamente pela metade?
Não necessariamente.
Deixar de pagar pensão alimentícia faz o pai perder automaticamente o direito de convivência com o filho?
Também não.
E talvez o que mais surpreenda: uma união estável pode existir mesmo sem contrato ou documento assinado.
No Direito de Família, acreditar em informações erradas pode transformar uma situação que já é delicada em um problema ainda maior.
Por isso, informação também é uma forma de prevenção.
Salve este post para consultar quando precisar.
Agora me conta: qual dessas informações mais te surpreendeu — 1, 2 ou 3?
Compartilhe este vídeo com alguém que precisa conhecer esses direitos.

07/08/2026

Usucapião entre herdeiros não começa pelo prazo! Tremarin Advogados
Esse é um dos erros mais comuns em processos de inventário, direito das sucessões e usucapião de imóvel de herança.
Muitos advogados concentram a discussão no tempo de permanência do herdeiro no imóvel, quando existe uma questão anterior e, muitas vezes, decisiva:
Como essa ocupação começou?
Se o imóvel foi ocupado por autorização, consentimento ou mera tolerância da família, a situação pode caracterizar detenção, e essa posse não é apta à usucapião.
Foi justamente essa lógica que o STJ reforçou no julgamento do AREsp 2.983.084, destacando a importância de analisar a origem da ocupação antes mesmo de discutir prazo, posse exclusiva ou oposição dos demais herdeiros.
Em muitos casos, compreender essa diferença pode mudar completamente a estratégia processual.
Salve este conteúdo para consultar quando estiver analisando um caso de usucapião entre herdeiros e Compartilhe este vídeo pra mais pessoas entenderem como funciona na prática a usucapião entre herdeiros.

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