Re/max Gaya

Re/max Gaya HISTÓRIA

A RE/MAX nasceu em 1973 nos E.U.A. A RE/MAX é uma das marcas mais respeitadas do MUNDO e também pelos Portugueses.

a partir de uma ideia que revolucionou o mercado da mediação imobiliária.Uma ideia que definiu um conceito de negócio em que todos os intervenientes ganhariam:

- Máximo serviço para o Cliente;

- Máxima comissão para o Agente;

- Máxima rentabilidade para o Franchisado

Ao longo de mais de 30 anos estes princípios foram consolidados e o sistema expandiu-se por mais de 69 Países. Hoje, com uma

rede de mais de 125.000 agentes e uma grande experiência acumulada, a RE/MAX é a empresa que mais vende imóveis em todo o mundo. Imediatamente reconhecida através do seu logotipo, um balão branco, vermelho e azul, a marca transparece ambição, qualidade, experiência e profissionalismo. Sinónimo dos valores da companhia, o balão RE/MAX remete para a alta qualidade do desempenho dos nossos profissionais e define-nos como ambiciosos gestores do mercado imobiliário.

“Sustentabilidade é quando podemos ver; sentir; tocar numa flor, numa árvore, comer uma fruta, sentir o perfume das manh...
24/05/2012

“Sustentabilidade é quando podemos ver; sentir; tocar numa flor, numa árvore, comer uma fruta, sentir o perfume das manhãs, respirar ar puro, tomar a água límpida de um riacho e deixar tudo lindo para que nossos filhos e netos possam sentir, comer, tocar, ver, beber e respirar o mesmo ar puro que um dia tivemos para nós”. Silvia Aparecida Maia

24/05/2012

A sustentabilidade na construção civil

Que a construção civil é uma das principais molas propulsoras da economia mundial, isso é inegável. Só para ter uma idéia de sua importância, no Brasil, ela é responsável por 63% da formação bruta de capital fixo e 15% do PIB. Além disso, movimenta por volta de 400 bilhões de reais por ano, sendo responsável por mais de 2.2 milhões de empregos diretos. Sem contar, ainda, a infinidade de empregos indiretos.

Apesar de sua indiscutível importância para o desenvolvimento do país, a construção civil é apontada como uma das indústrias que mais impactam o meio ambiente. Para se ter uma idéia, o setor consome 2/3 da madeira natural e cerca de 50% dos recursos naturais do planeta, sendo grande parte de recursos não renováveis. Além da extração, o processo produtivo também é bastante nocivo. A fabricação de cimento, por exemplo, é responsável por 8% do total de emissões de GHG. Fora a quantidade de material desperdiçado e os resíduos gerados ao final de uma obra.

Falando especificamente do Brasil, uma das maiores dificuldades para implementação da sustentabilidade no setor da construção civil, diz respeito à falta de iniciativas públicas de infra-estrutura, o que acaba elevando, e muito, o custo de uma casa ou um prédio sustentável. Como exemplo mais óbvio, há o fato de termos perfeitas condições climáticas para a utilização de energias limpas, como a solar e eólica, mas concentrarmos o investimento em outros tipos, como a termoelétrica e até mesmo a nuclear.

No mundo já pipocam certificações voltadas para construções sustentáveis, como a americana LEED (Leadership in Energy and Environment Design), mais famosa, e a francesa HQE (Haute Qualité Environment). Há, ainda, a certificação AQUA (Alta Qualidade Ambiental), baseada na HQE, e que vem a ser o primeiro referencial técnico para construções sustentáveis adaptado à nossa realidade. De modo geral, essas certificações se fundamentam no princípio de eficiência energética, uso racional de água, coleta seletiva, qualidade ambiental interna da edificação etc.

Além de uma certificação brasileira, foi criado em agosto de 2007 o CBCS, Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, que tem como objetivo induzir o setor da construção a utilizar práticas mais sustentáveis, melhorando a qualidade de vida dos usuários, dos trabalhadores e do entorno das edificações. O CBDS é composto por diversos comitês que tratam de assuntos específicos relacionados à sustentabilidade no setor, como materiais e finanças (além dos óbvios água e energia).

Mesmo com o custo ainda elevado e o tempo de retorno relativamente longo, o setor de construção sustentável já tem grandes iniciativas. Aqui no Rio, na Cidade Nova, está localizado o primeiro prédio brasileiro de grande porte com certificação LEED, que abriga a Universidade Corporativa da Petrobras. E o bom da onda de construção verde é que ela não atinge apenas grandes empreendimentos ou é demandada apenas por grandes empresas.

A construtora Vez das Árvores entregou no final de 2008 o primeiro prédio público sustentável de Santa Catarina, o posto da Polícia Militar e Ambiental da Praia do Rosa. Através da bioarquitetura, os responsáveis pelo projeto se focaram num design que aproveitou a ventilação natural, captação e aproveitamento da água da chuva, iluminação natural, telhado verde, painéis solares e tratamento de esgoto anaeróbico. Além disso, de olho na responsabilidade social, a empresa capacitou mão de obra local e se preocupou com a acessibilidade de toda população.

Não podemos esquecer que nos próximos sete anos, a cidade do Rio de Janeiro, principalmente, se tornará um canteiro de obras por conta da realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas. É uma grande chance que temos não apenas para fazer o que é certo, mas também para criar infra-estrutura e cultura orientadas para a sustentabilidade. Até lá, espero que o custo não seja mais desculpa. Além disso, espero, também, que a atitude da população seja, no mínimo, mais respeitosa ao meio ambiente. Afinal, qual o sentido de morar numa casa sustentável e continuar desperdiçando água, energia e gerando grandes volumes de lixo desnecessariamente?

Fonte:http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-sustentabilidade-na-construcao-civil/36112/

http://www.folhadecampolargo.com.br/vernoticia.php?id=19127
16/05/2012

http://www.folhadecampolargo.com.br/vernoticia.php?id=19127

A inadimplência no pagamento de aluguel entre os meses de fevereiro e março aumentou 61,53%. O índice de atraso maior que 30 dias no pagamento passou de 3,2% para 5,2%. Foi a primeira vez o índice cresceu, desde 2010. Para as entidades do setor, aumento foi pontual e ainda não representa uma tendênc...

04/05/2012

O comportamento do cliente é fator preponderante para oferecer o produto ou serviço certo para o cliente certo. Agindo assim, as chances de ter uma negociação bem sucedida são maximizadas. Ao longo desses mais de doze anos de atuação no mercado imobiliário pude identificar alguns perfis básicos do comportamento do cliente que procura por um imóvel. Esta análise é apenas um dos caminhos possíveis para que o corretor de imóveis possa identificar o perfil do seu cliente e assim potencializar os seus resultados. Vamos conhecer 5 perfis de clientes e algumas dicas de como nos relacionar com cada um deles:

1. Cliente Investidor - É objetivo, vai direito ao ponto e tem seu foco muito bem definido em lucros e resultados. Faça todo o seu envolvimento em torno de estatísticas. Apresente números, explore as vantagens comerciais e os lucros que esse cliente terá ao adquirir determinado imóvel. Tenha noções sobre os diferentes tipos de investimentos disponíveis no mercado para se tornar para esse cliente uma referência nesse assunto.

2. Cliente Família - Sua principal preocupação é com o bem estar de sua família e para isso abre mão até mesmo de seus gostos pessoais. Não foque o seu diálogo apenas com esse cliente, envolva toda a família na negociação. Seja emotivo e use sempre o plural, o nós, explore o bem estar conjunto. Conquistar os filhos é um grande avanço nessa relação.

3. Cliente Sabe-tudo - É aquele cliente altamente informado. Sugiro que trabalhe com estímulos, conduza a negociação de uma forma na qual o cliente fale mais. Contudo quem deve coordenar esse caminhar é o corretor de imóveis, pois afinal de contas, o resultado dessa negociação o cliente “já sabia”.

4. Cliente sonhador - Não tem os seus conceitos bem definidos. Não sabe o que quer e ao mesmo tempo quer tudo. Aqui a relação deve ser construída com o intuito identificar qual a verdadeira motivação do cliente. Faça perguntas objetivas e não responda pelo cliente, faça com que ele perceba o que quer ou o que pode adquirir. Trabalhe com uma visão de futuro.

5. Cliente realista - É um estudioso do mercado. Sabe exatamente o que quer e tem clareza das informações. Esse cliente já tem conceitos predeterminados e na realidade precisa apenas validá-los, pois ele conhece a área na qual deseja investir. Portanto, valide essas informações por meio do próprio mercado, mostre referências, utilize notícias e pesquisas que embasem seus argumentos.

Por Guilherme Machado – articulista da Redimob

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