Keila Sovernigo advocacia especializada

Keila Sovernigo advocacia especializada Advogada Familiar

19/05/2026

A internet inteira falando da separação de Vinícius Júnior e Virginia Fonseca…
Mas tem uma pergunta jurídica que quase ninguém faz:
“Será que existia contrato de namoro?”

19/05/2026

Sabemos SIM!

13/05/2026

O filho de Marília Mendonça pode receber uma herança estimada em até R$ 500 milhões. E hoje duas famílias discutem na Justiça questões ligadas à guarda, convivência e administração desse patrimônio.

Agora eu te faço uma pergunta: se algo acontecesse com você hoje, quem cuidaria dos seus filhos? E quem administraria os bens deles?

Como Marília faleceu sem casamento ou união estável formalizada, pela legislação brasileira, Leo é o herdeiro legítimo do patrimônio deixado por ela.

Mas existe um detalhe que muita gente ignora: uma criança não pode administrar sozinha uma fortuna milionária. Por isso, guarda e patrimônio acabam caminhando juntos.

Quem detém a guarda também participa das decisões importantes sobre a vida financeira do menor. E, mesmo existindo fiscalização judicial, infelizmente não são raros os casos em que o patrimônio deixado para a criança diminui ou é mal administrado ao longo dos anos.

O que pouca gente sabe é que o planejamento sucessório permite definir, em testamento, quem ficará responsável pela administração dos bens do seu filho até ele atingir a maioridade.

Planejamento sucessório não serve apenas para organizar patrimônio. Serve para proteger os filhos quando os adultos entram em conflito.

13/05/2026

Agora eu te faço uma pergunta: se algo acontecesse com você hoje, quem cuidaria dos seus filhos? E quem administraria os bens deles?

Como Marília faleceu sem casamento ou união estável formalizada, pela legislação brasileira, Leo é o herdeiro legítimo do patrimônio deixado por ela.

Mas existe um detalhe que muita gente ignora: uma criança não pode administrar sozinha uma fortuna milionária. Por isso, guarda e patrimônio acabam caminhando juntos.

Quem detém a guarda também participa das decisões importantes sobre a vida financeira do menor. E, mesmo existindo fiscalização judicial, infelizmente não são raros os casos em que o patrimônio deixado para a criança diminui ou é mal administrado ao longo dos anos.

O que pouca gente sabe é que o planejamento sucessório permite definir, em testamento, quem ficará responsável pela administração dos bens do seu filho até ele atingir a maioridade.

Planejamento sucessório não serve apenas para organizar patrimônio. Serve para proteger os filhos quando os adultos entram em conflito.

12/05/2026

“Separação de bens” não significa o que muita gente acha que significa.

Tem muito homem e muita mulher descobrindo isso tarde demais… no meio de uma disputa milionária. 👀

07/05/2026

Relacionamento abusivo não termina em ‘drama’... termina em caixão! E você, ainda acha que é exagero?

ATENÇÃO: Importante esclarecer que, em casos de violência física, ameaças ou qualquer situação que coloque a integridade da vítima em risco, é fundamental que os fatos sejam imediatamente comunicados à autoridade policial, para que sejam adotadas as medidas protetivas e demais providências cabíveis previstas na Lei Maria da Penha, garantindo a proteção da vítima e a responsabilização do agressor.

Contudo, mesmo quando ainda não há violência física consumada, mas existam indícios, ameaças, comportamento agressivo, abuso psicológico ou receio fundado de que a situação possa evoluir para algo mais grave, a vítima não precisa esperar que o pior aconteça para buscar proteção. Nesses casos, a medida cautelar de separação de corpos pode ser um importante instrumento jurídico para resguardar a segurança, a integridade emocional e o afastamento entre as partes, funcionando como uma medida preventiva diante do risco existente.

04/05/2026

Você pode amar muito alguém… e ainda assim tomar decisões ruins no começo da relação.

O caso de Shakira e Gerard Piqué deixa uma lição clara:

💥 Amor sem planejamento não protege patrimônio.

Foram 12 anos juntos, filhos, uma vida construída…
E no final, o que valeu foi: quem prova, leva.

⚖️ No direito de família, emoção não substitui regra jurídica.

E é aqui que entra algo essencial: inteligência emocional também é saber se proteger.

✔️ Conversar sobre dinheiro
✔️ Definir regras
✔️ Escolher o regime de bens

📌 E principalmente: fazer um pacto antenupcial quando necessário.

Porque o pacto não é sobre falta de confiança.
É sobre evitar conflito, proteger patrimônio e dar segurança para os dois.

💥 A verdade é simples:
Quem decide no começo… sofre menos no final.

👉 Quer entender se você precisa de pacto antenupcial?
Comenta PACTO ou me chama no direct.

29/04/2026
26/04/2026

Tem gente que só percebe no divórcio.

O carro foi vendido rápido demais.
A empresa começou a faturar menos ‘de repente’.
O imóvel apareceu no nome de terceiros.
As contas ficaram vazias.

E, nesse momento, muita gente pensa:
‘Agora já perdi.’

Mas nem sempre.

Quando existe risco de ocultação ou dilapidação de patrimônio, existem medidas judiciais para impedir que os bens desapareçam.

Bloqueio.
Arrolamento de bens.
Quebra de sigilo patrimonial.
Pedidos urgentes dentro da ação.

Porque no divórcio, quem age rápido… protege o que ainda pode ser preservado.

Esperar para ver o que acontece pode custar caro.

Principalmente quando a outra parte já está se movimentando em silêncio.

Percebeu movimentações estranhas?

Talvez o momento de agir seja agora.

23/04/2026

Nem sempre o maior risco está no casamento…
Às vezes, está no regime de bens escolhido no automático.

Na comunhão parcial, muita gente acredita que empresa anterior ao casamento está totalmente protegida.

Mas não é tão simples.

Hoje, o entendimento do STJ é que a valorização da empresa, em regra, não entra na partilha — salvo prova de esforço comum, aportes ou participação direta.

Por outro lado, lucros distribuídos e retiradas podem entrar na divisão.

E o alerta é outro 👇

O projeto de reforma do Código Civil pode mudar esse cenário.

A proposta prevê que a valorização das quotas sociais durante o casamento passe a ser partilhável, mesmo quando a empresa foi criada antes da união. Isso ampliaria significativamente a discussão patrimonial no divórcio. 

Por isso, empresário não pode tratar regime de bens como mera formalidade.

Planejamento patrimonial também é proteção jurídica.

AdvogadaDeFamília PlanejamentoPatrimonial RegimeDeBens

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Avenida Afonso Pena, 5723, Sala 1504
Campo Grande, MS
79031010

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