Assessoria Jurídica Especializada - Consultoria e Advocacia

Assessoria Jurídica Especializada - Consultoria e Advocacia 8:00 até 18:00 hrs. Foi Conselheira Estadual – integrante da Comissão de Ética e Disciplina, nos anos de 1996 e 1997.

A advogada Walesca de Araújo Cassundé concluiu sua graduação na antiga FUCMT – Faculdades Unidas Católicas de Mato Grosso do Sul , hoje UCDB – Universidade Católica Dom Bosco, em Campo Grande/MS. No ano de 1986 , após passar pelas avaliações oral e escrita, foi aceita para o curso de mestrado strictu sensu no programa de direito penal da PUC/SP - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

, tendo iniciado seus estudos , sob a orientação do Desembargador Dirceu de Mello. Cursou:
Direito Penal I e II – Dirceu de Mello
Direito Processual Penal I e II – Hermínio Marques Porto
Direito Constitucional I e II - Luiz Alberto David de Araújo
Teoria Geral do Direito – Maria Helena Diniz
Filosofia do Direito – Tercio Sampaio Ferraz Junior

Terminando os créditos, no final de 1989, retornou a Campo Grande, onde passou a aliar sua atividade na advocacia com intensa militância em entidades não governamentais que atuam na defesa de direitos da pessoa humana. Atuou mais de dez anos como advogada no Centro de Defesa de Direitos Humanos Marçal de Souza Tupã Y, tendo assessorado juridicamente os presidentes Eurídio Ben-Hur Ferreira, Pedro César Kemp Gonçalves, Nancineide Cácia da Silva e Fabíola Silva dos Santos. Nesse período, serviu frequentemente à sua entidade de classe – o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Estado de Mato Grosso do Sul, tendo integrado a Comissão de Direitos Humanos da OAB/MS e bem assim, como representante da OAB/MS, o Conselho de Defesa de Direitos da Pessoa Humana no Estado de Mato Grosso do Sul e a Comissão Permanente de Combate e Erradicação de Trabalho Escravo em Carvoarias e Destilarias no Estado de Mato Grosso do Sul. Compôs, na qualidade de suplente, a banca examinadora do concurso para ingresso no Ministério Público Estadual, no cargo de Promotor de Justiça Substituto – 1996/1997

Compôs a banca examinadora de Exame de ordem nas disciplinas de direito penal e processo penal
e direito processual penal na OAB/MS - gestão de Vladimir Rossi Lourenço. Há mais de trinta anos militando exclusivamente na área criminal acumulou larga experiência, atuando frequentemente no âmbito do Poder Judiciário Estadual e Federal e, bem assim, nos Tribunais Superiores. Recentemente, filiou-se à ABRACRIM - Associação Brasileira de Advogados Criminalistas.

12/08/2026

Esse poço tem fundo?

11/08/2026
É o Apocalipseee!
11/08/2026

É o Apocalipseee!

Bom diaa! Embora eu não veja muitas razões para a advocacia sul-mato-grossense comemorar , ainda  tenho orgulho de ser a...
11/08/2026

Bom diaa! Embora eu não veja muitas razões para a advocacia sul-mato-grossense comemorar , ainda tenho orgulho de ser advogada. Sou advogada por paixão e por vocação, e desde que me lembro de existir, nunca quis ser outra coisa na vida. Lembro-me de, adolescente, ter lido "A IRA DOS ANJOS" e outros romances cujos enredos envolviam casos jurídicos e pensar : - pronto! , é isso o que quero fazer na vida!
Jovem, vi Evandro Lins e Silva na tribuna, num júri que foi televisionado e o tornou célebre , defendendo Doca Street e fiquei simplesmente maravilhada com sua postura diante do público, do juiz, do promotor... com a forma serena e firme com que encarou as feministas que o ofendiam em frente ao fórum, com a segurança com que falava. Depois disso, e bem antes de iniciar a faculdade de direito eu li " A DEFESA TEM A PALAVRA", livro em que ele relata as experiências desse patrocínio da defesa de Doca Street. Tive a honra de conhecê-lo, de conversar com ele . A primeira vez que nos encontramos eu lhe falei que ele era responsável por minha paixão pelo direito penal e ele fez questão de autografar o livro sobre o caso do Doca Street, enquanto eu escutava, embasbacada, histórias do tempo em que ele era Ministro do STF, e concedia habeas corpus a presos políticos - razão que o levou a ser defenestrado da Corte, por sinal. Correspondia-me com ele, e guardo como um tesouro as palestras datilografadas que ele me enviava!
Ao longo dos anos, li sobre outros advogados igualmente merecedores desse nome, como por exemplo Luís Gama. Sobre este ultimo , li um artigo recentemente em que se contava que, tendo ele conseguido a alforria para um escravo e o resgatado da escravidão, recebeu o antigo senhor deste em seu escritório que reclamava da ingratidão do escravo alforriado dizendo: ele tinha tudo o que precisava; casa, comida, roupas e etc... por que razão deveria pretender a alforria? E Luis Gama lhe teria respondido:" Faltava-lhe o principal; o direito de ser infeliz onde e como quisesse!!" Simplesmente genial!
Neste dia do advogado quero relembrar a história desses homens. Quero saudar meus ídolos, para que eles nunca morram!
Então...
Salve , salve,
Sobral Pinto,
Evaristo de Morais,
Rui Barbosa,
Evandro Lins e Silva,
Luis Gama!
Minhas homenagens a todos esses grandes homens, que fizeram a história do direito brasileiro. Saúdo, também , a todos esses advogados anônimos, que dia após dia estão nos fóruns lutando para assegurar a liberdade e os direitos civis que são os maiores bens da humanidade.... Parabéns para todos os meus amigos advogados. E que Deus, por intercessão de Santo Ivo, lance seu olhar sobre nós!

Que horror!
08/08/2026

Que horror!

08/08/2026

“Faz 43 anos que eu fui agredida. Então, (se são) 20 anos da lei, quer dizer que foram 23 anos de luta”. É Maria da Penha quem faz o cálculo do tempo da luta — individual, mas também coletiva — que transformou o combate à violência contra a mulher para o Brasil. E, como quase todo direito conquistado, não foi fácil nem rápido.

A história contada por ela, durante entrevista ao PontoPoder no dia 21 de junho, no escritório do Instituto Maria da Penha, começa em 1983, ano em que ela sofreu da “violência mais cruel”, como define. Ela foi vítima de tentativa de feminicídio, que na época ainda nem tinha esse nome. O autor? O então marido Marco Antônio Heredia Viveiros.

Maria da Penha é alvo de um tiro nas costas enquanto está deitada na própria cama. Foram quatro meses hospitalizada, em Fortaleza e em Brasília, enquanto ainda acreditava na história do marido de que a casa tinha sido alvo de assaltantes — a versão do agressor foi desmentida pela investigação policial, por meio da perícia e do depoimento de vizinhos da família.

Mantida em cárcere privado quando retornou para casa, ela sofreu uma segunda tentativa de feminicídio, dessa vez por eletrochoque. Teve que arquitetar a fuga de casa, junto com as filhas, por meio de um telefone público instalado perto da residência e com a ajuda da família.

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(Reprodução/Créditos: diariodonordeste)

Advogo muito nessa área na assistência. Violações  de direito da mulher, racismo, crimes contra criança e adolescente. S...
08/08/2026

Advogo muito nessa área na assistência. Violações de direito da mulher, racismo, crimes contra criança e adolescente. Sei bem como funciona. Propaganda de mais; ações práticas de menos. A policia elabora mal os inquéritos , a promotoria demora séculos para denunciar os abusadores, a justiça demora outro tanto de tempo para sentenciar. E a gente f**a implorando para um e para outro para o processo andar. Resulta nisso aí. Desculpe, Gustavo!

Sem dúvida um alento. Uma luz no fim do túnel. Mas o Brasil não está mudando. Há muita propaganda e pouca ação prática. ...
07/08/2026

Sem dúvida um alento. Uma luz no fim do túnel. Mas o Brasil não está mudando. Há muita propaganda e pouca ação prática. Os inquéritos são demorados e mal feitos. O processo dura uma era! Muitas de nós somos mortas mesmo com medidas protetivas. Há muito a ser melhorado. E , outra coisa, ele não perdeu o cargo ontem não. Há ainda um longo caminho a percorrer. Revisão pelo CNJ e ação a ser proposta pela AGU. Enquanto isso ele continua recebendo salário proporcional ao tempo de serviço. Afastado. Mas recebendo salário!

Decerto que nunca precisou do GOV.BR também! :)
07/08/2026

Decerto que nunca precisou do GOV.BR também! :)

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