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31/03/2025

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09/03/2020

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28/05/2019

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UMA MULHER ENTRE 100 VAI À JUSTIÇA CONTRA VIOLÊNCIA DOMÉSTICAPesquisa realizada pelo Departamento de Pesquisas Judiciári...
15/03/2018

UMA MULHER ENTRE 100 VAI À JUSTIÇA CONTRA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Pesquisa realizada pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) identificou que, até o final de 2017, existia um processo judicial de violência doméstica para cada 100 mulheres brasileiras. São 1.273.398 processos referentes à violência doméstica contra a mulher em tramitação na justiça dos estados em todo o País.

Só em 2017 foram 388.263 casos novos de violência doméstica e familiar contra a mulher, 16% mais do que em 2016. O dado positivo é que a quantidade de processos julgados na Justiça aumentou: foram 440.109 processos concluídos em 2017, aumento de 19% em comparação a 2016.

Com isso, o total de casos pendentes permaneceu estável: 833.289 processos. Um dos motivos para o aumento do número de processos decididos é o programa “Justiça pela Paz em Casa”, no qual os tribunais estaduais concentram esforços durante três semanas do ano para julgar ações relativas a casos de violência doméstica e familiar contra a mulher.

Desde que foi adotado o projeto, em março de 2015, até dezembro de 2017, foram proferidas 111.832 sentenças, 57.402 medidas protetivas concedidas e 937 sessões de júri realizadas, além de 130.961 audiências durante as nove edições. Nas três semanas realizadas em 2017, foram proferidas 42.357 sentenças e concedidas 23.271 medidas protetivas. Isso implica que 5% do total de processos de violência doméstica que tramitaram no País em 2017 tiveram algum tipo de andamento no período.

Varas

O número de varas e juizados especiais exclusivos para casos de violência doméstica tem crescido anualmente, graças à Meta 8 estipulada pelo CNJ aos Estados. Em 2016 eram 111 varas. Em 2017 o número subiu para 125. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) é o que tem o maior número de varas destinadas aos casos de violência doméstica: 16. Em segundo lugar está o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), com 13 varas.

A meta 8 foi criada com a intenção de fortalecer o enfrentamento e incentivar a criação de uma perspectiva nova e mais eficaz de solução para conflitos que envolvem a violência doméstica. Esse fortalecimento envolve a adequação das estruturas físicas das unidades judiciárias, assim como a criação/ampliação do número de varas especializadas e também aumento do número de magistrados especializados nesse tema.

Da mesma forma, inclui-se na meta a possibilidade de oferecer atendimento psicológico às vítimas e aos agressores, oferecimento de cursos e acompanhamento das famílias por equipes de assistentes sociais.

Novos casos
Dados da pesquisa indicam ainda que, em 2017, ingressaram na justiça estadual 2.795 processos de feminicídio, o que representa 8 casos novos por dia, ou uma taxa de 2,7 casos a cada cem mil mulheres. Em 2016 foram registrados 2.904 casos novos de feminicídio.

Por tratar-se de previsão em lei com edição recente, começou a ser incorporado como assunto nas tabelas processuais do CNJ apenas em 2016. Dessa forma, alguns tribunais ainda não dispõem de estatísticas sobre o assunto, enquanto outros ainda estão aperfeiçoando a geração dessas informações. Portanto, os números podem ser ainda maiores.

No dia internacional da Mulher, a presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármem Lúcia, destacou que os tempos atuais mostram como as mulheres estão sofrendo. Na semana passada ela recebeu em seu gabinete cinco mulheres vítimas de violência e ouviu os seus relatos.

Para a ministra, ouvir o relato dessas mulheres é uma oportunidade de dar voz a quem teve a vida marcada pela violência. “O Estado, que assumiu a responsabilidade de fazer a justiça no sentido humano, no plano do Estado-Juiz, tem que dar espaço para que essas pessoas falem, para que possamos dar a oportunidade da sociedade contribuir com as mudanças e também mudar a estrutura estatal que garanta que haja punição. Eu quis me reunir com pessoas que têm o que falar e querem ser ouvidas”, disse a presidente do STF e do CNJ, após o encontro.

Fonte: CNJ

17/03/2017

Advogado é o caminho da JUSTIÇA!
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Vale a pena conferir!!!! Palestras com temas imperdíveis em homenagem ao mês da mulher.
02/03/2017

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A OAB Campinas, por meio da Comissão da Mulher Advogada …

Fortes emoções durante o primeiro dia de julgamento do caso Yokihttp://www.conjur.com.br/2016-nov-28/dia-julgamento-eliz...
29/11/2016

Fortes emoções durante o primeiro dia de julgamento do caso Yoki

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Desde o início de seu julgamento, por volta das 11h45 desta segunda-feira (28/11), Elize Matsunaga mostrou-se impassível. Mais próxima do público do que qualquer outro integrante do plenário e sem uma mesa à frente de sua cadeira para protegê-la, ela mantinha as mãos no colo, e...

20/07/2016

NOME SOCIAL PARA ADVOGADOS TRAVESTIS E TRANSEXUAIS É RESPEITO À CIDADANIA E À DIGNIDADE

Ao participar de um evento pela OAB em 2012, a advogada Márcia Rocha ouviu de um colega que houve dificuldades em encontrá-la no Cadastro Nacional de Advogados. Pudera: tr****ti, a profissional está registrada com seu nome masculino. Esse embaraço, no entanto, acabou. Em maio deste ano, a Ordem autorizou que advogados tr****tis e transexuais, assim como estagiários, possam utilizar o nome social em seus registros na entidade, inclusive na carteira da OAB.

“A decisão da OAB não é uma aberração jurídica, é baseada nos princípios constitucionais da dignidade humana e da isonomia”, afirma a advogada, que desde aquele incidente tem militado na entidade pelo uso do nome social. “É um passo importante para os advogados e advogadas que têm uma imagem e uma vida diferentes de seu registro civil e que se sentem constrangidas em algumas situações.”

Segundo Márcia, a aprovação do uso do nome social por advogados e advogadas tr****tis e transexuais é uma grande contribuição da OAB na diminuição do preconceito. “Tudo o que acontece no sentido legal para conceder direitos é importante. Com esta medida, delegados, juízes e cartorários têm de respeitar o nome social, pois existe um respaldo legal. Não é militância, é algo que quebra preconceitos”, explica.

O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, comemorou a decisão tomada pelo Conselho Federal da entidade. “O nome social traz dignidade às colegas e aos colegas tr****tis e transexuais. Dignidade que é essencial para exercer com altivez a profissão da cidadania. A Ordem sempre foi guardiã dos direitos humanos e damos mais um passo em direção à igualdade e ao respeito”, afirmou.

A aprovação da medida não se deu de uma hora para outra, tendo sido construída ao longo de quatro anos na OAB. Tudo começou com a decisão de Márcia --que milita na área de direito imobiliário-- de ter seu nome social associado à profissão que exerce. Membro da Comissão de Diversidade Sexual da OAB de São Paulo, propôs ao colegiado que estudasse maneiras de implementar a medida.

Após estudos aprofundados sobre o tema, a presidente da Comissão paulista, Adriana Galvão, levou a proposição ao presidente da Seccional, Marcos da Costa. O dirigente apresentou o tema no Colégio de Presidentes, instância na qual foi aprovada por unanimidade. O próximo e decisivo passo era a chancela do Conselho Pleno, formado por 81 conselheiros de todos os Estados. Em 17 de maio, Dia Internacional contra a Homofobia, por votação unânime, o nome social foi finalmente autorizado pela Ordem.

Para saber mais sobre a regulamentação do uso de nome social por advogados tr****tis e transexuais, acesse a Resolução n. 5/2016, a Resolução n. 6/2016 e a Resolução n. 7/2016.

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