Scheila Stachlewski Advocacia

Scheila Stachlewski Advocacia Escritório de Advocacia O Silveira e Stachlewski considera seus clientes como o maior e mais valioso patrimônio que um escritório pode acumular.

Fundado em meados de 2010, o escritório Silveira e Stachlewski (SeS) presta serviços de assessoria, consultoria e contencioso para empresas de diversos ramos de atividades, tais como de alimentação, serviços, metalúrgica, entre outros. Atua também no direito de família, proteção patrimonial, sucessório, consumidor, ambiental, administrativo, bancário e empresarial, sendo que as suas duas sócias sã

o especialistas em Advocacia Trabalhista. Em constante investimento em formação profissional, o escritório de advocacia Silveira e Stachlewski proporciona um atendimento eficiente e diferenciado aos seus clientes. Nossa missão é exercer uma advocacia pautada em princípios morais e éticos, buscando crescimento sustentado, por meio da prestação de consultoria e de soluções jurídicas, para empresas e pessoas físicas, sempre visando a superação das suas expectativas. O SeS compromete-se a mediar os assuntos jurídicos mais complexos junto aos seus clientes, de forma que a burocracia dos procedimentos do Direito não seja um empecilho ao entendimento e à conquista de direitos. É fundamental que nossos clientes compreendam os limites e as possibilidades dos direitos que tenham (e/ou dos direitos que não tenham, também). Desta forma, advogar observando os princípios éticos e morais, a verdade e a lealdade, é um objetivo que se persegue e que deverá estar incorporado à atuação dos nossos profissionais cotidianamente.

Você sabia que "alimentos compensatórios" e "pensão alimentícia" são conceitos diferentes?Muitas vezes confundidos, esse...
08/05/2026

Você sabia que "alimentos compensatórios" e "pensão alimentícia" são conceitos diferentes?

Muitas vezes confundidos, esses institutos têm finalidades distintas e podem ser fixados de forma simultânea.

A pensão alimentícia tem como objetivo suprir as necessidades de subsistência de quem a recebe.

Ou seja, cobre gastos básicos, como alimentação, educação, saúde e moradia, garantindo o mínimo necessário para a sobrevivência e dignidade do credor.

Já os alimentos compensatórios são fixados em casos de desequilíbrio econômico-financeiro entre o casal após o término da união.

Seu propósito é preservar o padrão de vida anterior e evitar o enriquecimento sem causa de um dos ex-cônjuges.

Essa prestação busca corrigir a abrupta alteração financeira sofrida por quem ficou sem acesso aos bens e meios de subsistência.

Os alimentos compensatórios têm natureza indenizatória e não visam garantir o direito à subsistência, como a pensão alimentícia.

Por isso, não podem ser cobrados pelo rito da prisão civil, já que o objetivo não é garantir a vida e a dignidade humana, mas sim ajustar o desequilíbrio econômico.

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Uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça trouxe um entendimento importante sobre testamentos e reconhecimento...
07/05/2026

Uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça trouxe um entendimento importante sobre testamentos e reconhecimento de paternidade.

A 4ª Turma do STJ decidiu que um testamento não é automaticamente anulado quando um filho é reconhecido posteriormente, especialmente se o testador já sabia da possibilidade de paternidade e mesmo assim optou por manter o testamento sem alterações.

No caso analisado, a paternidade foi confirmada por exame de DNA após a morte do testador. A filha entrou no inventário e pediu o rompimento do testamento.

No entanto, o STJ entendeu que o testador tinha conhecimento da ação de investigação de paternidade ainda em vida e decidiu manter suas disposições patrimoniais.

Por isso, foi determinado que o testamento permanece válido, podendo haver apenas ajustes para garantir a parte da herança que a lei reserva aos herdeiros necessários.

Se há dúvidas sobre testamento, herança ou reconhecimento de filhos, buscar orientação jurídica pode ser essencial para entender como a lei se aplica a cada caso.

Construir em terreno de familiares é uma prática comum no Brasil, principalmente quando o casal busca reduzir custos no ...
06/05/2026

Construir em terreno de familiares é uma prática comum no Brasil, principalmente quando o casal busca reduzir custos no início da vida em conjunto.

As dúvidas costumam surgir após o falecimento de um dos companheiros, quando se questiona quem é o proprietário da casa e quais direitos possui quem permaneceu no imóvel.

Em regra, a construção acompanha a propriedade do terreno. Ou seja, quem é dono do terreno tende a ser considerado dono da edif**ação. Isso, porém, não signif**a que quem investiu na obra fique sem proteção jurídica.

A legislação reconhece direitos relacionados às benfeitorias. Quando a viúva ou o viúvo comprova que contribuiu com recursos próprios para a construção, pode surgir o direito de ser indenizado pelo valor investido ou até de exercer direito de retenção do imóvel até o ressarcimento, dependendo das circunstâncias.

A análise depende de fatores como a forma de realização da obra, quem arcou com os custos, a existência de acordo familiar e a eventual configuração de união estável.

Por isso, reunir provas é essencial. Notas fiscais de materiais, comprovantes de pagamento, contratos, mensagens, testemunhas e outros documentos que demonstrem a participação na construção podem ser determinantes.

Compartilhe este conteúdo com quem possa enfrentar situação semelhante, salve para consultar depois e busque orientação jurídica especializada para avaliar os documentos e os direitos envolvidos.

Receber a notícia de que um familiar deixou dívidas junto com a herança gera preocupação. Mas os filhos não são obrigado...
05/05/2026

Receber a notícia de que um familiar deixou dívidas junto com a herança gera preocupação. Mas os filhos não são obrigados a pagar essas contas com o próprio dinheiro.

A legislação brasileira é clara. As dívidas não são herdadas da mesma forma que os bens, o que protege o patrimônio pessoal da família.

Quem responde pelas pendências é o espólio, ou seja, o conjunto de bens, direitos e valores deixados pelo falecido. A responsabilidade f**a limitada ao valor da herança.

Na prática, se a dívida for maior que os bens, o restante do prejuízo f**a com os credores. Nenhum herdeiro precisa cobrir essa diferença com recursos próprios.

Além disso, muitos contratos bancários, financiamentos e cartões de crédito têm seguros que quitam a dívida em caso de falecimento.

Você conhecia essa regra sobre dívidas na herança? Deixe um comentário, compartilhe com a família, salve para consultar depois e busque a orientação de um especialista em direito sucessório para analisar o inventário.

Ser fiador é assumir a responsabilidade de pagar a dívida caso o inquilino não cumpra o contrato. Por isso, a possibilid...
30/04/2026

Ser fiador é assumir a responsabilidade de pagar a dívida caso o inquilino não cumpra o contrato. Por isso, a possibilidade de desistência depende do momento em que o contrato de locação se encontra.

Quando o contrato já venceu e passou a vigorar por prazo indeterminado, o fiador pode se exonerar da obrigação. Para isso, é necessário comunicar formalmente o proprietário do imóvel por escrito.

Mesmo após a notif**ação, a responsabilidade não termina imediatamente. A lei estabelece que o fiador ainda responde pelas obrigações do contrato por até cento e vinte dias, período destinado à substituição da garantia.

Se o contrato ainda estiver dentro do prazo determinado originalmente pactuado, a exoneração não pode ocorrer de forma unilateral. Nesse caso, a saída depende da concordância do locador ou da apresentação de novo fiador que seja aceito.

Como cada contrato pode conter cláusulas específ**as, é fundamental analisar o documento antes de tomar qualquer decisão.

Se você conhece alguém que é fiador ou pensa em assumir essa função, compartilhe este conteúdo e acompanhe a página para mais orientações sobre direitos e responsabilidades.

Registrar um imóvel no nome de um filho menor não dá aos pais liberdade total para vendê-lo depois. A lei impõe regras p...
28/04/2026

Registrar um imóvel no nome de um filho menor não dá aos pais liberdade total para vendê-lo depois. A lei impõe regras para proteger o patrimônio da criança ou do adolescente.

Os pais são representantes legais, mas a administração desses bens tem limites. A venda de imóvel de menor depende de autorização judicial.

Nesse processo, o juiz analisa se a venda é necessária e vantajosa. A liberação só ocorre quando f**a comprovado que o valor será usado em benefício direto do menor.

Ignorar essa exigência traz riscos. Uma venda feita sem autorização pode ser anulada quando o filho atingir a maioridade, com devolução de valores e possíveis disputas judiciais.

Negociar bens de menores exige cuidado técnico e planejamento.

Deixe um comentário, compartilhe, salve para consultar depois e busque a orientação de um advogado especialista antes de realizar qualquer negociação.

Trocar um imóvel por outro pode parecer simples, mas um contrato de permuta imobiliária envolve muitos detalhes que, se ...
27/04/2026

Trocar um imóvel por outro pode parecer simples, mas um contrato de permuta imobiliária envolve muitos detalhes que, se ignorados, podem gerar dores de cabeça no futuro.

Por isso, é essencial estar atento a alguns pontos antes de assinar.

Documentação em dia.

-Exija a matrícula atualizada dos imóveis e certidões negativas de débitos municipais e condominiais. Dessa forma, você garante que não está assumindo dívidas escondidas.

Avaliação justa dos imóveis.

-Peça que um avaliador imparcial faça a análise do valor de mercado. Isso evita trocas desiguais e garante que todos saiam ganhando.

Contrato bem detalhado.

-Deixe tudo registrado por escrito: valores, prazos de entrega, responsabilidades com impostos, como ITBI, e até quem arcará com eventuais reparos. Quanto mais claro, menor o risco de conflito.

Orientação de um advogado especializado.

-A permuta imobiliária envolve questões legais complexas. Ter um profissional especializado em Direito Imobiliário ao seu lado é a melhor forma de proteger seus direitos e evitar problemas no futuro.

Muita gente acredita que, depois de registrar a marca, o problema está resolvido para sempre. A verdade é que o registro...
24/04/2026

Muita gente acredita que, depois de registrar a marca, o problema está resolvido para sempre. A verdade é que o registro não é vitalício e exige atenção contínua para não perder um patrimônio valioso do negócio.

No Brasil, a marca registrada no INPI tem validade de 10 anos, contados a partir da concessão. Após esse período, ela só continua protegida se o titular solicitar a renovação.

Essa renovação pode ser feita a cada novo ciclo de 10 anos. Ou seja, a proteção pode durar indefinidamente, desde que os prazos e as taxas sejam respeitados.

O problema surge quando o empresário esquece desse detalhe. Se a renovação não for pedida no último ano de vigência, ainda há um prazo extra de seis meses, com multa, e depois disso o registro é extinto.

Com a extinção, a marca f**a livre no mercado. Isso permite que qualquer terceiro, inclusive um concorrente, registre aquele nome ou sinal.

Outro ponto pouco conhecido é que não basta ter o registro ativo. Se a marca não for usada por cinco anos consecutivos, ela pode sofrer caducidade e perder a exclusividade.

É como ter um imóvel no seu nome, mas abandonado. A lei entende que a falta de uso pode levar à perda do direito.

Por isso, proteger uma marca não é um ato único. É um processo contínuo de controle de prazos, uso efetivo e cuidado estratégico.

Se esse conteúdo te ajudou, comenta aqui, compartilha com quem tem negócio e salva esse post para não esquecer. E para evitar surpresas que podem custar anos de construção de marca, consultar um advogado especializado em propriedade intelectual faz toda a diferença.

Participar de uma licitação exige organização prévia, pois cada detalhe pode influenciar no resultado.O primeiro passo é...
23/04/2026

Participar de uma licitação exige organização prévia, pois cada detalhe pode influenciar no resultado.

O primeiro passo é a leitura completa do edital. Muitos problemas surgem quando a empresa consulta apenas o resumo e deixa de observar cláusulas importantes. O edital define prazos, documentos exigidos, critérios de julgamento e todas as regras da disputa.

Também é essencial verif**ar a regularidade fiscal e trabalhista da empresa, mantendo atualizadas as certidões negativas exigidas.

Além disso, é necessário analisar se a empresa possui a qualif**ação técnica prevista, como atestados de capacidade compatíveis com o objeto da licitação, e se atende aos requisitos de capacidade econômico-financeira, como balanço patrimonial e índices contábeis.

Outro ponto decisivo é a atenção aos prazos. A perda do prazo para envio da proposta ou apresentação de recurso pode resultar em eliminação automática.

Uma preparação adequada reduz riscos e aumenta as chances de participação segura no processo licitatório.

Salve este conteúdo, compartilhe com sua equipe e considere uma análise jurídica do edital antes de participar da próxima licitação.

Muitas empresas crescem e mudam o modelo de atuação, mas continuam operando com o mesmo contrato social da época de fund...
22/04/2026

Muitas empresas crescem e mudam o modelo de atuação, mas continuam operando com o mesmo contrato social da época de fundação. Manter esse documento desatualizado pode representar um risco estratégico para o negócio.

O contrato social é a base jurídica que define o poder de decisão e os limites de responsabilidade. Um erro comum é a falta de cláusulas atualizadas sobre distribuição de lucros e poderes de administração.

Outro ponto crítico é a ausência de regras para a entrada e saída de sócios. Sem cláusulas de preferência, confidencialidade ou não concorrência, o patrimônio e as informações da empresa f**am mais vulneráveis.

O documento também deve delimitar as responsabilidades financeiras. Definir quem pode assinar contratos ou assumir empréstimos ajuda a evitar problemas e responsabilidades indevidas.

Quando surgem conflitos entre sócios, o que prevalece é o que está escrito no contrato. A falta de regras claras pode gerar disputas judiciais longas e custosas.

O contrato social da sua empresa acompanhou o crescimento do negócio? Deixe seu comentário, compartilhe o post com seus sócios, salve para consultar depois e busque orientação especializada para revisar as cláusulas.

O funcionário que comete uma falta grave durante o aviso prévio pode ter sua rescisão imotivada convolada numa dispensa ...
17/04/2026

O funcionário que comete uma falta grave durante o aviso prévio pode ter sua rescisão imotivada convolada numa dispensa por justa causa.

Alguns exemplos dessas faltas são: incontinência de conduta, embriaguez habitual ou em serviço, insubordinação e ato de improbidade.

Nesses casos, algumas ações podem ser aplicadas:

1 - Comunique o funcionário:

O empregador deve comunicar a falta grave por escrito, detalhando o que aconteceu e as medidas que serão tomadas;

2 - Convoque-o para uma sindicância:

O empregador pode convocar o funcionário para uma sindicância a fim de apurar os fatos e proporcionar a oportunidade de defesa.

3 - Rescinda o contrato de trabalho por justa causa:

Confirmada a falta grave, a empresa pode rescindir o contrato de trabalho por justa causa.

É importante que o empregador tenha provas robustas, como documentos, testemunhas ou imagens.

Para obter orientação específ**a sobre o seu caso, consulte um advogado.

Endereço

Rua Vitor Maraninchi, 114
Camaquã, RS
96785174

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 12:00
13:30 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 12:00
13:30 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 12:00
13:30 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 12:00
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Sexta-feira 09:00 - 12:00
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