25/04/2021
👨👧Conheça um pouco da minha história como pai.
Quando soube da gravidez da Ana, eu gelei.
Sabia que minha vida iria mudar, mas nunca imaginei que seria uma mudança tão intensa e feliz. Desde os primeiros segundos fiz de tudo para estar presente na sua formação, troquei fraldas, dei mamadeira, acordei madrugadas e rezei para as cólicas passarem. Em nenhum momento me posicionei como um pai incrível, pelo contrário, sei que tudo isso é o básico. Ser pai integral e presente é o mínimo que posso fazer para minha filha.
Com a pandemia, veio a falta das aulas presenciais, e depois de muito conversa eu e minha esposa decidimos que eu faria o home office, pois o trabalho dela depende de sua presença física.
Hoje eu e a Ana ficamos praticamente 24 horas juntos, e provavelmente se você me ligar lá pelas 14h você irá escutar o som da voz dela. Todos os dias, eu e ela, equilibramos entre prazos, réplicas, atividades da escola e idas na pracinha...
Se é cansativo? Sem dúvida, mas ser pai é o meu papel principal, é meu propósito de vida.
Já perdi as contas de quantas madrugadas passei acordado para manter a qualidade do trabalho, para no outro dia ter o prazer de passar algumas horas de qualidade com minha filha.
Essa é a nova realidade da minha família, porém cuidamos para preservar os velhos hábitos, como nosso chimarrão em família no final da tarde e o café quentinho da manhã na cama. Isso é o que nos faz uma família.
Quando a Ana Clara nasceu eu soube que minha vida iria mudar, mas nunca me imaginei tão feliz sendo o melhor pai e advogado em que posso ser.