Rodrigues Ribeiro Advogados

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O Dia do Advogado é comemorado anualmente no mês de agosto.Profissionais atuam na defesa dos interesses de seus clientes...
11/08/2026

O Dia do Advogado é comemorado anualmente no mês de agosto.

Profissionais atuam na defesa dos interesses de seus clientes, representam as partes em processos judiciais e são responsáveis por garantir o cumprimento das leis e das normas jurídicas.

Além disso, os advogados também têm um papel fundamental na luta pela garantia dos direitos humanos e na promoção da igualdade e da justiça social.

Neste Dia do Advogado, é importante valorizarmos a atuação da advocacia na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Quando falamos em benefícios por incapacidade oferecidos pelo INSS, muitas pessoas ficam em dúvida.Especialmente, sobre ...
11/08/2026

Quando falamos em benefícios por incapacidade oferecidos pelo INSS, muitas pessoas ficam em dúvida.

Especialmente, sobre as diferenças entre o auxílio por incapacidade temporária e o auxílio-acidente.

Ambos são importantes, mas possuem finalidades e critérios distintos.

Leia até o final para descobrir!

O auxílio por incapacidade temporária tem como objetivo substituir a renda do trabalhador que precisa se afastar do trabalho devido a uma incapacidade total e temporária, causada por doença ou acidente.

Ele pode ser de duas espécies:

→ Acidentário: quando a incapacidade tem relação com o trabalho, garantindo estabilidade de 12 meses após o retorno;

→ Previdenciário: para doenças ou acidentes sem vínculo com o trabalho, sem estabilidade após o retorno.

Já o auxílio-acidente é um benefício de natureza indenizatória.

Ele não substitui a renda, mas compensa o segurado que sofreu um acidente e ficou com sequelas que reduziram sua capacidade de trabalho de forma permanente.

Nesse caso, o segurado pode continuar trabalhando, mas com limitações.

Agora, atenção aos direitos de cada categoria:

– Auxílio por incapacidade temporária: disponível para todos os segurados do INSS, incluindo empregados, autônomos e contribuintes facultativos.

– Auxílio-acidente: concedido apenas para empregados (urbanos ou rurais), empregados domésticos, trabalhadores avulsos e segurados especiais.

Infelizmente, autônomos e contribuintes facultativos não têm direito a esse benefício.

Por isso, o tipo de incapacidade e o vínculo do trabalhador com o INSS são determinantes para a concessão de cada benefício.

Ficou com dúvidas sobre o benefício que você pode solicitar?

Consulte um advogado previdenciário para analisar sua situação.

Arquiteto,  já parou para analisar detalhadamente os seus contratos profissionais?Separamos oito dicas fundamentais que ...
10/08/2026

Arquiteto, já parou para analisar detalhadamente os seus contratos profissionais?

Separamos oito dicas fundamentais que todo profissional da área deve considerar para se proteger e garantir um relacionamento saudável com os seus clientes:

1 – Defina com clareza o escopo dos serviços: deixe tudo bem especificado para evitar múltiplas interpretações;

2 – Estabeleça prazos realistas: seja criterioso ao estipular os cronogramas, considerando a real capacidade de execução dos serviços;

3 – Deixe claros os honorários e formas de pagamento: inclua valores, parcelamentos, reajustes e penalidades por atrasos;

4 – Inclua cláusulas de resolução de conflitos: preveja mecanismos de mediação e arbitragem para eventuais divergências;

5 – Defina os direitos autorais e de propriedade intelectual: deixe claro quem detém os direitos sobre os projetos e documentos;

6 – Descreva as condições de rescisão contratual: esclareça quando e como o contrato pode ser encerrado, além de prever multa por quebra contratual;

7 – Atenção à responsabilidade e seguros: distribua claramente as responsabilidades e avalie a necessidade de contratação de seguros;

8 – Mantenha registros e documentação: arquive com cuidado todos os documentos relacionados ao contrato.

Com essas dicas e o apoio jurídico de um profissional especializado, os seus contratos certamente serão mais seguros e equilibrados!

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No Brasil, a Lei nº 9.656/1998 é a responsável pela disposição dos planos de saúde e seguros privados de assistência.É n...
09/08/2026

No Brasil, a Lei nº 9.656/1998 é a responsável pela disposição dos planos de saúde e seguros privados de assistência.

É nessa legislação que se estabelecem os limites dos planos de saúde, os modos de cobertura e os seus tipos, como o individual, o familiar e o empresarial.

Uma das questões que sempre é colocada em pauta diz respeito às condições de um cancelamento.

Por exemplo: o plano de saúde pode ser cancelado enquanto o paciente estiver em tratamento médico?

Segundo decisão do Superior Tribunal de Justiça, no caso de um usuário em internamento, independentemente do regime de contratação, o plano de saúde deverá aguardar a conclusão do tratamento para encerrar o contrato.

Ou seja, em regra, não.

O plano não pode rescindir unilateralmente o contrato se o titular ou seus dependentes estiverem sob tratamento.

Mesmo em casos que seja uma vontade da empresa empregadora ou da administradora cancelar o acordo entre as partes.

Isso se dá por força do princípio da dignidade da pessoa humana e da preservação da saúde.

Esses são princípios constitucionais fundamentais no ordenamento jurídico e têm uma força muito maior do que cláusulas ou prazos contratuais.

A integridade física e a sobrevivência do usuário sempre deverão prevalecer no caso concreto.

Caso isso ocorra, o paciente prejudicado deverá imediatamente buscar um advogado especializado para buscar a intervenção do Poder Judiciário.

Não só para requerer o restabelecimento da cobertura durante este período, mas, a depender do caso, também a indenização devida pelos danos morais suportados.

Para maiores informações, acompanhe nossos posts e siga o nosso perfil!

O sócio oculto é aquele que atua como investidor e participa dos lucros de uma empresa, mas não aparece formalmente no q...
07/08/2026

O sócio oculto é aquele que atua como investidor e participa dos lucros de uma empresa, mas não aparece formalmente no quadro societário e nem participa da gestão do negócio.

Essa prática, embora legítima, pode gerar diversas implicações legais em alguns casos, especialmente no que diz respeito à responsabilidade pelas dívidas da sociedade.

Isso porque, ao não constar nos documentos oficiais da empresa, muitas vezes, esse tipo de sociedade é utilizado para fins fraudulentos.

No entanto, a lei e a jurisprudência têm se posicionado de forma a responsabilizar o sócio oculto em determinadas situações.

A jurisprudência tem se consolidado no sentido de responsabilizar o sócio oculto pelas dívidas da empresa quando há indícios de que ele participava de fato da gestão do negócio.

No entanto, a identificação de um sócio oculto pode ser complexa, mas alguns indícios podem ajudar a comprovar sua existência.

A análise das contas bancárias da empresa, por exemplo, pode revelar depósitos repetidos feitos para pessoas que não constam como sócios.

Além disso, se houver alguma suspeita, é possível realizar a análise, mediante autorização judicial, da declaração de imposto de renda do sócio.

Esse documento pode revelar informações sobre a participação dele nos lucros da empresa.

A responsabilidade do sócio oculto varia de acordo com a legislação e a jurisprudência, bem como com o grau de participação na gestão da empresa.

É fundamental que os empresários busquem orientação jurídica para entender os riscos e as responsabilidades envolvidas na existência de um sócio oculto.

Ficou com alguma dúvida?

Entre em contato com um advogado especializado.

Em decisão, o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que em casos de terceirização no setor público, cabe ao trabalhador...
03/08/2026

Em decisão, o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que em casos de terceirização no setor público, cabe ao trabalhador comprovar que houve falha na fiscalização das obrigações trabalhistas.

O julgamento foi baseado no argumento que a administração pública só pode ser responsabilizada se houver prova clara de omissão ou negligência na fiscalização dos contratos.

Dessa forma, o empregado deve demonstrar que:

→ O poder público tinha conhecimento das irregularidades e não tomou providências;

→ Houve negligência na fiscalização do contrato;

→ Existe uma relação de causalidade entre o dano sofrido e a falta de ação da administração.

Com essa decisão, quem processar a administração pública alegando falta de fiscalização terá que apresentar provas concretas de que houve falha.

O que achou dessa decisão? Ficou com alguma dúvida?

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– RE: 1.298.647.

Você sabia que não há um percentual fixo de entrada exigido por lei para compras parceladas?Isso mesmo!O Código de Defes...
31/07/2026

Você sabia que não há um percentual fixo de entrada exigido por lei para compras parceladas?

Isso mesmo!

O Código de Defesa do Consumidor não estabelece regras específicas sobre valores de entrada.

Mas prevê que o consumidor tenha direito à informação clara sobre os produtos e serviços, incluindo condições de pagamento.

Portanto, os fornecedores têm liberdade para estabelecer a entrada, mas o valor deve ser informado de forma clara e proporcional ao valor total do produto ou serviço.

Dessa maneira, as condições de pagamento devem respeitar a boa-fé e a transparência.

Em outras palavras, o comerciante tem autonomia para definir a entrada, desde que não haja prática abusiva ou desvantagens excessivas.

Se identificar cobranças desproporcionais ou abusivas, busque orientação em órgãos de defesa do consumidor e fique atento aos seus direitos!

Assumir a responsabilidade de fiador é um compromisso sério, mas você sabe quando essa obrigação pode ser encerrada?Vamo...
27/07/2026

Assumir a responsabilidade de fiador é um compromisso sério, mas você sabe quando essa obrigação pode ser encerrada?

Vamos esclarecer isso de forma simples.

A obrigação do fiador geralmente termina junto com o contrato de locação ou de crédito pelo qual ele deu garantia.

No entanto, o fiador pode se exonerar da responsabilidade se comunicar a sua intenção por escrito ao credor.

Especialmente em contratos de prazo indeterminado, como os de aluguel, antes de uma renovação automática.

Além disso, é importante destacar que mesmo após a comunicação da intenção de exoneração, o fiador ainda pode ser responsável pela fiança durante 120 dias após a notificação ao locador.

Outro ponto importante é a substituição do fiador durante a vigência do contrato, que pode ser solicitada mediante acordo entre as partes envolvidas.

Você é fiador e tem dúvidas sobre como e quando pode terminar suas responsabilidades ou deseja mais informações sobre os seus direitos?

Procure orientação legal especializada!

Trabalhar no setor de energia elétrica é desafiador e requer conhecimento específico sobre seus direitos.Aqui estão 3 de...
17/07/2026

Trabalhar no setor de energia elétrica é desafiador e requer conhecimento específico sobre seus direitos.

Aqui estão 3 deles, cruciais para quem atua nessa área:

1 – Adicional de periculosidade:

Devido aos riscos inerentes ao trabalho com eletricidade, os profissionais têm direito ao adicional, que aumenta significativamente o salário base.

2 – Equipamentos de Proteção Individual (EPIs):

O fornecimento de EPIs adequados e em perfeito estado é obrigatório. Eles são essenciais para garantir a segurança no trabalho diário.

3 – Treinamento e capacitação:

O setor exige constante atualização.

Os empregadores devem, então, proporcionar treinamentos regulares sobre segurança, manuseio de equipamentos e capacitações em novas tecnologias.

Você trabalha nesse setor e tem dúvidas sobre seus direitos ou acha que eles não estão sendo respeitados?

Procure um escritório de advocacia especializado para obter orientação jurídica!

Se você já se perguntou se um banco pode ser culpado por fraudes cometidas por terceiros, este post é para você!Confira ...
15/07/2026

Se você já se perguntou se um banco pode ser culpado por fraudes cometidas por terceiros, este post é para você!

Confira esta história surpreendente e entenda seus direitos:

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu a responsabilidade de um banco diante de um golpe aplicado por um estelionatário contra dois clientes idosos.

O tribunal determinou que o banco devolvesse o dinheiro desviado dos clientes e considerou inexigível o empréstimo feito em nome deles.

No caso em questão, o estelionatário se passou por funcionário do banco e induziu um dos titulares da conta a aumentar o limite de suas transações em um caixa eletrônico.

Em seguida, contratou um empréstimo em nome do cliente e usou o dinheiro para pagar despesas de cartão de crédito e dívidas fiscais de outro estado.

O tribunal destacou que os bancos têm o dever de desenvolver mecanismos de segurança para identificar e impedir movimentações financeiras suspeitas.

Essa responsabilidade é baseada no Código de Defesa do Consumidor e no entendimento do STJ.

Além disso, foi ressaltado a importância de considerar a vulnerabilidade dos consumidores, especialmente no caso de pessoas idosas.

Mesmo que os consumidores devam ter cautela em transações realizadas por telefone e meios digitais, isso não significa que eles assumiram o risco de contratação de um empréstimo fraudulento.

Se você ou alguém que você conhece foi vítima de uma fraude semelhante, entre em contato com uma equipe de advogados especializados em direito do consumidor.

Endereço

SCS Quadra 1, Bloco G, Salas 601/608, Edifício Baracat/Asa Sul
Brasília, DF
70.309-900

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