Movimento Mais Mulheres na OAB/DF

Movimento Mais Mulheres na OAB/DF Igualdade de gênero. Mais mulheres na politica de ordem. Movimento Mais Mulheres na OAB/DF. Comiss?

No Brasil, em 2019, quase 80% das pessoas assassinadas pela polícia eram negras. Não são apenas números, são vidas perdi...
22/11/2020

No Brasil, em 2019, quase 80% das pessoas assassinadas pela polícia eram negras.

Não são apenas números, são vidas perdidas.
A cada 23 minutos, uma mãe negra chora a perda de seu filho.
É preciso parar de naturalizar a morte da população negra.
É mais do que urgente termos uma sociedade justa e igualitária.

Não existe democracia plena em um país ra***ta.

03/11/2020

A jovem influencer Mariana Ferrer afirma ter sido estuprada numa festa. A justiça entendeu que o réu, um empresário rico, ‘não teve intenção’ de estuprá-la. Vídeo inédito mostra defesa do acusado humilhando a jovem.
Via


Às mulheres vítimas de violência, essas palavras significam não ser humilhada na frente de um tribunal de homens. Todos brancos. Todos parecidos entre si na aliança silenciosa que os une para sustentar que haveria “estupro culposo” no país. Ou seja, uma nova categoria penal: uma brutal violência contra a mulher, porém sem a intenção de estuprá-la.
Assista. É doloroso. Foi muito para mim. Porém nosso testemunho é uma forma de amplificar a voz da vítima.
Via

12/05/2020

As redes sociais estão fervilhando diante da publicação de um vídeo feita pelo Estratégia Concursos. Nas imagens, o cursinho associa as bancas organizadoras de concursos a estupradores.

Nas imagens, uma mulher branca, indicada como “concurseiro”, é carregada por um homem negro, seguido por outros homens, chamados de examinadores do Cespe, uma da mais famosas bancas de concursos do país.

O Estratégia tem uma postura muito agressiva no mercado e nas redes sociais. Durante as últimas eleições presidenciais, fez campanha aberta por Jair Bolsonaro.

http://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/cursinho-associa-bancas-organizadoras-de-concursos-a-estupradores/

Uma reflexão sobre como a violência obstétrica incide, especialmente, sobre as mulheres negras:"Está em vigência uma pol...
15/12/2019

Uma reflexão sobre como a violência obstétrica incide, especialmente, sobre as mulheres negras:
"Está em vigência uma política de saúde reprodutiva que, sistematicamente, viola direitos humanos de mulheres e crianças negras ao negligenciar a perspectiva racial transversal na agenda, formulação e execução.
Em especial, destacamos deste cenário a violência obstétrica, que se caracteriza pela violação de direitos da mulher nos serviços de saúde durante o pré-natal, parto, puerpério ou situações de abortamento e está diretamente relacionada com os índices de morte materna."

A violência obstétrica está diretamente relacionada com os índices de morte materna

O questionamento da Lei de Alienação Parental parte do argumento de que esta lei se mostrou uma ferramenta de discrimina...
03/12/2019

O questionamento da Lei de Alienação Parental parte do argumento de que esta lei se mostrou uma ferramenta de discriminação contra as mulheres, lesando o direito delas, das famílias e das crianças.

O PL nº 4.053 de 2008 tramitou de forma célere sem a participação dos usuários que figurariam no polo passivo das demandas de alienação parental, quais sejam, mulheres-mães, as organizações e órgãos de defesa dos direitos das mulheres e órgãos de garantia dos direitos das crianças e adolescentes.

Além de ser assunto praticamente desconhecido dos parlamentares e operadores do direito na época - há mais de 10 anos.

https://www.jota.info/stf/do-supremo/associacao-de-advogadas-contesta-lei-de-alienacao-parental-no-stf-02122019

@ Brasília, Brazil

27/08/2019

A Associação de Advogadas/os pela Igualdade de Gênero, Raça e Etnia - AAIGRE vem publicamente, neste momento de imensa tristeza e indignação, manifestar sua solidariedade aos/às familiares, amigos/as e a todos os entes queridos da ADVOGADA Letícia Sousa Curado, pelo cruel crime de feminicídio, mais um na trágica e crescente estatística de crimes contra a mulher.

MULHER, filha, amiga, mãe, esposa, profissional, estudiosa, cheia de coragem, vigor e sonhos, que abraçou a profissão e a maternidade como projetos de vida..., Letícia soma-se às milhares de mulheres nessa sombria prática do feminicídio. Transfigura-se em símbolo da luta cotidiana de todas nós, mulheres (e homens), que reivindicamos paz e o direito a uma vida sem violência, mesmo em uma sociedade estruturada pelo machismo, pelo desrespeito, pela intolerância e pela misoginia.

O assassinato de Letícia é produto desta mesma sociedade, liderada por aqueles que legitimam o ódio e a aversão ao feminino, que subjugam e hierarquizam as relações sociais de gênero, nos colocando diariamente como objetos em condição de socialização frágil e domesticável, uma feminilidade idealizada pelo patriarcado sem reconhecimento, sem equanimidade e sem justiça.

Letícia, sua voz, suas lágrimas, seu espírito, seus fluidos de vida, seu grito, ecoam em cada uma/um de nós, agora e sempre, nas nossas consciências, pela memória daquelas que nos antecederam e daquelas que nos sucederão nesta LUTA FEMINISTA incessante.

Nós, coletivo de Advogadas/as compromissada/os com a igualdade de gênero, raça e etnia, colocamo-nos à disposição de sua família, esposo e filho, para atuação como assistentes de acusação durante todo o julgamento, em busca da garantia de um processo penal FEMINISTA.

26/08/2019

Documentos mostram que Ibama foi avisado sobre plano de incendiar a floresta no dia 7 de agosto

10/08/2019
A Associação de Advogadas pela Igualdade de Gênero, Raça e Etnia convida para Roda de Conversa com as advogadas Laís Car...
06/07/2019

A Associação de Advogadas pela Igualdade de Gênero, Raça e Etnia convida para Roda de Conversa com as advogadas Laís Carrano e Renata Amaral, além da assessora jurídica do MPF Nayara Teixeira, sobre o tema Violência Contra a Mulher e os Reflexos no Mundo do Trabalho.

A conversa ocorrerá dia 11 de julho, quinta-feira, às 19h, na sala da Associação (sala 806, bloco B-60, do Venâncio Shopping – elevadores da portaria ao lado do Outback).
Vagas limitadas devido ao espaço reduzido.

Inscrições pelo e-mail [email protected], informando nome, qual seu interesse/relação com o tema da roda de conversa e se trabalha na área do Direito do Trabalho.

Laís Carrano é sócia de LBS Advogados, especialista em Direto e Processo do Trabalho, especialista em Derechos Humanos Laborales y Derecho Transnacional del Trabajo pela Universidade Castilla-La Mancha.

Renata Amaral é Presidente da AAIGRE, sócia do escritório feminista Teodoro e Amaral Advogadas, advogada com atuação nas Cortes Superiores e doutoranda pela Pontifícia Universidad Catolica Argentina.

Nayara Teixeira é bacharel em Direito, Mestre em Psicologia, Assessora Jurídica da PFDC/MPF. Trabalha com temáticas de gênero, feminismos, Sistema de Justiça e Direitos Humanos.

A Associação das Advogadas pela Igualdade de Gênero, Raça e Etnia (AAIGRE) e a Defensoria Pública do DF (DPDF) impetrara...
17/06/2019

A Associação das Advogadas pela Igualdade de Gênero, Raça e Etnia (AAIGRE) e a Defensoria Pública do DF (DPDF) impetraram habeas corpus coletivo (0710553-35.2019.8.07.0000) para que o TJDFT reaprecie a condição de prisão de mulheres gestantes, mães de crianças de até 12 anos ou com deficiência que permanecem presas no DF.

A substituição da prisão preventiva por domiciliar de mulheres presas, em todo o território nacional, que sejam gestantes, mães de crianças de até 12 anos ou de pessoas com deficiência foi determinada pela 2º turma do Supremo Tribunal Federal (STF), em 2018.

Leia a matéria no site da Defensoria Pública do DF: http://www.defensoria.df.gov.br/defensoria-pede-que-juizes-reapreciem-situacao-de-mulheres-gravidas-maes-de-criancas-de-ate-12-anos-ou-com-deficiencia-que-permanecem-presas-no-df/

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