06/01/2026
No final do ano passado tive o prazer de visitar algumas das unidades da rede de academias ULTRA em Brasília, tendo como multifranqueados Cristiane e Marcelo Pinto que estão no mercado fitness desde agosto de 2006.
Atualmente possuem três unidades em funcionamento em Brasília localizadas no Lago Sul (ao lado do Pier 21), Jardim Botânico e Botanic Mall. O total de usuários dessas unidades são 9.500. A quarta academia será inaugurada nesse mês na L2 Sul Quadra 604, sendo classificada como a maior da rede na América do Sul com previsão de 6.000 alunos.
Neste ano, o grupo pretende expandir a rede também no Estado do Ceará, começando por Fortaleza.
O propósito da empresa é oferecer atividade física com profissionais qualificados e aparelhos de última geração, visando à saúde e ao bem-estar de pessoas de todas as idades dentro do modelo low cost.
Na reunião informal, conversamos sobre a importância do Conselho Consultivo na governança corporativa.
Em uma rede de academias, crescer de forma sustentável vai muito além de ampliar unidades ou aumentar o número de alunos. Exige governança, visão estratégica e decisões bem fundamentadas, e o Conselho Consultivo assume um papel essencial para alcançar o sucesso do negócio.
O Conselho Consultivo atua como um órgão de apoio à alta gestão, reunindo profissionais experientes que contribuem com análises independentes, visão de mercado e boas práticas de governança. No segmento de academias — altamente competitivo, dinâmico e sensível às tendências de saúde, bem-estar, tecnologia e experiência do cliente — essa estrutura se torna ainda mais relevante.
Sua atuação fortalece:
• a qualidade das decisões estratégicas;
• a gestão de riscos operacionais, financeiros e reputacionais;
• a profissionalização da gestão;
• a perenidade do negócio.
Mais do que um espaço de aconselhamento, o Conselho Consultivo é um instrumento de maturidade empresarial, capaz de conectar estratégia, governança e desempenho. Para redes de academias que buscam escala, credibilidade e longevidade, investir em governança não é custo — é vantagem competitiva.
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