Gallotti Advogados Associados

Gallotti Advogados Associados O escritório Gallotti Advogados Associados – GAA, tem 25 anos de experiência profissional atende

A especialização do GAA nos ramos jurídicos voltados para portos permite o atendimento do cliente em todas as esferas do sistema portuário, visando à obtenção da outorga a novos projetos e à manutenção, regularização, ampliação e modernização de empreendimentos já consolidados. Realizamos ainda o assessoramento jurídico durante toda a fase de construção e operação dos terminais, intermediando, ori

entando e solucionando as necessidades cotidianas e até extraordinárias advindas ao longo da exploração da instalação portuária, seja esta pública ou privada. Ademais, na esfera da advocacia preventiva prestamos consultoria jurídico-portuária e na área administrativa promovemos a representação de players como Autorizatários, Arrendatários, Operadores Portuários, Administrações Portuárias, entre outros, perante órgãos que detêm competência relativa a transportes aquaviários e infraestrutura portuária. Atuamos também em prol do desenvolvimento eficiente e satisfatório das atividades portuárias e da navegação, nas áreas cível, ambiental, tributária e administrativa, especialmente, na elaboração de ações e interposição de recursos dirigidos aos tribunais superiores.

A ANTAQ tem avançado na revisão dos modelos econômico-financeiros de importantes contratos de arrendamento portuário. Um...
22/05/2026

A ANTAQ tem avançado na revisão dos modelos econômico-financeiros de importantes contratos de arrendamento portuário.

Um exemplo central é a recente deliberação sobre o reequilíbrio do terminal Sepetiba Tecon, no Porto de Itaguaí (RJ).

A medida foca na retificação de erros materiais e na atualização de fórmulas de custos que impactam o Valor Presente Líquido (VPL) das concessões.

A atualização introduz ajustes nas projeções originais dos contratos, especialmente em variáveis de demanda e custos operacionais, ao mesmo tempo em que reforça a segurança jurídica ao consolidar critérios técnicos mais claros para pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro.

O objetivo é assegurar que a matriz de riscos reflita a realidade operacional atual, corrigindo distorções que poderiam comprometer a sustentabilidade financeira dos projetos de longo prazo.

A digitalização dos portos brasileiros trouxe eficiência, mas também os colocou na mira dos hackers.Arraste para o lado ...
21/05/2026

A digitalização dos portos brasileiros trouxe eficiência, mas também os colocou na mira dos hackers.

Arraste para o lado para entender os aspectos jurídicos dessa ameaça e os marcos regulatórios que estão moldando a proteção da infraestrutura portuária brasileira.

O setor portuário vive um momento de euforia com inúmeros novos leilões, contratos e recordes sendo quebrados com frequê...
18/05/2026

O setor portuário vive um momento de euforia com inúmeros novos leilões, contratos e recordes sendo quebrados com frequência.

Porém, de nada adianta o capital estar disponível se a resposta regulatória e a infraestrutura de acesso não acompanharem a velocidade dos investimentos.

Confira a análise completa da Dra. sobre os gargalos que ainda travam o crescimento do nosso setor no .

28/04/2026

O Ministério de Portos e Aeroportos avança em uma nova fase do Programa Navegue Simples, trazendo a modernização da gestão como pilar central.

A integração entre o Ministério, a ANTAQ e a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) promete transformar a dinâmica do setor.

O Dr. Gustavo Pôrto de Carvalho explica no vídeo como essas mudanças impactam o ambiente de negócios.

Fique atento: o lançamento oficial de todas as entregas desta fase ocorre no dia 30 de setembro!

10/04/2026

O Porto de Fortaleza deu um passo decisivo rumo à descarbonização!

Com o novo plano estratégico desenvolvido pela Fundação Valenciaport, o terminal visa zerar suas emissões de carbono até 2050.

No vídeo, o Dr. Denin Banholi, sócio do GAA, explica como essa transição está moldando o setor.

Acompanhe nossas redes para saber mais sobre Direito Portuário e ESG!

O Supremo Tribunal Federal (STF) proferiu uma decisão fundamental para a estabilidade regulatória do setor portuário bra...
09/04/2026

O Supremo Tribunal Federal (STF) proferiu uma decisão fundamental para a estabilidade regulatória do setor portuário brasileiro, ao restabelecer a validade da Resolução nº 85/2022 da Antaq.

A norma em questão disciplina a cobrança do Serviço de Segregação e Entrega (SSE), valor cobrado pelos terminais portuários pela movimentação de cargas entre o pátio e o gate para entrega a recintos alfandegados independentes (antiga discussão da THC2).

O entendimento reforça que cabe à Antaq, como agência reguladora, definir as balizas sobre o que constitui serviço segregado e como ele deve ser remunerado.

O restabelecimento da norma traz maior segurança para o cálculo de custos logísticos e para a gestão de contratos de exportadores e importadores.

Acompanhe nosso perfil para mais atualizações técnicas sobre o Direito Portuário.

Registro da nossa participação na mesa redonda sobre Direito e Infraestrutura, realizada pelo  e pela  nesta última segu...
07/04/2026

Registro da nossa participação na mesa redonda sobre Direito e Infraestrutura, realizada pelo e pela nesta última segunda-feira, 6 de abril.

O debate focou nos impactos do episódio no Porto de Santarém/PA, reunindo as principais vozes do setor público e privado.

Representando o GAA, nossos sócios, Dr.Benjamin Gallotti e Dr. Fábio Silveira, contribuíram para o debate, que foi presidido pelo Dr. Alexandre Lopes (Presidente da Comissão da OAB/DF) e pelo Dr. Mário Povia (Presidente do IBI).

A contagem regressiva para a modernização da infraestrutura portuária brasileira ganhou um novo marco temporal. A Comiss...
06/04/2026

A contagem regressiva para a modernização da infraestrutura portuária brasileira ganhou um novo marco temporal.

A Comissão de Juristas da Câmara dos Deputados (Ceportos) confirmou a apresentação do relatório final do Novo Marco Legal dos Portos para o dia 10 de abril.

O projeto visa atualizar a Lei 12.815/2013, buscando adaptar a legislação às novas realidades de mercado e gargalos logísticos.

Entre os pontos centrais que devem nortear o relatório, destacam-se a busca por regras mais claras para renovações antecipadas e novos investimentos nos terminais arrendados, além de simplificação de processos alfandegários e fluxos administrativos junto à ANTAQ e ao MPor.

A alteração do marco regulatório impacta diretamente o planejamento estratégico de longo prazo, os custos operacionais e a viabilidade de novos negócios no setor.

O Acórdão 2658/2025 do TCU reacende o debate sobre a modificação de carga (definitiva ou temporária) nos arrendamentos p...
30/03/2026

O Acórdão 2658/2025 do TCU reacende o debate sobre a modificação de carga (definitiva ou temporária) nos arrendamentos portuários.

O Tribunal de Contas da União expôs fragilidades normativas que, sob sua ótica, podem gerar assimetrias concorrenciais e ganhos não compartilhados com o poder concedente.

A decisão projeta efeitos diretos no ambiente de investimento, estabelecendo um novo nível de escrutínio sobre a adaptação dos contratos frente à volatilidade do mercado.

Os principais eixos da decisão envolvem:

Isonomia: Risco de alterações desvirtuarem as expectativas do edital original.

Impacto Econômico: Questionamento sobre a premissa de que autorizações temporárias não afetam o fluxo financeiro do contrato.

Movimentação Mínima: A manutenção deste instrumento como métrica essencial para o uso racional da área arrendada.

O desafio agora é consolidar normas que permitam ajustes dinâmicos e tempestivos sem comprometer a integridade dos processos licitatórios.

Aos operadores, resta o dever de adotar uma governança documental robusta para fundamentar cada pleito de modificação.

Quando um navio sofre uma avaria, a investigação vai muito além do erro humano.A falta de dragagem e o assoreamento dos ...
27/03/2026

Quando um navio sofre uma avaria, a investigação vai muito além do erro humano.

A falta de dragagem e o assoreamento dos canais podem transformar manobras padrão em incidentes críticos.

Onde termina a perícia e começa a falha de infraestrutura? Discutimos esse tema na publicação. Confira.

No Direito Marítimo, o tempo corre contra o dono da carga. No Brasil, a regra geral para o transporte marítimo internaci...
23/03/2026

No Direito Marítimo, o tempo corre contra o dono da carga.

No Brasil, a regra geral para o transporte marítimo internacional (seguindo o Decreto-Lei nº 116/1967) estabelece o prazo de apenas 1 ano para o ajuizamento da ação, contado da data da descarga ou da entrega da mercadoria.

Mas atenção aos detalhes que podem antecipar esse fim:

➡️ Protesto Marítimo:

A comunicação da avaria deve ser imediata ou em prazos curtíssimos (como o de 10 dias para danos não aparentes), sob pena de presunção de que a carga foi entregue em bom estado.

➡️ Cláusulas de Jurisdição:

Contratos internacionais podem trazer complexidades que exigem análise imediata para evitar a perda do direito de ação em tribunais estrangeiros ou arbitragens.

A inércia ou o desconhecimento desses prazos anula qualquer chance de recuperação de prejuízos, independentemente da gravidade do dano.

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