14/11/2023
A partir da ocorrência de um crime, verifica-se a instauração de um
conflito entre autor, vítima e sociedade.
A resposta para isso, no
modelo existente, é o processo penal retributivo vigente, com foco
direcionado à punição do infrator.
E a sociedade tem visões variadas sobre a aplicação das p***s.
Uns acham que a lei é suave demais, e outros que é severa demais. O que se apresenta é uma visão além das p***s.
Como dito no post anterior, o processo da justiça restaurativa deve se dar em meio ao
ambiente social, de forma coletiva, participando os envolvidos do
enfretamento das consequências imediatas e das implicações futuras do fato delituosos e seus desdobramentos.
Isso tudo pode viabilizar, aos poucos, um melhor entendimento do crime e da forma como ele acontece, a partir de uma série de
questionamentos antecedentes à própria resolução de conflitos.
Esse movimento faz com que o sistema se dedique a transformar o egresso e seu entendimento próprio, indo além da punição, de maneira capaz de se prevenir a reincidência e promover a paz social.
Prioriza-se a abordagem das causas e das consequências das transgressões, por meio de formas que levam em
conta a responsabilidade, a cura e a justiça. Tanto em relação ao infrator,
como à vítima, e à sociedade.
Vamos caminhar juntos em prol da justiça restaurativa?
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