04/06/2026
Quando o assunto é proteger um filho, o instinto chega antes do raciocínio.
E qualquer mãe ou pai entende isso.
A frase pode até parecer exagerada, mas ela revela uma verdade: diante de uma ameaça contra quem amamos, principalmente contra uma criança, a reação de proteção costuma ser imediata.
No Direito, existe uma proteção para quem age para defender outra pessoa de uma agressão injusta, inclusive um filho.
Mas isso não significa que qualquer reação será automaticamente aceita como legítima defesa.
Para seja reconhecida, importa entender o que estava acontecendo naquele momento: se havia uma ameaça real ou prestes a acontecer, se a reação foi necessária e se não houve excesso.
Por isso, em situações assim, não basta dizer “eu só quis proteger”. É preciso demonstrar, com estratégia e provas, que aquela reação aconteceu dentro de um contexto real de defesa.
E é exatamente aqui que entra a importância de uma advogada criminalista.
Porque entre o instinto de proteção e uma investigação criminal existe um caminho técnico que precisa ser conduzido com responsabilidade desde o início.
Instinto protege. Mas orientação jurídica também.
Agora me conta nos comentários: o que você responderia para esse cliente?