Dra. Aline Radica

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Dra. Aline Radica Leveza - Respeito - Estratégia
Pego na sua mão e te ajudo no divórcio com menos conflito.
+300 famílias atendidas | 15 anos de advocacia

Há mudanças que a gente deseja há muito tempo, mas continua adiando. Não porque não queira, mas porque mudar também exig...
08/09/2026

Há mudanças que a gente deseja há muito tempo, mas continua adiando. Não porque não queira, mas porque mudar também exige coragem para deixar para trás uma versão de nós mesmas que, de alguma forma, nos trouxe até aqui.

Nesta Quaresma de São Miguel Arcanjo, Deus tem colocado muito forte em meu coração uma palavra: originalidade. Não no sentido de ser diferente por ser diferente, mas de voltar àquilo que Ele pensou quando me criou. De retirar camadas, expectativas, padrões e medos para reencontrar quem eu realmente sou.

E confesso: no início, não foi leve. Vieram o medo, a insegurança, a dúvida e até uma tristeza que eu não esperava sentir. Porque algumas mudanças, mesmo quando escolhidas por nós, também carregam pequenas despedidas.

Mas tenho aprendido que coragem não é não sentir medo. É não permitir que o medo decida por nós.

Talvez essa mudança, aparentemente tão simples, seja apenas a parte visível de algo muito maior que Deus está trabalhando aqui dentro.

Um exercício de desapego.
De confiança.
De identidade.
De coragem.

Estou aprendendo que nem sempre precisamos nos transformar em alguém novo. Às vezes, precisamos apenas ter coragem de voltar à nossa essência.

E, nesta Quaresma, minha oração tem sido essa:
São Miguel Arcanjo, ajuda-me a vencer tudo aquilo que me afasta da mulher que Deus me chamou para ser.

Que eu tenha coragem para não adiar mais as mudanças que Deus já plantou no meu coração. 🤍

Porque algumas mudanças começam por fora, mas, na verdade, nasceram muito antes, lá dentro.

Ser madrasta também é ser família. 🤎Depois de falar tanto sobre os desafios de ser madrasta, hoje eu quero falar sobre o...
06/09/2026

Ser madrasta também é ser família. 🤎

Depois de falar tanto sobre os desafios de ser madrasta, hoje eu quero falar sobre o que existe de mais bonito nesse lugar.

Ser madrasta me ensinou que família também é vínculo construído.
É convivência, cuidado, preocupação, presença, paciência, muita paciência e amor.

Nem sempre é fácil. Existem conflitos, julgamentos e situações que muitas vezes nos fazem questionar vários pontos dessa relação.
Vão existir erros, e eu cometi muitos!

Mas, com o tempo, eu descobri que não precisava que ninguém definisse esse lugar por mim.

Ele foi sendo construído na convivência, nos pequenos momentos e, principalmente, no vínculo que criamos.

E é isso que eu desejo a todas as madrastas: que possam viver essa relação sem culpa, sem competição e sem precisar diminuir a própria importância e sempre impondo limites para preservar seu lar e sua paz.

À minha enteada ❤️
Ao meu marido, obrigada por construirmos juntos a nossa família.

E a todas nós que conhecemos as alegrias e os desafios desse papel: Feliz Dia da Madrasta!

Porque madrasta também cuida, também sente, também ama.
E também é família. SIM, SOMOS FAMÍLIA!!

O que ninguém conta para uma mulher antes de ela se tornar madrasta?Que você pode amar, cuidar e participar da rotina de...
04/09/2026

O que ninguém conta para uma mulher antes de ela se tornar madrasta?

Que você pode amar, cuidar e participar da rotina de uma criança e, ainda assim, não exercer o poder familiar nenhum, que juridicamente permanece com os pais.

Mas isso não significa que você precise ser invisível dentro da sua própria família, JAMAIS!

Eu aprendi isso vivendo. Quando me tornei madrasta, não imaginava que ocupar esse lugar também poderia significar enfrentar julgamentos, acusações e conflitos que sequer começaram comigo. E algumas marcas daquele início permanecem até hoje.

Por isso, se eu pudesse aconselhar uma mulher antes de se tornar madrasta, diria:
Não entre em uma disputa que não é sua, mas estabeleça o seu lugar desde o início.
Isso fará toda diferença!

Cuide. Participe. Mas coloque limites.

Porque madrasta não é mãe. Mas também não é visita na própria família.
E outro ponto para finalizar: o combinado com o seu marido e dentro da sua casa, não diz respeito a mais ninguém, não aceite interferências.

Eu gostaria de dizer que não. Mas a minha própria história mostra como uma rivalidade criada no início pode atravessar a...
03/09/2026

Eu gostaria de dizer que não.

Mas a minha própria história mostra como uma rivalidade criada no início pode atravessar anos.

Quando comecei meu relacionamento, fui muito atacada. Houve interferências, tentativas de reconciliação, disseram à família do meu marido que eu teria sido amante e falaram mal de mim para minha enteada.

Eu escolhi não disputar o lugar de mãe.
Mas aprendi algo que toda madrasta precisa saber: respeitar a mãe não significa aceitar ser desrespeitada.

Infelizmente, até hoje vivemos reflexos daquele início tão conflituoso.

Por isso, se eu pudesse aconselhar uma madrasta, diria: não compita, não coloque a criança no meio e respeite o lugar da mãe.

Mas coloque limites desde o primeiro desrespeito. Eu demorei demais a fazer isso e se eu tivesse feito desde o primeiro desrespeito, talvez a história a ser compartilhada fosse diferente.

Mas hoje não aceito mais nenhum desrespeito!!

Mãe é mãe. Madrasta é madrasta.

E cada um deve viver a sua vida, sem querer interferir dentro da casa da outra.

Talvez essa seja a parte que alguns adultos ainda tenham dificuldade de entender.

Por que algumas mães não gostam da madrasta?Eu poderia responder como advogada de família. Mas hoje respondo também como...
02/09/2026

Por que algumas mães não gostam da madrasta?

Eu poderia responder como advogada de família. Mas hoje respondo também como madrasta.

No início do meu relacionamento, vivi situações que durante muito tempo preferi não expor.
Houve interferências, pedidos para que meu marido “voltasse” e, depois, uma tentativa de me colocar como culpada pelo fim de uma história que já havia terminado.

Disseram à família dele que eu teria sido amante. Falavam mal de mim, inclusive para a minha enteada.

Eu escolhi respeitar. Não responder. Não competir.

Com o tempo, entendi algo importante: nem sempre a rejeição à madrasta nasce de alguma coisa que ela fez. Às vezes, ela simplesmente representa a realidade mais difícil de aceitar: o ex seguiu em frente e constituiu uma nova família e no meu caso, doeu muito no outro lado.

Claro que existem madrastas que ultrapassam limites. Mas também existem aquelas que amam, cuidam e fazem de tudo — e, ainda assim, são transformadas em vilãs.

Hoje sei que posso compreender a dor de outra mulher sem aceitar que essa dor seja usada para me ferir.

E, principalmente: criança nenhuma deveria carregar conflitos que pertencem aos adultos.

Madrastas, vocês também já se sentiram culpadas por uma história que começou antes mesmo de vocês chegarem?

Aqui, agir rápido pode fazer diferença.Se você percebeu transferências, saques, resgates de investimentos ou movimentaçõ...
01/09/2026

Aqui, agir rápido pode fazer diferença.

Se você percebeu transferências, saques, resgates de investimentos ou movimentações incomuns justamente quando o divórcio começou a ser discutido, não comece por uma briga.

Comece pelas provas.
Preserve extratos, comprovantes e documentos aos quais você tenha acesso legítimo. Registre datas, valores, contas envolvidas e movimentações que chamaram sua atenção.

Depois, procure orientação jurídica para avaliar se aquele dinheiro integra o patrimônio comum e se existe necessidade de alguma medida judicial para evitar dissipação ou ocultação patrimonial.

Dependendo do caso, movimentar o dinheiro antes do divórcio não faz desaparecer eventual direito do outro cônjuge à meação.

E um cuidado importante: não invada contas, e-mails ou dispositivos protegidos por senha para produzir prova. Uma estratégia patrimonial precisa começar corretamente também na forma de obtenção dos documentos.

Percebeu que o patrimônio começou a “sumir”?

Não espere a partilha para começar a procurar.

A resposta pode ser SIM.O fato de a empresa estar registrada somente no nome do seu marido não significa, por si só, que...
31/08/2026

A resposta pode ser SIM.

O fato de a empresa estar registrada somente no nome do seu marido não significa, por si só, que você não tenha nenhum direito patrimonial relacionado a ela.

O que precisa ser analisado é o regime de bens do casamento, quando a empresa foi constituída ou quando as quotas foram adquiridas, a origem dos recursos e o que aconteceu com esse patrimônio durante o casamento.

E existe uma diferença importante: ter direito patrimonial sobre as quotas não significa necessariamente que você se tornará sócia da empresa.

Em muitos casos, a discussão é econômica: apura-se o valor correspondente à participação que integra a partilha.

Por isso, antes de aceitar frases como “a empresa é minha porque está só no meu nome”, procure saber exatamente como e quando aquele patrimônio foi formado.

No divórcio, o nome que aparece no contrato social é importante. Mas não encerra a discussão.

Não saber quanto existe de patrimônio no casamento não significa que você não tenha direitos sobre ele.Se você está pens...
28/08/2026

Não saber quanto existe de patrimônio no casamento não significa que você não tenha direitos sobre ele.

Se você está pensando em se divorciar e sempre foi seu marido quem administrou o dinheiro, comece pelo básico: entenda o que existe.

Levante, dentro do que você tenha acesso legítimo: contas bancárias, investimentos, imóveis, veículos, empresas, aplicações, previdência privada, financiamentos e dívidas.

Guarde documentos que já estejam em sua posse, extratos, declarações de imposto de renda, contratos, escrituras e comprovantes que possam ajudar a reconstruir a realidade patrimonial do casal.
E não confunda duas coisas: não ter acesso ao dinheiro e não ter direito ao patrimônio.

Dependendo do regime de bens e de quando e como aquele patrimônio foi adquirido, você pode ter direito à partilha mesmo que nunca tenha administrado os recursos.

O maior erro é negociar um divórcio sem sequer saber o tamanho do patrimônio que está sendo dividido.

Primeiro descubra o que existe. Depois discuta o que é seu.

“Me separei. Preciso sair de casa?”Não necessariamente.E sair do imóvel no impulso pode ser uma decisão que você vai lam...
27/08/2026

“Me separei. Preciso sair de casa?”

Não necessariamente.

E sair do imóvel no impulso pode ser uma decisão que você vai lamentar depois.

Antes de fazer as malas, é preciso entender algumas coisas:

De quem é o imóvel?
Quando ele foi adquirido?
Qual é o regime de bens?
Existe financiamento?
Existem filhos morando na casa?
O imóvel pertence aos dois?

E aqui estão dois pontos que muita gente confunde:

Sair de casa não significa, automaticamente, perder o seu direito sobre o imóvel.

E permanecer na casa também não significa que ela passou a ser somente sua.

Se o imóvel pertence ao casal e apenas um continua utilizando o bem, dependendo das circunstâncias, pode inclusive surgir uma discussão futura sobre indenização pelo uso exclusivo.

Por isso, a pergunta não deveria ser apenas:

“Eu posso continuar morando aqui?”

A pergunta mais importante é:

“Qual decisão protege melhor os meus direitos e o meu patrimônio neste momento?”

Divórcio não é hora de decidir patrimônio no calor da emoção.

Antes de sair, ficar, entregar as chaves ou aceitar qualquer acordo, entenda exatamente quais podem ser as consequências.

Salve este conteúdo antes de tomar essa decisão.

“Vou pedir demissão para não pagar pensão.”Se você ouviu essa ameaça, saiba primeiro de uma coisa: ficar desempregado nã...
21/08/2026

“Vou pedir demissão para não pagar pensão.”

Se você ouviu essa ameaça, saiba primeiro de uma coisa: ficar desempregado não faz a obrigação alimentar desaparecer.

E o que a mãe deve fazer?

1. Não aceite simplesmente uma redução informal.
Se a pensão já foi fixada judicialmente, o pai não pode decidir sozinho que vai pagar menos porque pediu demissão. Enquanto não houver nova decisão judicial, permanece a obrigação estabelecida.

2. Guarde a mensagem em que ele diz que pretende pedir demissão.
WhatsApp, áudio, e-mail ou qualquer outra comunicação pode ser importante para demonstrar o contexto, principalmente se houver indícios de que a redução da renda foi provocada deliberadamente.

3. Organize as provas das despesas da criança.
Escola, alimentação, plano de saúde, medicamentos, transporte, atividades, vestuário e a parcela das despesas de moradia.
A necessidade do filho não desaparece porque um dos pais deixou o emprego.

4. Se ele simplesmente parar de pagar, não espere a dívida crescer.
Procure orientação para iniciar o cumprimento da decisão ou do acordo que fixou os alimentos. Dependendo das parcelas cobradas e da situação concreta, existem diferentes medidas executivas, inclusive aquelas previstas pelo CPC para cobrança de alimentos.

5. Se ele pedir judicialmente a redução da pensão, apresente o contexto completo.
Demissão não significa automaticamente redução. O juiz analisará as necessidades do filho e as reais possibilidades do pai — e é justamente por isso que provas sobre renda anterior, atividade profissional, patrimônio e padrão de vida podem ser relevantes.

E um detalhe importante:

não discuta por WhatsApp tentando convencê-lo a continuar trabalhando.

Guarde as provas.
Organize os documentos.
E procure agir juridicamente antes que a situação financeira da criança seja comprometida.

Pensão alimentícia não é uma escolha do pai e não é um favor para a mãe. É direito do filho.

Salve este post. Se um dia você ouvir “vou pedir demissão para não pagar pensão”, você já saberá por onde começar.

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