15/08/2021
OEstado aflitivo - Parte 3
Sabemos que o que acontece na Amazônia é inaceitável, porém não podemos partir do que acontece lá (e precisa ser resolvido logo) para alcançar todos os demais “ambientes” do Brasil. É necessário que se estabeleça uma parceria colaborativa entre os “empregados” (servidores) públicos, a legislação e os cidadãos, não apenas para recuperar o meio ambiente, a saúde, a segurança pública, etc..., mas também e principalmente a confiança e o respeito que deve haver entre os cidadãos e o Estado, pelo interesse e pela existência deles justificado (e somente em razão disso) em organização.
Servidores públicos devem ganhar bem, mas precisam também atender bem e prestar serviços bons. Precisam lembrar que os cidadãos são a razão de sua existência e precisam ser respeitados. Que a sociedade é uma só; que a sobrevivência dos servidores depende diretamente da sobrevivência dos cidadãos, pois sem cidadãos não existe Estado e sem Estado não existem servidores, os cidadãos, ao contrário, poderiam sim viver sem servidores, principalmente quando, como em muitos casos, estes se recusam a servir, antes pretendem mandar, impor, afligir, constranger ou ignorar.
Não é porque o novo não deu certo é que devemos desistir ou simplesmente retornar ao velho. É ignominioso observar que apesar da pandemia e suas consequências, nossos legisladores parecem preocupados apenas com fundos e regras eleitorais, deixando os interesses dos cidadãos completamente de lado. Quando agem, o fazem apenas ao empenho de privilégios para si ou para pequenos grupos de seu interesse pessoal.
Precisamos reagir, refutar o velho e saber escolher novas opções, tentar e tentar até que dê certo, temos essa obrigação para com nossos descendentes!