Leide Gonçalves Advocacia

Leide Gonçalves Advocacia Transformando vidas pelo Direito de Família, Sistêmico e Cível ⚖️ | Mentora de advogados que querem ir além 🌟 | Presidente da Comissão de Direito Sistêmico

05/06/2026

Uma herança bilionária, uma empresária em coma e uma disputa judicial que mostra a importância do planejamento sucessório.

O caso de Anita Harley chama atenção porque envolve muito mais do que patrimônio.

Enquanto a pessoa está viva, não existe herança aberta. Mas podem existir discussões sobre curatela, administração dos bens, representação legal e vínculos que podem impactar uma futura sucessão.

Esse caso deixa um alerta importante: planejamento sucessório não é apenas sobre o que acontece depois da morte.

É também sobre proteger a vontade da pessoa em vida, organizar o patrimônio e evitar que decisões tão importantes acabem sendo resolvidas na Justiça.

Quando não há clareza, o conflito aparece.

Você já tinha ouvido falar nesse caso?

Se esse casal chegasse ao seu escritório amanhã você saberia estruturar o planejamento patrimonial deles?Empresas, imóve...
30/05/2026

Se esse casal chegasse ao seu escritório amanhã você saberia estruturar o planejamento patrimonial deles?

Empresas, imóveis, imagem pública, patrimônio internacional, filhos. Nesse cenário, uma orientação genérica não é só insuficiente. É um risco jurídico e profissional.

O problema nunca aparece na assinatura, aparece quando a relação termina e o cliente começa a perguntar: "por que isso não foi previsto antes?"

A faculdade ensina a teoria, mas o cliente real chega com patrimônio, urgência e perguntas que exigem estratégia. Foi pensando nisso que documentei tudo que sei sobre planejamento matrimonial em um material completo para advogados.

Acesse pelo link da bio.

26/05/2026

Tem dias que renovam o conhecimento.
E outros que também renovam aquilo que acreditamos como profissionais.

Participar do Congresso do Mercosul de Direito das Famílias e Sucessões, em Bento Gonçalves, foi uma experiência profundamente marcante.

Mais do que atualização jurídica, foram dias de reflexão, troca, humanidade e sensibilidade ao lado de grandes nomes do Direito das Famílias.

Volto desse congresso ainda mais conectada com a advocacia que escolhi exercer:
uma advocacia humanizada, responsável e comprometida com as histórias que chegam até mim.

Porque por trás de cada processo, existem pessoas, dores, decisões e recomeços que precisam ser tratados com respeito e acolhimento.

E além de todo aprendizado, f**a também o carinho pelo acolhimento do povo gaúcho, que tornou essa experiência ainda mais especial. 🤍

Seguimos em constante evolução para oferecer aos clientes não apenas suporte jurídico, mas também segurança, escuta e cuidado.

Ouço muitas histórias assim no escritório.Mulheres que chegaram acreditando que o problema começou na gravidez, no pós-p...
20/05/2026

Ouço muitas histórias assim no escritório.

Mulheres que chegaram acreditando que o problema começou na gravidez, no pós-parto ou na maternidade, mas que, aos poucos, perceberam que a solidão já existia muito antes disso.

Ela só estava escondida na rotina.
Na sobrecarga.
Na tentativa constante de fazer a relação funcionar.

Até que a vida exige mais cuidado, mais presença, mais parceria… e aquilo que antes era suportável deixa de passar despercebido.

A maternidade não cria a falta de parceria.

Ela apenas escancara o que já doía em silêncio.

17/05/2026

Violência patrimonial nem sempre começa com um golpe evidente, às vezes, começa com uma frase aparentemente inofensiva: “Deixa que eu cuido do dinheiro.”

Mas, aos poucos, a pessoa perde o acesso às próprias contas, às próprias senhas, aos próprios ganhos e até à liberdade de decidir o que fazer com aquilo que ela mesma construiu.

No relato, ela trabalhava, faturava, produzia… mas não tinha controle sobre o próprio dinheiro, e isso precisa ser dito com clareza:

controle financeiro não é cuidado.
dependência forçada não é proteção.
usar o dinheiro do outro sem consentimento não é normal.

Violência patrimonial também é violência! Se você se identificou com esse relato ou conhece alguém que vive algo parecido, procure orientação jurídica.

15/05/2026

Violência patrimonial nem sempre aparece de forma óbvia.

Às vezes, ela surge quando, justamente no momento da separação, a empresa “quebra”, os bens somem, as contas deixam de ser pagas, valores começam a ser escondidos ou imóveis e veículos são vendidos por preços muito abaixo do mercado.

Se isso está acontecendo com você, dois passos são fundamentais:

1. Organize os documentos e provas

Separe comprovantes de renda, extratos bancários, declarações de imposto de renda, contratos sociais, documentos de imóveis e veículos, notas fiscais, comprovantes de transferências, dívidas feitas no seu nome, prints de conversas, e-mails e qualquer indício de venda, ocultação ou desvio de bens.

Guarde tudo em um local seguro, de preferência fora de aparelhos ou contas aos quais a outra pessoa tenha acesso.

2. Busque orientação jurídica

Antes de assinar qualquer acordo, abrir mão de bens ou aceitar uma proposta feita sob pressão, procure uma advogada de família.

A orientação correta pode ajudar você a entender seus direitos, organizar as provas e conduzir o divórcio com mais segurança.

Violência patrimonial é uma forma de violência prevista na Lei Maria da Penha.

Você não precisa enfrentar isso sozinha.

A herança de Zagallo voltou a chamar atenção não apenas pelo valor envolvido, mas pela disputa familiar que surgiu após ...
14/05/2026

A herança de Zagallo voltou a chamar atenção não apenas pelo valor envolvido, mas pela disputa familiar que surgiu após sua morte.

Segundo notícias divulgadas, o ex-treinador deixou uma parte maior da herança para um dos filhos, o que gerou questionamentos dos demais herdeiros sobre a validade do testamento e sobre a real vontade dele no momento da assinatura.

Esse caso mostra um ponto muito importante: quando falamos de herança, não basta apenas “deixar combinado”. É preciso documentar a vontade de forma correta, respeitando os limites da lei e reduzindo o risco de futuras contestações.

O planejamento sucessório existe justamente para isso: organizar a transmissão do patrimônio em vida, proteger a vontade da pessoa e evitar que a família transforme o legado em conflito.

Herança não deveria ser sinônimo de briga.
Mas, sem orientação e planejamento, muitas vezes acaba sendo.

Se você quer entender como proteger sua vontade e evitar conflitos familiares no futuro, procure orientação jurídica especializada.

08/05/2026

Muitas pessoas permanecem em uma relação ruim acreditando que estão “lutando pela família”.

Mas uma família não se sustenta apenas pela permanência, ela também precisa de respeito, segurança emocional, responsabilidade e dignidade.

Quando uma relação se torna um lugar de dor, medo, humilhação ou esgotamento constante, continuar ali pode não ser proteção, pode ser sofrimento prolongado.

E os filhos percebem, eles sentem o silêncio, as brigas, a tristeza e o peso de uma casa onde alguém está se apagando para manter tudo funcionando.

Separar não signif**a deixar de cuidar da família, em muitos casos, signif**a reorganizar a vida de uma forma mais saudável, mais segura e mais honesta para todos.

Antes de carregar sozinha uma decisão tão difícil, busque orientação, você não precisa transformar sofrimento em prova de amor.

Você já sentiu que precisava continuar em uma relação apenas para “manter a família”? Conta nos comentários.

07/05/2026

Nem todo acordo feito no fim de uma relação é justo!

Muitas vezes, a pessoa está emocionalmente esgotada, sem renda, preocupada com os filhos e com medo de não ter para onde ir, e é justamente nesse momento que aceita condições que podem comprometer sua vida financeira por anos.

Na separação, decisões sobre casa, filhos, bens e moradia não devem ser tomadas no desespero, na ameaça ou na pressão, antes de aceitar qualquer proposta, procure orientação jurídica.

Entender seus direitos pode evitar que você pague um preço alto demais por algo que deveria ser resolvido com responsabilidade e equilíbrio.

Você já viu alguém passar por uma situação parecida? Conte nos comentários.

O divórcio é entre adultos. As crianças não deveriam carregar nenhum peso disso.Se você está passando por um processo de...
07/05/2026

O divórcio é entre adultos. As crianças não deveriam carregar nenhum peso disso.

Se você está passando por um processo de separação e tem filhos, saber como protegê-los emocionalmente e juridicamente faz toda a diferença.

Salve esse post e me conte nos comentários: você conhece alguém que viveu alguma dessas situações? 👇

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