25/05/2026
Muitos seguidores me fazem uma pergunta bem delicada:
“Dá para cobrar amor e presença na Justiça?”
A verdade é que ninguém pode obrigar alguém a amar. Mas quando existe ausência, abandono emocional e falta completa de participação na vida do filho, a situação pode ultrapassar o campo afetivo e chegar ao jurídico.
O abandono afetivo é um tema que vem sendo bastante discutido nos tribunais, principalmente quando essa ausência causa impactos psicológicos e emocionais na vida da criança.
Mas será que vale a pena entrar com esse tipo de ação?
Quais são os limites da Justiça nesses casos?
E o que realmente pode ser analisado pelo Judiciário?