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Dadalto e Mascarenhas Página do escritório Dadalto & Mascarenhas especializado em Direito da Saúde.

A judicialização da saúde não pode ser analisada apenas como um problema do Judiciário. Ela também é um reflexo de falha...
06/10/2026

A judicialização da saúde não pode ser analisada apenas como um problema do Judiciário. Ela também é um reflexo de falhas na efetivação do direito fundamental à saúde.

Quando o paciente precisa recorrer à Justiça para obter um tratamento, medicamento, procedimento ou serviço que deveria estar acessível, a via judicial pode representar a concretização de um direito constitucionalmente assegurado.

O desafio jurídico e institucional está em evitar que o processo judicial se transforme em etapa necessária para o acesso à saúde. A redução da judicialização passa pelo fortalecimento das políticas públicas, pela adequada regulação da saúde suplementar e pela prevenção de negativas ou omissões indevidas.

Mais do que discutir se há “excesso” de ações, é preciso perguntar: por que tantos pacientes precisam do Judiciário para conseguir aquilo que a saúde deveria garantir?

Fonte: Medicina S/A.

O direito à saúde pode exigir a atuação do Judiciário quando há elementos que demonstram a necessidade de determinado tr...
02/10/2026

O direito à saúde pode exigir a atuação do Judiciário quando há elementos que demonstram a necessidade de determinado tratamento.

Em decisão do TJ/PE, o Estado foi obrigado a fornecer home care a um paciente em estado semivegetativo, considerando sua condição clínica, a prescrição médica e sua situação de hipossuficiência.

O caso também evidencia os limites da judicialização: a intervenção judicial precisa considerar as circunstâncias e as provas concretas de cada situação.

📌 Fonte: Migalhas.

A judicialização da saúde também pode revelar falhas na efetivação do direito fundamental à saúde e apontar caminhos par...
01/10/2026

A judicialização da saúde também pode revelar falhas na efetivação do direito fundamental à saúde e apontar caminhos para o aprimoramento das políticas públicas.

Pesquisa publicada pelo Nexo Acadêmico analisou 35 práticas municipais de prevenção e enfrentamento da judicialização, destacando estratégias como assessoramento técnico, mudanças organizacionais e desjudicialização.

O desafio jurídico é conciliar a garantia individual do direito à saúde com o planejamento e a organização do SUS.

📌 Fonte: Nexo Acadêmico, 16/09/2026.

A nova orientação das Testemunhas de Jeová trouxe mudanças na forma como seus fiéis podem decidir sobre o uso de determi...
23/09/2026

A nova orientação das Testemunhas de Jeová trouxe mudanças na forma como seus fiéis podem decidir sobre o uso de determinados componentes do sangue.

A partir de agora, a doação e o uso de hemácias, leucócitos, plasma e plaquetas passam a ser considerados uma questão de consciência individual. A proibição de transfusão de sangue total, porém, permanece.

A mudança também reacende uma discussão importante no campo do Direito Médico: como conciliar liberdade religiosa, autonomia do paciente e decisões sobre tratamentos de saúde?

No Brasil, o STF já reconheceu o direito de pacientes adultos e capazes, por motivos religiosos, recusarem tratamentos que envolvam transfusão de sangue, desde que a decisão seja livre, informada e esclarecida.

Fonte: UOL Notícias.

Uma negativa de cobertura pode ganhar contornos ainda mais graves quando envolve um paciente em estado terminal.Neste ca...
17/09/2026

Uma negativa de cobertura pode ganhar contornos ainda mais graves quando envolve um paciente em estado terminal.

Neste caso, um plano de saúde recusou o custeio de um home care estimado em R$ 20 mil mensais, mesmo diante da necessidade de continuidade do tratamento. A família recorreu à Justiça e conseguiu uma decisão que determinou o bloqueio de valores das contas da operadora para garantir o atendimento.

O caso evidencia um dos principais desafios da judicialização da saúde: quando uma controvérsia contratual envolve um tratamento urgente, o tempo deixa de ser apenas uma questão processual.

Fonte: Correio Braziliense

A judicialização da saúde suplementar não é um fenômeno novo, mas os números recentes mostram que ela ganhou uma dimensã...
16/09/2026

A judicialização da saúde suplementar não é um fenômeno novo, mas os números recentes mostram que ela ganhou uma dimensão ainda maior.

Tratamentos médico-hospitalares, medicamentos, reajustes e questões contratuais estão entre os principais motivos que levam consumidores a recorrer ao Judiciário.

Mais do que olhar para o aumento no número de processos, é importante discutir o que esses conflitos revelam sobre o funcionamento do mercado de planos de saúde — e sobre os caminhos disponíveis para solucionar problemas antes que eles cheguem à Justiça.

**Quando o acesso a um direito depende de um processo judicial, é preciso olhar para o que aconteceu antes dele.**

Fonte: Futuro da Saúde | CNJ | ANS

As redes sociais mudaram a forma como médicos se comunicam com o público — mas a liberdade de divulgação vem acompanhada...
10/09/2026

As redes sociais mudaram a forma como médicos se comunicam com o público — mas a liberdade de divulgação vem acompanhada de responsabilidades.

A publicidade médica precisa respeitar limites éticos: não pode prometer resultados, induzir expectativas irreais ou transformar o paciente em instrumento de promoção profissional.

Informar, educar e divulgar o trabalho médico são possibilidades. O desafio é fazer isso com ética, transparência e responsabilidade.

Neste carrossel, reunimos alguns dos principais cuidados previstos pelas regras do CFM para a publicidade médica nas redes sociais.

Fonte: G1 Piauí e Resolução CFM nº 2.336/2023.

A judicialização da saúde não impacta apenas pacientes, planos de saúde e o Judiciário. Ela também transforma a prática ...
09/09/2026

A judicialização da saúde não impacta apenas pacientes, planos de saúde e o Judiciário. Ela também transforma a prática médica.

Decisões judiciais podem determinar tratamentos e procedimentos, interferindo em condutas que deveriam considerar critérios técnicos e científicos.

Ao mesmo tempo, o aumento da responsabilização pode contribuir para a chamada medicina defensiva, afetando a autonomia profissional e a relação de confiança entre médico e paciente.

Fonte: Conselho Federal de Medicina (CFM).

A inteligência artificial já faz parte da Medicina — e seu uso traz novas responsabilidades para os profissionais de saú...
07/09/2026

A inteligência artificial já faz parte da Medicina — e seu uso traz novas responsabilidades para os profissionais de saúde.

A nova resolução do CFM estabelece regras para o uso da IA na prática médica, reforçando que a tecnologia deve apoiar, e não substituir, a decisão do médico.

Também entram em discussão questões como informação ao paciente, proteção de dados, segurança e responsabilidade diante de possíveis erros.

Mais tecnologia não significa menos responsabilidade. Pelo contrário: quanto maior o uso da IA na saúde, maior a necessidade de garantir ética, transparência e respeito à autonomia do paciente.

Fonte: Viva | Resolução CFM nº 2.454/2026

A judicialização da saúde suplementar acaba de ultrapassar a do SUS.Entre os principais motivos estão negativas de cober...
04/09/2026

A judicialização da saúde suplementar acaba de ultrapassar a do SUS.

Entre os principais motivos estão negativas de cobertura, tratamentos, medicamentos e, cada vez mais, os reajustes dos planos.

O crescimento desses processos acende um alerta: quando o acesso a direitos depende da Justiça, é preciso olhar também para as causas que estão levando tantos consumidores aos tribunais.

Fonte: Valor Econômico | CNJ/DataJud

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