Alina Bueno -Advogada de Família

Alina Bueno -Advogada de Família Adquira o E-book sobre pensão alimentícia. Link na bio.

É PARA VOCÊ!

A resposta direta é: A lei não fixa uma idade mínima obrigatória para que a criança durma na casa do pai.O que existe é ...
28/01/2026

A resposta direta é: A lei não fixa uma idade mínima obrigatória para que a criança durma na casa do pai.

O que existe é algo ainda mais importante: O princípio do melhor interesse da criança.

📌 O QUE ISSO SIGNIFICA NA PRÁTICA?

Cada criança é única.
Por isso, a decisão não depende apenas da idade, mas de fatores como:

🔹 vínculo afetivo com o pai
🔹 rotina e adaptação da criança
🔹 amamentação (quando se trata de bebês)
🔹 segurança emocional e física
🔹 diálogo e cooperação entre os pais

🧠 Para bebês e crianças muito pequenas, é comum que a convivência comece de forma gradual, respeitando a rotina e as necessidades emocionais.
À medida que a criança cresce e se sente segura, pernoitar na casa do pai passa a ser algo natural, quando há vínculo, cuidado e estrutura adequada.

E QUEM DECIDE ISSO?
✔️ Preferencialmente, os próprios pais, por meio do diálogo e de um acordo.
✔️ Quando não há consenso, o juiz decide com base em laudos, relatórios e no bem-estar da criança, nunca como punição a um dos genitores.

Importante lembrar:
👨‍👧 convivência não é prêmio.
👶 também não é castigo.
É direito da criança de conviver com ambos os pais, de forma saudável.

❤️ CONVIVER TAMBÉM É CUIDAR
Dormir na casa do pai não é apenas sobre passar a noite fora.
É sobre construir vínculo, confiança e pertencimento.

Quando os adultos colocam a criança no centro e não o conflito, as decisões tendem a ser mais leves e justas.

No Prosa com Lei, acredito que boas conversas evitam disputas desnecessárias e protegem o que realmente importa: a infância.

💬 E você, já tinha ouvido falar que não existe idade fixa definida por lei?






No Prosa com Lei, acredito que o Direito também precisa olhar para a história  para não repetir as mesmas omissões.💬 Voc...
27/01/2026

No Prosa com Lei, acredito que o Direito também precisa olhar para a história para não repetir as mesmas omissões.

💬 Você já assistiu a esse filme? Que sentimentos ele despertou em você?







No Prosa com Lei, acredito que o Direito deve ser acessível mas também respeitado.Empatia com o cliente e valorização do...
26/01/2026

No Prosa com Lei, acredito que o Direito deve ser acessível mas também respeitado.
Empatia com o cliente e valorização do profissional caminham juntas.

💬 Você já tinha pensado na consulta jurídica por esse ponto de vista?






🎬 FILME: Como Nossos PaisComo Nossos Pais não é apenas um filme sobre relações familiares.É um retrato honesto  e muitas...
24/01/2026

🎬 FILME: Como Nossos Pais

Como Nossos Pais não é apenas um filme sobre relações familiares.
É um retrato honesto e muitas vezes doloroso sobre expectativas, silêncios, frustrações e heranças emocionais que atravessam gerações.

O filme nos convida a olhar para a maternidade real, longe do ideal romantizado. Mostra mulheres sobrecarregadas, tentando dar conta de tudo, enquanto carregam culpas que não deveriam ser só delas.

Já sob a lente jurídica, a obra toca em temas muito presentes no Direito das Famílias:

responsabilidade parental que vai além do sustento financeiro

ausência emocional como forma silenciosa de abandono

papéis familiares construídos socialmente, e não divididos de forma justa

relações que adoecem quando o diálogo não acontece

⚖️ No Direito, aprendemos que família não é apenas vínculo biológico ou jurídico.
🧠 Na vida, percebemos que é também e principalmente, responsabilidade afetiva.

O filme nos lembra que muitos conflitos familiares que chegam ao Judiciário não começam no processo, mas em anos de silêncios, expectativas não ditas e sobrecargas naturalizadas.

📌 Como Nossos Pais é um convite à escuta. À revisão de papéis. E à compreensão de que cuidar de vínculos é tão importante quanto cumprir deveres legais.

🎥 Recomendo o filme não só como obra cinematográf**a, mas como mensagem.
Uma mensagem sobre empatia, amadurecimento e a urgência de conversas que muitas famílias adiam.

No Prosa com Lei, acredito que o Direito também pode ajudar a reorganizar afetos, antes que eles se transformem em conflitos irreparáveis.

💬 Você já assistiu a esse filme? Que reflexões ele te provocou?







Para muitas pessoas, a palavra audiência assusta. Vem à mente confronto, julgamento, tensão.Mas, nos processos de famíli...
23/01/2026

Para muitas pessoas, a palavra audiência assusta. Vem à mente confronto, julgamento, tensão.

Mas, nos processos de família, a audiência de conciliação tem um propósito bem diferente.
🤝 Ela existe para abrir espaço ao diálogo, não para apontar culpados.

📌 O que é a audiência de conciliação?
É um momento em que as partes são convidadas a conversar com a mediação de um profissional imparcial, geralmente um conciliador ou mediador, com o objetivo de tentar construir um acordo.

🧠 O que acontece nessa audiência?
✔️ Não há julgamento
✔️ Não há sentença
✔️ Não é interrogatório

As partes falam, escutam e avaliam possibilidades de acordo, sempre com orientação jurídica de seus advogados.

Tudo é feito com foco em reduzir conflitos, preservar vínculos, evitar desgastes emocionais, encontrar soluções viáveis para a realidade da família.

⚖️ Sou obrigado(a) a fazer acordo?
Não.
A conciliação é um convite, não uma imposição.

Se não houver acordo, o processo segue normalmente.
Mas quando há abertura para diálogo, os ganhos costumam ser enormes principalmente quando existem filhos.

❤️ Por que a conciliação é tão valorizada no Direito de Família?
Porque estamos falando de relações que continuam existindo, mesmo após o processo.
Pais continuam sendo pais.
Laços emocionais não se encerram com uma decisão judicial.

👉 A audiência de conciliação não é um campo de batalha.
👉 É uma tentativa de construir caminhos possíveis.
👉 É o Direito atuando com escuta, responsabilidade e cuidado.

No Prosa com Lei, acredito que boas conversas evitam longas disputas.
E que entender o processo é o primeiro passo para atravessá-lo com mais segurança.

💬 Você já participou ou conhece alguém que passou por uma audiência de conciliação?






Não custa reforçar!
22/01/2026

Não custa reforçar!

Essa é uma situação mais comum do que parece.O casal se separa…E a casa onde viveram foi construída em terreno que perte...
21/01/2026

Essa é uma situação mais comum do que parece.

O casal se separa…
E a casa onde viveram foi construída em terreno que pertence a terceiros, geralmente pais, sogros ou outros familiares.

💭 E aí surge a pergunta inevitável:
quem construiu tem direito a alguma coisa?

⚖️ O QUE DIZ O DIREITO?
Quando a construção é feita em terreno de terceiro, o imóvel não entra automaticamente na partilha, porque o solo pertence a outra pessoa.

Mas isso não signif**a que quem investiu f**a sem proteção jurídica.

O que pode existir é:
👉 direito à indenização,
👉 direito à prova do esforço comum,
👉 ou reconhecimento de crédito, dependendo do caso.

🧱 O QUE PRECISA SER PROVADO?

Como o terreno não é do casal, o foco da prova não é a propriedade do imóvel e sim a construção e o investimento feito.

Alguns exemplos de provas importantes:

📄 comprovantes de compra de materiais de construção
📄 notas fiscais, recibos e transferências bancárias
📄 contratos com pedreiros, engenheiros ou prestadores
📄 mensagens, conversas e testemunhas
📄 fotos da obra, antes, durante e depois
📄 demonstração de que a construção ocorreu durante a relação

💡 Aqui, mais do que documentos perfeitos, vale a coerência do conjunto probatório.

No Prosa com Lei, acredito que o Direito serve para organizar histórias reais — não apenas papéis.

💬 Você já conhecia essa situação? Já viu alguém passar por isso?







Quando falamos em divórcio, muitas pessoas pensam apenas na separação em si.Mas existe um ponto central que costuma gera...
20/01/2026

Quando falamos em divórcio, muitas pessoas pensam apenas na separação em si.
Mas existe um ponto central que costuma gerar dúvidas, inseguranças e conflitos: o padrão de vida do casal.

📌 E por que isso importa juridicamente?

Porque o padrão de vida construído durante a relação influencia diretamente decisões sobre pensão alimentícia/ partilha de despesas/ possibilidade de alimentos entre ex-cônjuges/ organização da nova realidade familiar, especialmente quando há filhos.

⚖️ A lei não busca manter luxo, mas preservar equilíbrio e dignidade, evitando que uma das partes ou os filhos sofram uma queda abrupta e injustif**ada no modo de viver.

🧠 O que é considerado padrão de vida?

Não é apenas renda formal.
O padrão de vida é demonstrado pelo conjunto da vida cotidiana, como: tipo de moradia/ escola dos filhos/ plano de saúde/ viagens habituais/ veículos/ lazer/ despesas fixas mensais.

Ou seja: como aquela família vivia na prática.

📄 E como isso pode ser provado?

A prova do padrão de vida é construída com elementos simples, mas consistentes, como:

extratos bancários e cartões de crédito

comprovantes de escola, cursos e atividades dos filhos

despesas com moradia, condomínio e manutenção

fotos, registros e documentos que demonstrem o cotidiano familiar

💡 Não se trata de exposição, mas de organização e transparência.

🤝 Por que o diálogo faz diferença aqui?

Quando o casal consegue conversar e chegar a um acordo, o padrão de vida pode ser ajustado de forma realista, justa, proporcional e menos desgastante emocionalmente.

Acordos bem construídos evitam disputas longas, custosas e dolorosas especialmente quando há crianças envolvidas.

👉 Entender o padrão de vida não é “querer mais”.
👉 É proteger o que foi construído em conjunto.
👉 É garantir previsibilidade e segurança no pós-divórcio.

No Prosa com Lei, acredito que informação clara evita conflito.
E que bons acordos começam com boas conversas.

💬 Você já sabia que o padrão de vida tem esse peso jurídico no divórcio?







📸 POSSO POSTAR FOTO COM MEUS ENTEADOS?Essa é uma dúvida cada vez mais comum e legítima.Com a formação de novas famílias,...
20/01/2026

📸 POSSO POSTAR FOTO COM MEUS ENTEADOS?

Essa é uma dúvida cada vez mais comum e legítima.

Com a formação de novas famílias, surgem novos vínculos, afetos… e também novos cuidados jurídicos, especialmente quando falamos de crianças e adolescentes nas redes sociais.

⚖️ Do ponto de vista jurídico, alguns pontos são fundamentais:
🔹 A criança tem direito à imagem e à privacidade. Isso signif**a que a exposição não pode ser feita de forma automática, mesmo quando há afeto, convivência e boa intenção.
🔹 Quem decide sobre a exposição?
A regra geral é que os pais ou responsáveis legais devem autorizar a divulgação da imagem das crianças.
No caso de enteados, o vínculo afetivo é importante mas não substitui automaticamente a autorização parental.
🔹 E quando há consentimento da criança?
O consentimento da criança não afasta a necessidade de cuidado, principalmente em ambientes públicos como redes sociais.
🔹 Qual o contexto da postagem?
Fotos respeitosas, sem exposição excessiva, sem informações sensíveis e sem finalidade comercial reduzem riscos mas não eliminam a necessidade de diálogo e autorização.

🧠 Do ponto de vista emocional, o afeto é real.
⚖️ Do ponto de vista jurídico, o cuidado precisa vir antes da postagem.

👉 Conversar com o pai ou a mãe da criança, alinhar limites e respeitar acordos familiares é sempre o melhor caminho.
👉 O que protege vínculos não é a exposição, é o respeito.

No Prosa com Lei, acredito que o Direito também serve para organizar afetos, evitar conflitos e proteger quem ainda está em desenvolvimento.

💬 E você, já tinha pensado nisso antes de postar?






Chegou agora??? Seja bem-vindo(a)!Simples definições que já mostram quem sou!
16/01/2026

Chegou agora??? Seja bem-vindo(a)!

Simples definições que já mostram quem sou!


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