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AG - Araújo Gonçalves Advocacia “Eu não contrato advogados para me dizer o que eu não posso fazer, mas sim para me dizer como fa

Prestação de serviços advocatícios e de consultoria jurídica nas áreas: Administrativo, Ambiental, Civil, Comercial, Tributário, Trabalho e Previdenciário.

Litigância de má-fé é quando uma das partes em um processo judicial age desonestamente para prejudicar a outra parte ou ...
27/08/2026

Litigância de má-fé é quando uma das partes em um processo judicial age desonestamente para prejudicar a outra parte ou o andamento justo do processo.

Para você identificá-la, separamos 7 condutas que configuram litigância de má-fé:

1- Fazer alegações contra fatos evidentes;

2- Alterar a verdade dos fatos;

3- Usar o processo para fins ilegais;

4- Atrasar injustif**adamente o processo;

5- Agir de forma irresponsável;

6- Causar problemas sem motivo válido;

7- Apresentar recursos para atrasar o processo.

Fique atento a esse tipo de comportamento!

Essa prática vai contra os princípios éticos e a boa-fé processual, podendo resultar em diferentes p***s, conforme o valor da causa e a gravidade da conduta.

E se você for vítima disso, procure por um advogado de confiança para trabalhar em seu caso.

O contrato chegou ao fim, mas o inquilino ainda está no imóvel?Essa situação é bem comum e é aí que surge o aluguel comp...
25/08/2026

O contrato chegou ao fim, mas o inquilino ainda está no imóvel?

Essa situação é bem comum e é aí que surge o aluguel compensatório.

Ele funciona como uma indenização paga pelo inquilino pelo uso do imóvel depois do fim do contrato ou após uma ordem de desocupação. Esse valor é devido até a entrega oficial das chaves.

Como cobrar? Se o inquilino não pagar espontaneamente, o proprietário pode pedir o valor na justiça, mostrando que o contrato acabou e que o imóvel continuou sendo usado sem autorização.

Para evitar prejuízos e garantir que tudo seja feito corretamente, procure um profissional especializado em direito imobiliário.

Dívidas da empresa atingem seus bens pessoais? Entenda como a Sociedade LTDA blinda seu patrimônio.Legenda + Hashtag.Voc...
21/08/2026

Dívidas da empresa atingem seus bens pessoais? Entenda como a Sociedade LTDA blinda seu patrimônio.
Legenda + Hashtag.
Você sabia que, em uma empresa LTDA, o patrimônio pessoal dos sócios f**a protegido das dívidas da empresa?

Esse é um dos principais motivos pelos quais muitos empreendedores escolhem esse tipo de sociedade.

A sociedade limitada é formada por duas ou mais pessoas que se unem para abrir um negócio, firmando um contrato social. Esse documento define como a empresa vai funcionar, quem são os sócios, quanto cada um investe e quais são as regras de administração.

O capital da empresa é dividido em cotas, e cada sócio responde ap***s pelo valor que investiu.

Ou seja, se a empresa tiver dívidas, os bens pessoais dos sócios não podem ser usados para quitá-las, salvo nas exceções previstas em lei, como nos casos de fraude, abuso de poder ou confusão patrimonial.

Além disso, cada sócio tem o dever de integralizar as cotas que prometeu investir e, até que isso aconteça, ele responde solidariamente pelas cotas dos demais.

Outro ponto importante é que o nome da empresa deve conter a palavra “Ltda.”, indicando que se trata de uma sociedade de responsabilidade limitada.

Se essa expressão não constar no nome, os sócios podem ser responsabilizados ilimitadamente, como se fosse uma sociedade em nome coletivo.

Com a Lei da Liberdade Econômica, passou a existir a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU). Agora é possível abrir uma LTDA com ap***s um sócio, mantendo a proteção do patrimônio pessoal e sem exigência de capital mínimo.

Em resumo, a LTDA protege o patrimônio pessoal, distribui responsabilidades e garante segurança jurídica aos sócios, desde que tudo esteja formalizado corretamente no contrato social.

Para garantir que sua empresa esteja dentro da lei e que seus direitos e deveres estejam bem definidos, procure um advogado especializado em direito empresarial.

Gostou do conteúdo? Salve, compartilhe e acompanhe o perfil para mais explicações sobre o mundo jurídico de forma simples e prática.

O direito de visita existe para garantir que pais e filhos mantenham um vínculo afetivo mesmo após a separação.Mas o que...
20/08/2026

O direito de visita existe para garantir que pais e filhos mantenham um vínculo afetivo mesmo após a separação.

Mas o que fazer quando a criança ou adolescente se recusa a ir?

1 – Entenda os motivos.

O primeiro passo é ouvir o filho. Medo, mágoas ou influência externa podem estar por trás dessa recusa.

2 – Diálogo e mediação.

Se não houver risco à segurança, conversar ou até mesmo buscar apoio profissional, como terapia ou mediação familiar, pode ajudar a restabelecer a convivência.

E se houver indícios de abuso ou negligência?

Nesse caso, é essencial buscar orientação jurídica e garantir a proteção da criança e do adolescente.

Cada situação deve ser analisada com cuidado, sempre respeitando o bem-estar dos filhos.

Ficou com alguma dúvida?

Entre em contato com uma equipe de profissionais especializados em direito de família.

Qualquer criança cujo pai trabalhe com carteira assinada ou seja funcionário público pode receber pensão por meio de des...
14/08/2026

Qualquer criança cujo pai trabalhe com carteira assinada ou seja funcionário público pode receber pensão por meio de desconto na folha de pagamento.

Acompanhe para entender!

Ou seja, o próprio empregador é responsável por retirar o valor dos rendimentos do genitor e enviá-lo para a conta bancária da mãe ou do filho.

Para que isso ocorra de forma obrigatória, a empresa precisa receber um ofício do juiz com o nome do funcionário encarregado pelo pagamento da pensão.

Esse documento detalha:

o valor a ser descontado, abrangendo o 13º salário e outros benefícios;
garante que o recebimento seja feito de maneira justa e pontual.
Se surgirem problemas financeiros ou outros impedimentos, a empresa deve comunicar a justiça. Nesse caso, um novo ofício será emitido para ajustar os valores entre a contratante e o beneficiário.

Caso o pagamento não seja efetuado de acordo com o documento judicial, a empresa estará descumprindo a ordem do juiz, sujeita a multas e outras penalidades.

E será que existe um valor mínimo para o desconto?

O montante é determinado pela justiça e cada caso será avaliado individualmente, levando em consideração as circunstâncias das partes envolvidas.

Você tem dúvidas sobre esse assunto?

Entre em contato com uma equipe de advogados especializados!

Você já ouviu falar que “quem cala, consente”?No Direito, às vezes, quem age por tanto tempo de um jeito, acaba criando ...
11/08/2026

Você já ouviu falar que “quem cala, consente”?

No Direito, às vezes, quem age por tanto tempo de um jeito, acaba criando um dever jurídico de continuar.

Foi exatamente isso que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu neste caso.

A 3ª Turma do STJ decidiu que um ex-marido deve continuar pagando pensão à ex-esposa, mesmo após ter sido judicialmente exonerado, porque manteve os pagamentos voluntariamente por mais de duas décadas.

Para o Tribunal, essa conduta gerou uma expectativa legítima de continuidade, consolidada pela confiança, um dos pilares da boa-fé nas relações familiares.

O caso começou em 1993, quando o casal firmou acordo de pensão por ap***s um ano. Dois anos depois, sem nova homologação judicial, o ex-marido seguiu pagando. Foram 25 anos de depósitos mensais, até que, em 2018, ele decidiu pedir a exoneração, alegando dificuldades financeiras.

Mas o STJ viu diferente. Segundo os ministros, o tempo prolongado de cumprimento voluntário da obrigação configura o que o Direito chama de “supressio”.

Ou seja, quem se abstém de exercer um direito por muito tempo, pode perder a legitimidade para fazê-lo.

Em contrapartida, surge a “surrectio”, o direito de confiança daquele que passou anos acreditando que o comportamento não mudaria.

Isso signif**a que a confiança depositada gera o dever jurídico de não frustrar injustif**adamente as expectativas de terceiros.

Em outras palavras: quem cria uma relação de confiança, não pode simplesmente romper com ela sem motivo justo.

No fim das contas, a decisão vai além de um simples pagamento. Ela reafirma que o Direito protege a boa-fé, a estabilidade e a confiança que se constroem ao longo do tempo.

E você, o que acha dessa decisão do STJ?

Acha justo manter a pensão depois de tantos anos de pagamentos voluntários ou entende que o ex-marido deveria ter o direito de parar?

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Estar com o nome limpo não garante aprovação automática de crédito. Em muitos casos, a negativa acontece por critérios i...
10/08/2026

Estar com o nome limpo não garante aprovação automática de crédito. Em muitos casos, a negativa acontece por critérios internos das instituições financeiras e o consumidor tem direito de entender os motivos.

Entre as causas mais comuns estão:
• score de crédito baixo;
• análise interna de risco da instituição;
• dados cadastrais desatualizados;
• registros indiretos, como protestos ou pendências vinculadas a empresas das quais a pessoa participou.

Além das dívidas negativadas, fatores como histórico de pagamentos, frequência de consultas ao CPF e informações inconsistentes nos cadastros podem influenciar diretamente na análise.

Por isso, é importante consultar órgãos como Serasa, SPC, Boa Vista e Cadastro Positivo para verif**ar se existem informações incorretas ou desatualizadas.

O consumidor também possui direito à correção de dados errados que possam impactar injustamente a concessão de crédito.

Ao identif**ar irregularidades cadastrais ou negativas indevidas, buscar orientação adequada pode ser importante para proteger seus direitos e evitar prejuízos financeiros.

Se você é inquilino ou proprietário, entender a Lei do Inquilinato é crucial para manter uma boa relação contratual.Aqui...
03/08/2026

Se você é inquilino ou proprietário, entender a Lei do Inquilinato é crucial para manter uma boa relação contratual.

Aqui estão alguns pontos que merecem destaque:

1 – Contrato de aluguel:

O contrato de aluguel criará regras entre as partes, por isso, ele deve conter todas as condições acordadas, tais como: valor do aluguel, prazo, forma de pagamento, entre outras.

2 – Direitos e deveres das partes:

A Lei do Inquilinato elenca responsabilidades tanto para o proprietário como para o inquilino. Portanto, conheça bem as suas.

3 – Garantias de pagamentos:

No contrato estará estabelecida a data limite para realizar os pagamentos do aluguel.

Ainda, o atraso no pagamento poderá acarretar multa e juros, então fique atento a esse prazo.

4 – Garantias locatícias:

Para garantir que o proprietário receba os aluguéis, a Lei do Inquilinato possibilita que o locador escolha uma modalidade de garantia locatícia.

Entre elas estão: fiança; caução; seguro de fiança locatícia e cessão fiduciária de quotas de fundo de investimento.

5 – Reajuste no pagamento:

Primeiro, deve ser observado o que foi acordado em contrato.

Na falta de especif**ação, o reajuste deverá ser baseado em índice oficial como o IPCA.

6 – Devolução do imóvel:

Após o término do contrato, o inquilino deve devolver o imóvel nas mesmas condições em que o recebeu, salvo desgastes naturais do uso.

7 – Reparos e manutenção:

A Lei define as responsabilidades de ambas as partes em relação a reparos e manutenção do imóvel durante o período de locação.

8 – Direito de preferência na compra do imóvel:

Caso o proprietário venha a colocar o imóvel à venda, a primeira pessoa que deve ser consultada é o inquilino.

Esse direito é conhecido como “direito de preferência”.

9 – Despejo:

A Lei apresenta um rol de possibilidades em que cabe a ação de despejo e os procedimentos legais a serem seguidos.

Seja proprietário ou inquilino, conhecer os pontos-chave da Lei do Inquilinato é fundamental para uma relação harmoniosa e transparente com a outra parte!

Conhecer os prazos do Código de Defesa do Consumidor ajuda a evitar a perda de direitos.Nas compras realizadas pela inte...
02/08/2026

Conhecer os prazos do Código de Defesa do Consumidor ajuda a evitar a perda de direitos.

Nas compras realizadas pela internet, telefone ou fora do estabelecimento comercial, o consumidor pode exercer o direito de arrependimento em até sete dias, contados da assinatura ou do recebimento do produto ou serviço.

Quando há vício aparente ou de fácil constatação, o prazo para reclamar é de 30 dias para produtos e serviços não duráveis e de 90 dias para os duráveis. Em caso de vício oculto, a contagem começa quando o problema f**a evidente.

Já a pretensão de reparação por danos causados por fato do produto ou serviço prescreve, em regra, em cinco anos, contados do conhecimento do dano e de sua autoria.

Os prazos podem variar conforme a natureza do problema. Por isso, registre a reclamação, guarde protocolos, notas fiscais e conversas. Busque orientação jurídica diante de dúvidas.

Quando uma pessoa falece sem deixar testamento, a divisão dos bens segue a ordem prevista na legislação. Essa situação é...
31/07/2026

Quando uma pessoa falece sem deixar testamento, a divisão dos bens segue a ordem prevista na legislação. Essa situação é chamada de sucessão legítima.

Em primeiro lugar, podem ser chamados os descendentes, como filhos e, em determinadas situações, netos, em concorrência com o cônjuge ou companheiro, conforme o regime de bens e a origem do patrimônio.

Na ausência de descendentes, os ascendentes, como pais ou avós, podem herdar juntamente com o cônjuge ou companheiro. Se também não houver ascendentes, o sobrevivente poderá receber a herança. Na falta dessas pessoas, são chamados os parentes colaterais até o quarto grau.

A divisão não ocorre automaticamente. Em regra, é necessário realizar o inventário, judicialmente ou em cartório, quando preenchidos os requisitos legais.

A composição da herança e os direitos de cada pessoa dependem da estrutura familiar e do regime de bens. Busque orientação jurídica para conduzir a partilha.

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