22/04/2025
🔍 Quando um “acordo informal” vira um grande problema...
Uma auxiliar de cozinha pediu à empresa que não registrasse sua carteira, com medo de perder o Bolsa Família. Meses depois, foi demitida grávida e acionou a Justiça.
⚖️ O que decidiu a Justiça do Trabalho?
▪️ A juíza reconheceu que a responsabilidade pelo registro é do empregador.
A empresa foi condenada a:
🔹Fazer a anotação retroativa na carteira;
🔹Reintegrar a funcionária grávida;
🔹Pagar os salários referentes ao período entre a dispensa e a reintegração.
🚫 Mas teve um detalhe importante:
A própria funcionária admitiu que pediu para não ser registrada — e continuou recebendo o Bolsa Família durante o período trabalhado.
💸 O que aconteceu com ela?
▪️ Foi condenada por litigância de má-fé;
▪️ Vai devolver o valor indevido do benefício (R$ 3.300);
▪️ Ainda pagará uma multa de R$ 5.300 por tentar enganar a Justiça.
📚 O que você precisa entender:
Mesmo que ambas as partes aceitem um “acordo informal”, a Justiça pode punir duramente quem age de má-fé. Registrar o vínculo de emprego é uma obrigação — e tentar driblar o sistema pode sair mais caro do que se imagina.
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