12/05/2026
Bancários do Itaú seguem pagando a conta dos cortes no banco.
Na agência Alípio de Melo, em Belo Horizonte, o cenário voltou a se repetir nesta segunda-feira, 11: filas enormes, clientes revoltados e trabalhadores sobrecarregados tentando dar conta de uma estrutura cada vez mais reduzida.
Com fechamento de agências e demissões em massa, quem permanece no banco precisa assumir múltiplas funções, atender sob pressão e ainda lidar com metas abusivas diariamente.
O bancário não enfrenta apenas o excesso de trabalho. Também convive com cobranças constantes, pressão psicológica, medo de desligamento e desgaste emocional causado pela falta de funcionários nas agências.
Enquanto isso, o Itaú segue registrando lucros bilionários às custas do adoecimento da categoria.
Como destacou Marselha Lisboa, dirigente da Fetrafi-MG e funcionária do banco, a falta de estrutura aumenta a tensão no atendimento e piora ainda mais a rotina dos trabalhadores.
O resultado é um ambiente cada vez mais insustentável para quem está na linha de frente.
Nenhum bancário deveria precisar adoecer para atingir metas ou compensar a falta de funcionários.
O Sindicato segue cobrando a realocação dos trabalhadores das agências fechadas e denunciando o assédio por metas e as condições abusivas impostas pelo banco.
Se você está passando por pressão excessiva, metas abusivas ou sobrecarga no Itaú, procure orientação jurídica.