Almeida, Lopes e Moreira Advocacia e Consultoria Jurídica

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21/08/2026

“Holding familiar é sempre a melhor solução.”

Esse é um dos mitos mais difundidos quando falamos sobre planejamento patrimonial e sucessório.

A holding pode ser uma ferramenta estratégica em determinados contextos, mas não existe uma estrutura que seja a melhor para todas as famílias.

Antes de constituir uma holding, é preciso avaliar o patrimônio, a composição familiar, os objetivos do planejamento, os custos envolvidos, os aspectos tributários e, principalmente, se essa estrutura realmente atende às necessidades daquela família.

Planejamento sucessório não é escolher uma ferramenta da moda. É estruturar o patrimônio de acordo com a realidade e os objetivos de cada família.

Este é o segundo episódio da série “Tudo o que te contaram sobre planejamento sucessório está errado.”

No vídeo, explicamos por que a holding familiar pode ser uma excelente ferramenta, mas não necessariamente a melhor solução para todos.

18/08/2026

Escolher um regime de bens pensando apenas no divórcio pode deixar de considerar consequências importantes para o futuro patrimonial da família.

Este é o primeiro episódio da série “Tudo o que te contaram sobre planejamento sucessório está errado.”

No vídeo, explicamos por que regime de bens e sucessão são institutos relacionados, mas não se confundem.

Ver os filhos construírem suas próprias famílias é motivo de alegria. Mas, para quem levou anos construindo uma empresa ...
17/08/2026

Ver os filhos construírem suas próprias famílias é motivo de alegria. Mas, para quem levou anos construindo uma empresa familiar, também é natural pensar em como proteger esse patrimônio e garantir sua continuidade ao longo das gerações.

Uma dúvida muito comum é: em caso de divórcio de um dos filhos sócios, o ex-cônjuge passa a ser dono da empresa?

Na maioria das situações, não. O eventual direito à partilha patrimonial não signif**a, automaticamente, que o ex-cônjuge ingressará na sociedade ou participará da administração da empresa.

Isso, porém, não signif**a que o divórcio seja indiferente para a empresa. Dependendo da estrutura societária, da origem das cotas, do regime de bens e da forma como o patrimônio foi organizado, podem existir reflexos patrimoniais relevantes que impactam o negócio e a própria dinâmica familiar.

É justamente por isso que o planejamento faz tanta diferença.

O ordenamento jurídico oferece diversos instrumentos capazes de organizar previamente a estrutura patrimonial e societária da família empresária, estabelecer regras claras para situações futuras e reduzir riscos de conflitos, sempre de acordo com as particularidades de cada caso.

Planejar não signif**a retirar direitos de ninguém. Signif**a construir soluções jurídicas que tragam previsibilidade, segurança e estabilidade para o patrimônio, para a empresa e para as relações familiares.

A melhor proteção para um legado construído ao longo de uma vida começa muito antes de qualquer conflito surgir.

12/08/2026

“O herdeiro pode sacar o valor da conta bancária assim que a pessoa morre.”

Esse é um dos maiores mitos quando o assunto é inventário.

Em regra, os valores mantidos em contas bancárias também integram a herança e não podem ser livremente movimentados pelos herdeiros após o falecimento. A liberação desses recursos depende da observância das regras legais aplicáveis a cada caso.

Este é mais um episódio da série “Tudo o que te contaram sobre inventário está errado”.

No vídeo, explicamos por que o falecimento não autoriza o saque imediato dos valores da conta bancária e em quais situações esses recursos podem ser liberados.

Celebrar o Dia do Advogado é, para nós, reafirmar o compromisso com o que há de mais humano no Direito: a escuta, o acol...
11/08/2026

Celebrar o Dia do Advogado é, para nós, reafirmar o compromisso com o que há de mais humano no Direito: a escuta, o acolhimento e a busca, por mais árdua que seja, pela justiça.

No Direito das Famílias e das Sucessões, a advocacia vai muito além dos tribunais, dos prazos e dos processos. Ela se faz presente na mesa de reuniões onde planejamos o futuro de uma empresa familiar, no diálogo sensível que acalma um momento de transição ou na construção de um pacto que traz segurança jurídica para o início de uma nova jornada a dois.

No ALM creditamos em uma advocacia humanizada, individualizada e, acima de tudo, preventiva.

Exercer esta profissão com ética e excelência técnica é entender que, por trás de cada caso, existe uma história de vida única que merece ser respeitada e resguardada.

Nossa homenagem hoje vai para todos os colegas que, com dedicação e retidão, utilizam o Direito como um verdadeiro instrumento de cuidado, paz social e transformação.

Um agradecimento especial aos nossos clientes e parceiros que confiam a nós a proteção de suas famílias e de seus legados.



Passadas as celebrações do Dia dos Pais, f**a uma reflexão sobre o que realmente signif**a proteger o futuro de quem ama...
10/08/2026

Passadas as celebrações do Dia dos Pais, f**a uma reflexão sobre o que realmente signif**a proteger o futuro de quem amamos.

Muitas vezes, uma vida inteira é dedicada à construção de um patrimônio. Mas organizar a forma como esse patrimônio será protegido, administrado e transmitido às próximas gerações acaba sendo uma conversa constantemente adiada.

Quando não existe planejamento, a sucessão costuma ser conduzida apenas após o falecimento, justamente em um momento de luto e de maior fragilidade emocional da família. Isso pode tornar o processo mais complexo, prolongado e suscetível a conflitos que poderiam ter sido evitados.

O planejamento patrimonial e sucessório permite que essas decisões sejam tomadas com serenidade, autonomia e segurança jurídica, respeitando a realidade, os objetivos e a dinâmica de cada família.



Existem diversos instrumentos que podem ser utilizados, isoladamente ou em conjunto, sempre de acordo com as particularidades de cada caso. Por isso, mais importante do que escolher uma ferramenta específ**a é construir uma estratégia jurídica personalizada.

Planejar não signif**a pensar na ausência. Signif**a cuidar de quem permanece, preservar relações familiares e proteger um legado construído ao longo de toda uma vida.

Quer entender qual estrutura faz sentido para o seu patrimônio e para a sua família? Acesse o link da bio e agende uma consultoria individualizada com a nossa equipe.

Ser pai é, acima de tudo, um ato de presença, responsabilidade e afeto. É construir diariamente uma base sólida para que...
09/08/2026

Ser pai é, acima de tudo, um ato de presença, responsabilidade e afeto. É construir diariamente uma base sólida para que os filhos possam crescer com segurança, autonomia e a certeza de estarem protegidos.

No Direito das Famílias, percebemos que a paternidade vai muito além dos laços de sangue ou das formalidades jurídicas. Ela se manifesta no cuidado cotidiano, no amparo emocional e na construção de valores que acompanham uma família por toda a vida.

Afinal, o verdadeiro patrimônio que um pai deixa não se resume aos bens materiais, mas à segurança, aos valores e às lembranças que constrói junto de quem ama.

Desejamos um feliz Dia dos Pais a todos aqueles que dedicam suas vidas a cuidar, guiar e proteger seus filhos.

Um abraço afetuoso de toda a equipe Almeida, Lopes e Moreira.

07/08/2026

“Só existe inventário quando há imóvel.”

Esse é um dos maiores mitos quando o assunto é inventário.

O inventário não é necessário apenas quando existem imóveis. Contas bancárias, aplicações financeiras, veículos, participações societárias e outros bens e direitos também integram a herança e, em regra, precisam ser regularizados por meio do inventário.

Este é mais um episódio da série “Tudo o que te contaram sobre inventário está errado”.

No vídeo, explicamos por que a existência de um imóvel não é requisito para a realização do inventário e quais bens podem compor a herança.

05/08/2026

“Os herdeiros precisam arcar com todos os custos do processo de inventário.”

Esse é um dos maiores mitos quando o assunto é inventário.

Embora o inventário envolva despesas, nem todos os custos recaem necessariamente sobre os herdeiros. A forma de pagamento pode variar conforme as circunstâncias do caso, a existência de recursos no patrimônio deixado pelo falecido e as regras aplicáveis ao procedimento.

Este é mais um episódio da série “Tudo o que te contaram sobre inventário está errado”.

No vídeo, explicamos quais são os principais custos envolvidos em um inventário e por que nem sempre eles precisam ser suportados diretamente pelos herdeiros.

Durante muito tempo, o Direito das Famílias esteve centrado quase exclusivamente em vínculos biológicos e formais. Hoje,...
03/08/2026

Durante muito tempo, o Direito das Famílias esteve centrado quase exclusivamente em vínculos biológicos e formais. Hoje, a realidade das relações humanas ocupa um espaço cada vez maior nas decisões dos tribunais.

É nesse contexto que ganha destaque a parentalidade socioafetiva. Ela parte do reconhecimento de que ser pai ou mãe vai muito além da genética. O cuidado diário, a convivência, a criação, o afeto e o exercício concreto das responsabilidades parentais também podem produzir relevantes efeitos jurídicos.

Isso signif**a que, em determinadas situações, uma relação construída pelo cuidado pode gerar direitos e deveres, influenciando questões como filiação, alimentos, convivência, guarda e direitos sucessórios, sempre após a análise das particularidades de cada caso.

Essa evolução demonstra uma mudança importante na forma como o Direito das Famílias enxerga as relações: mais do que olhar apenas para documentos ou vínculos biológicos, busca compreender a realidade vivida pelas pessoas e proteger os vínculos efetivamente construídos ao longo da vida.

A socioafetividade não substitui automaticamente a filiação biológica nem se aplica a toda relação de afeto. Trata-se de um instituto jurídico que exige a presença de requisitos específicos e uma análise cuidadosa de cada situação concreta.

No fim, essa transformação revela um importante movimento do Direito contemporâneo: reconhecer que, em muitas famílias, o cuidado e o afeto constroem direitos.



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