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20/04/2026

Dúvida de muita gente 👆

Seus filhos estão na internet. E agora a lei também está.A Lei 15.352/2026 fortaleceu a proteção de crianças e adolescen...
17/04/2026

Seus filhos estão na internet. E agora a lei também está.

A Lei 15.352/2026 fortaleceu a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, trazendo regras mais claras sobre privacidade, exposição e uso de dados de menores.

Para quem está em processo de guarda ou divórcio, isso muda muita coisa. Decisões sobre tempo de tela, redes sociais e exposição online dos filhos passam a ter respaldo legal mais forte.

Na prática, pais e mães precisam estar atentos: compartilhar fotos dos filhos sem o consentimento do outro genitor, expor a rotina das crianças ou permitir acesso irrestrito à internet pode gerar consequências jurídicas.

A proteção digital dos seus filhos é uma responsabilidade de ambos os pais — e agora, mais do que nunca, é também uma questão legal.

Se você tem dúvidas sobre como isso impacta o seu caso, procure orientação especializada.

Carregar o sobrenome de alguém que nunca esteve presente pode ser um peso enorme.E a Justiça está reconhecendo isso. Rec...
10/04/2026

Carregar o sobrenome de alguém que nunca esteve presente pode ser um peso enorme.

E a Justiça está reconhecendo isso. Recentemente, o STJ permitiu a exclusão do sobrenome paterno em um caso de abandono afetivo, entendendo que o nome civil é um direito da personalidade.

Isso signif**a que, em situações onde o pai foi ausente e não exerceu nenhum papel na vida do filho, é possível pedir judicialmente a retirada do sobrenome.

Não é um processo automático. É preciso comprovar o abandono e demonstrar que o sobrenome causa sofrimento real. Mas a decisão abre um caminho importante para quem carrega essa marca sem querer.

O nome que você leva deve representar quem você é — não quem te abandonou.

Se esse é o seu caso, busque orientação jurídica para entender seus direitos.
Christiane Lima | Advocacia e Consultoria Jurídica 📩 Fale conosco pelo link na bio.

Você já parou pra pensar no que acontece com suas redes sociais, e-mails, criptomoedas e arquivos na nuvem depois que vo...
03/04/2026

Você já parou pra pensar no que acontece com suas redes sociais, e-mails, criptomoedas e arquivos na nuvem depois que você falece?

Esse patrimônio digital existe — e tem valor. Mas na maioria dos casos, a família não consegue acessar nada.

A chamada herança digital já é uma realidade nos tribunais. O STJ vem decidindo sobre o direito dos herdeiros a esses bens, mas nem tudo é transmissível: conteúdos que envolvam intimidade e privacidade do falecido podem ser preservados.

O problema é que quase ninguém planeja isso. Sem orientação, senhas se perdem, contas são excluídas e patrimônio desaparece.

A solução? Incluir os bens digitais no seu planejamento sucessório. Sim, isso já é possível — e cada vez mais necessário.
Se você quer proteger o que construiu também no mundo digital, procure orientação jurídica especializada.

Muitas pessoas — especialmente mulheres — deixam de trabalhar para cuidar da casa e dos filhos enquanto o outro cônjuge ...
27/03/2026

Muitas pessoas — especialmente mulheres — deixam de trabalhar para cuidar da casa e dos filhos enquanto o outro cônjuge cresce profissionalmente.

Quando o relacionamento acaba, o desequilíbrio financeiro é enorme.

E é aí que entram os alimentos compensatórios.

Diferente da pensão alimentícia comum, os alimentos compensatórios não têm a ver com necessidade de sobrevivência.

Eles existem para corrigir a desigualdade econômica causada pela própria dinâmica do casamento.

Na prática, quem abdicou da carreira para investir na família tem direito a uma compensação que permita retomar a vida com dignidade e equilíbrio.

E tem novidade: o Anteprojeto de Reforma do Código Civil (PL 4/2025) está incluindo os alimentos compensatórios de forma expressa na legislação pela primeira vez.

Se você está passando por um divórcio e sente que saiu em desvantagem, procure orientação jurídica. Seus direitos existem — e precisam ser exercidos.

Vou te contar um segredo: a herança não começa quando alguém morre. Ela começa nas escolhas que você faz HOJE. 🎯Pensa co...
27/02/2026

Vou te contar um segredo: a herança não começa quando alguém morre. Ela começa nas escolhas que você faz HOJE. 🎯

Pensa comigo: você tem uma caixa de ferramentas. Dentro dela, você pode ter:

✅ Testamento - Suas instruções por escrito

✅ Doação em vida - Entrega antecipada e estratégica

✅ Holding familiar - Blindagem e organização patrimonial

✅ Seguros de vida - Proteção financeira imediata

Ou você pode não ter nada. E aí? A lei decide por você.

Aqui está o pulo do gato:
Quando VOCÊ decide, consegue:

Evitar brigas entre herdeiros
Reduzir impostos legalmente
Proteger quem realmente precisa
Acelerar processos burocráticos

Quando a LEI decide, ela segue uma fórmula fria. Sem considerar quem cuidou de você, quem precisa mais ou quem merece menos.

É como deixar o GPS decidir seu destino sem você colocar o endereço. Pode até chegar em algum lugar, mas provavelmente não é onde você queria.

⚖️ Planejamento não é pessimismo, é amor em forma de estratégia.
Já pensou em como quer deixar as coisas organizadas?

Sabe aquele ditado popular? Pois é, ele existe por um bom motivo jurídico! 🏛️Enquanto a pessoa está viva, o patrimônio é...
06/02/2026

Sabe aquele ditado popular? Pois é, ele existe por um bom motivo jurídico! 🏛️
Enquanto a pessoa está viva, o patrimônio é DELA. Os filhos não têm direito automático a nada. É como se você tivesse um bolo na geladeira - enquanto você está vivo, você decide se come tudo, se divide com quem quiser ou se deixa algo pra depois.
Mas atenção: isso não signif**a que você não possa planejar!
Você pode fazer doações em vida (já entregar parte do bolo), criar um testamento (deixar instruções de como dividir) ou até estruturar uma holding familiar (organizar tudo antes).
A grande diferença? Enquanto você está vivo, VOCÊ manda. Depois, a lei manda.
E quando a lei toma conta, nem sempre é do jeito que você ou sua família gostariam.
💡 Dica de ouro: Planejamento sucessório não é sobre morte, é sobre organização e proteção da sua família.
Ficou com dúvida? Me manda uma mensagem!

Que o Natal chegue com calma, cuidado e presença.Que entre luzes e silêncios, a gente se lembre do que sustenta de verda...
25/12/2025

Que o Natal chegue com calma, cuidado e presença.
Que entre luzes e silêncios, a gente se lembre do que sustenta de verdade: afeto, respeito e bons recomeços.

Feliz Natal. 🎄✨

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💡 Como funcionam as férias com pais separados?As férias escolares são um período importante de convivência familiar, e q...
10/12/2025

💡 Como funcionam as férias com pais separados?
As férias escolares são um período importante de convivência familiar, e quando há separação, o ideal é que esse tempo seja dividido de forma equilibrada entre os pais.

O que a lei diz?
➡️ O Código Civil (art. 1.589) garante o direito de convivência ao genitor que não detém a guarda, inclusive em períodos de recesso escolar e férias.

Como costuma ser feito?
A divisão mais comum é:
✔️ 1ª quinzena com um dos pais
✔️ 2ª quinzena com o outro
➡️ Alternando a cada ano quem f**a com qual período.

🧭 Mas isso é regra?
Não. O ideal é que os pais entrem em acordo, considerando a rotina da criança, a distância entre as casas, a disponibilidade dos responsáveis e o bem-estar emocional dos filhos.

⚖️ Na ausência de acordo, a Justiça pode intervir e fixar a divisão conforme o melhor interesse da criança.

👩‍⚖️ O foco deve ser sempre um só: garantir que, mesmo em lares diferentes, o filho tenha tempo, presença e vínculo com ambos os pais.

Requerente e Requerido: qual é a diferença?No processo judicial, esses dois termos identif**am as partes envolvidas:⚖️ R...
01/12/2025

Requerente e Requerido: qual é a diferença?
No processo judicial, esses dois termos identif**am as partes envolvidas:

⚖️ Requerente: é quem faz o pedido à Justiça, a pessoa que inicia o processo para buscar um direito, uma correção ou uma decisão judicial.
⚖️ Requerido: é quem precisa responder ao pedido feito pelo requerente. É a parte que foi acionada judicialmente.

📚 Exemplo prático:
Se uma pessoa entra com uma ação de pensão alimentícia, ela é o requerente, e o outro genitor é o requerido.

🔍 Entender esses termos ajuda a interpretar notif**ações, despachos e andamentos do processo com mais clareza, evitando confusões e garantindo uma comunicação mais transparente entre o cliente e o advogado.

👩‍⚖️ A linguagem jurídica pode parecer complexa, mas compreender esses conceitos é o primeiro passo para acompanhar seus direitos de forma consciente.

💡 Posso levar meu filho para viajar se estou separado do outro genitor? Sim, mas existem regras e cuidados importantes.📍...
27/11/2025

💡 Posso levar meu filho para viajar se estou separado do outro genitor?
Sim, mas existem regras e cuidados importantes.

📍 Se a viagem for dentro do Brasil:
➡️ Se a criança for viajar com um dos pais, normalmente não precisa de autorização do outro, desde que não esteja em período de convivência do outro genitor e não haja restrição no acordo judicial.
➡️ Mas se a viagem acontecer fora do período combinado ou interferir no direito de convivência, o ideal é ter autorização por escrito ou judicial.

🌍 Se a viagem for para fora do Brasil:
➡️ Sempre precisa de autorização por escrito do outro genitor, com firma reconhecida em cartório, ou autorização judicial.
➡️ Essa exigência vale para qualquer viagem internacional com menor de 18 anos (Resolução nº 131/2011 – CNJ e art. 83 do ECA).

⚠️ Importante:
Mesmo em viagens curtas, o bom senso e o diálogo são essenciais.
Evitar surpresas, comunicações de última hora e atitudes unilaterais ajudam a manter a paz e o bem-estar da criança.

👩‍⚖️ Quando há dúvidas ou conflito, o melhor caminho é consultar um advogado para garantir segurança e respeitar os direitos de todos os envolvidos, especialmente os da criança.

📲 Ficou com dúvidas sobre convivência ou viagens com filhos? Fale conosco pelo link na bio.

💡 Direitos post-mortem: você já pensou no que acontece com sua identidade digital após a morte?Contas bancárias, redes s...
18/11/2025

💡 Direitos post-mortem: você já pensou no que acontece com sua identidade digital após a morte?

Contas bancárias, redes sociais, arquivos na nuvem, fotos e até criptomoedas — tudo isso faz parte do chamado patrimônio digital, que pode ser objeto de sucessão.

📚 Base legal e avanços jurídicos:
➡️ Ainda não há lei específ**a no Brasil, mas o tema já é tratado com base nos princípios do Código Civil (art. 1.788 e 1.829) e em decisões judiciais.
➡️ O Projeto de Lei 8.562/2017 busca regulamentar o tratamento de bens digitais na herança.
➡️ A LGPD (Lei 13.709/2018) protege dados pessoais — inclusive após a morte, exigindo consentimento para uso ou acesso por terceiros.

🔍 O que pode ser incluído como herança digital?
✔️ Contas de e-mail e redes sociais
✔️ Serviços de armazenamento em nuvem
✔️ Senhas e logins com valor patrimonial
✔️ Criptomoedas
✔️ Direitos autorais digitais

⚖️ O que a família pode fazer?
➡️ Solicitar judicialmente o acesso ou encerramento das contas
➡️ Reivindicar valores em contas digitais (ex: criptomoedas, saldos em plataformas)
➡️ Incluir o patrimônio digital em inventário

👩‍⚖️ A memória digital faz parte do legado.
E o silêncio da lei não é desculpa para a omissão.

🔎 Pensar na herança é também pensar no digital. Antecipar decisões pode evitar disputas futuras.

Endereço

Belo Horizonte, MG
30628030

Horário de Funcionamento

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Terça-feira 08:00 - 17:00
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