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Com uma equipe de advogados experientes e qualif**ados, apoiada por completa estrutura administrativa e tecnológica, BRUGNARA ADVOGADOS destaca-se pela sua forma preventiva, moderna e pro ativa na prestação de serviços jurídicos. Atuamos de forma intensa tanto no campo preventivo das relações obrigacionais, estruturando negócios, contratos, operações dos mais diversos tipos, como na solução dos co

nflitos judiciais, sempre no intuito de preservar os interesses de nossos clientes, seu patrimônio, e incentivar a expansão de seus negócios, viabilizando tomadas de decisões ágeis e seguras.

Quando a dívida da empresa já chegou no seu nome, a renegociação não pode começar pela pressa. Precisa começar pela comp...
08/06/2026

Quando a dívida da empresa já chegou no seu nome, a renegociação não pode começar pela pressa. Precisa começar pela compreensão exata do que aconteceu. Antes de aceitar qualquer proposta, é essencial entender por que essa cobrança saiu do CNPJ e passou a atingir o seu CPF, porque isso muda completamente o tamanho do risco e a forma de reagir.

Muitos sócios tentam resolver esse tipo de situação com a lógica de quem quer apenas ganhar prazo. O problema é que, dependendo do acordo, você pode assumir condições ainda mais pesadas, reconhecer obrigações sem a análise correta e ampliar a exposição do seu patrimônio sem perceber. O que parece alívio imediato pode se transformar em um problema ainda mais difícil de administrar depois.

Renegociar uma dívida como essa exige leitura técnica do caso. É preciso analisar a origem do débito, o tipo de responsabilidade atribuída ao sócio, as garantias envolvidas, o estágio da cobrança e o impacto real de qualquer proposta sobre o seu patrimônio e sua capacidade de pagamento. Sem isso, a renegociação deixa de ser estratégia e vira reação no escuro.

Quando o passivo empresarial atinge o sócio, o ponto principal não é apenas como renegociar. É como renegociar sem piorar a situação.

A reforma tributária não deve ser acompanhada apenas como mudança de tributação. Ela precisa ser lida como mudança de op...
05/06/2026

A reforma tributária não deve ser acompanhada apenas como mudança de tributação. Ela precisa ser lida como mudança de operação. Quando a empresa adia essa revisão, os primeiros impactos são no caixa, na margem e na falta de previsibilidade. Arraste para entender.

Empresas com passivos tributários relevantes ganharam uma nova oportunidade de revisão fiscal. A PGFN abriu prazo para a...
05/06/2026

Empresas com passivos tributários relevantes ganharam uma nova oportunidade de revisão fiscal. A PGFN abriu prazo para as modalidades de transação previstas no Edital nº 6/2026, permitindo a negociação de débitos tributários e não tributários de até R$ 45 milhões por contribuinte.

Os benefícios dependem da capacidade de pagamento da empresa, que é classif**ada automaticamente pelo sistema em "A", "B", "C" ou "D":

Classif**ação “A” ou “B”: Você pode aproveitar a entrada facilitada.

Classif**ação “C” ou “D”: Você pode aproveitar a entrada facilitada, um prazo maior para pagar e descontos sobre juros, multas e encargo legal.

Isso reforça a importância de uma análise técnica através das demonstrações contábeis da empresa, para revisão desse CAPAG (Capacidade de Pagamento) conseguindo assim até 90% de redução de juros e multas com a revisão fiscal, através de tecnologia parametrizada com a lei.

O prazo vai de 1º de junho a 30 de setembro de 2026.

A publicação do edital mostra que a regularização fiscal é algo urgente, pois caso a empresa seja classif**ada como devedora contumaz, ela sofrerá inúmeras penalidades.

Caso a sua empresa esteja nesta situação, entre em contato que faremos um diagnóstico dessa dívida tributária, apresentando o que pode ser feito.

tributário.

Juros altos não apertam só a parcela. Eles mudam o ritmo da empresa inteira. Quando o custo do crédito sobe e a dívida c...
04/06/2026

Juros altos não apertam só a parcela. Eles mudam o ritmo da empresa inteira. Quando o custo do crédito sobe e a dívida começa a se acumular, o problema deixa de ser financeiro e passa a pressionar caixa, operação e capacidade de decisão. O mercado vem apontando o tempo todo que juros elevados seguem pesando sobre o endividamento e o custo do crédito no país.

É assim que a bola de neve começa. A empresa tenta ganhar tempo, empurra a decisão, aceita condições de renegociações ruins e segue operando sob pressão. Só que, enquanto isso, o passivo cresce.

O ponto mais perigoso é que muita empresa só percebe a gravidade quando a dívida já começou a travar o negócio. Nessa fase, o impacto não f**a mais restrito ao banco. Ele entra no planejamento, no fôlego do caixa e na continuidade da operação.

Quando os juros altos das renegociações de dívidas se transformam em endividamento, tratar esse passivo com estratégia deixa de ser escolha e passa a ser medida de proteção. Se esse alerta conversa com a realidade de algum empresário que você conhece, vale compartilhar este conteúdo com ele.

Quando a dívida rural passa de R$ 300 mil, aceitar a primeira proposta de renegociação do banco pode ser um dos passos m...
04/06/2026

Quando a dívida rural passa de R$ 300 mil, aceitar a primeira proposta de renegociação do banco pode ser um dos passos mais arriscados para o produtor. O que vem apresentado como solução imediata, muitas vezes, esconde condições que aumentam o peso da dívida, ampliam garantias e reduzem a margem de reação no futuro.

O problema é que esse tipo de proposta costuma chegar justamente no momento em que o produtor está mais pressionado. Safra frustrada, caixa apertado, cobrança aumentando e urgência para resolver. É nesse cenário que muita decisão ruim é tomada, porque o foco f**a em sair da pressão de agora, sem enxergar o impacto que o acordo pode gerar lá na frente.

Nem toda renegociação é vantajosa. Em muitos casos, o banco reorganiza a cobrança de um jeito que protege muito mais a instituição do que a atividade rural. O produtor assume novas obrigações, aceita garantias mais pesadas e pode abrir mão de caminhos jurídicos mais seguros, como uma análise correta para prorrogação da dívida conforme a sua capacidade real de pagamento.

Quando o valor é alto, o erro custa ainda mais caro. Por isso, antes de assinar qualquer proposta, o mais importante é entender o que está sendo colocado no papel e quais consequências esse acordo pode trazer para o patrimônio, para a produção e para a continuidade da atividade.

Se essa situação conversa com a sua realidade, me conta nos comentários: no seu caso, o que mais preocupa hoje, o tamanho da dívida ou o medo de aceitar uma renegociação que piore ainda mais o problema?

O leilão não costuma ser o começo do problema. Em muitos casos, ele é a consequência de uma renegociação feita sem análi...
03/06/2026

O leilão não costuma ser o começo do problema. Em muitos casos, ele é a consequência de uma renegociação feita sem análise técnica, sem estratégia e sem compreensão real do que foi assinado. Arraste para entender.

Quando o passivo empresarial avança sem estratégia, o impacto pode deixar de f**ar restrito à operação da empresa e come...
03/06/2026

Quando o passivo empresarial avança sem estratégia, o impacto pode deixar de f**ar restrito à operação da empresa e começar a alcançar o patrimônio de sócios e acionistas. É nesse ponto que medidas mais agressivas ganham força e o problema passa a exigir uma reação muito mais técnica, rápida e cuidadosa. Buscas e apreensões não devem ser tratadas como episódios isolados, porque normalmente revelam um cenário que já vinha se agravando. O erro de muitos empresários está em esperar demais, acreditando que ainda há tempo ou que a situação vai se limitar ao CNPJ. Quando a cobrança começa a se aproximar dos bens pessoais, agir rápido deixa de ser uma recomendação e passa a ser uma urgência.

patrimonial

Quando a empresa renegocia a dívida com estratégia, a primeira mudança aparece no caixa. A pressão mensal tende a f**ar ...
02/06/2026

Quando a empresa renegocia a dívida com estratégia, a primeira mudança aparece no caixa. A pressão mensal tende a f**ar mais leve, e a empresa consegue manter sua operação rodando.

O problema é que muita gente ainda confunde renegociação com simples adiamento. Só que uma renegociação bem construída não serve apenas para empurrar a dívida para frente. Ela serve para devolver previsibilidade e criar um cenário mais controlado.

Sem estratégia, a parcela pode até cair no começo, mas o acordo pode trazer problemas para a empresa depois. Com estratégia, a lógica muda. O foco deixa de ser apenas aliviar o mês atual e passa a ser renegociar de acordo com a capacidade de pagamento.

A melhora no fluxo de caixa da empresa vem quando a renegociação reduz a pressão, devolve fôlego e permite que a empresa volte a operar de forma mais assertiva. Vale guardar esse conteúdo como referência para quando esse tipo de decisão surgir na rotina da empresa.

Planejamento tributário não deve entrar na rotina da empresa apenas quando surge uma autuação, uma execução fiscal ou um...
02/06/2026

Planejamento tributário não deve entrar na rotina da empresa apenas quando surge uma autuação, uma execução fiscal ou um passivo difícil de administrar. O papel dele é de prevenção e estratégia tributária. Ele existe para dar clareza sobre a forma como a empresa tributa, opera e cresce, reduzindo riscos que muitas vezes passam despercebidos no dia a dia. Quando a empresa se organiza, ela ganha previsibilidade, melhora a margem de seus produtos, seu caixa e toma decisões com mais segurança. Quando deixa para depois, costuma agir sob pressão, tentando corrigir um cenário que já ficou mais caro e mais complexo.

O Superior Tribunal de Justiça consolidou entendimento favorável ao uso da chamada “teimosinha” nas execuções fiscais, p...
01/06/2026

O Superior Tribunal de Justiça consolidou entendimento favorável ao uso da chamada “teimosinha” nas execuções fiscais, permitindo ordens automáticas e reiteradas de bloqueio de valores via SISBAJUD.

Na prática, isso signif**a que a tentativa de bloqueio deixa de acontecer uma única vez. O sistema pode repetir buscas por saldo em contas bancárias durante um período determinado pelo Judiciário, alcançando valores que entrem posteriormente na conta da empresa.

A decisão aumenta a pressão sobre empresas que possuem execuções fiscais em andamento, principalmente aquelas que ainda tratam o passivo tributário apenas de forma reativa.

O ponto de atenção é que muitas empresas só percebem o tamanho do problema quando o bloqueio já afeta operação, fluxo de caixa e capacidade financeira do negócio.

Com esse entendimento do STJ, gestão do passivo tributário e acompanhamento das execuções fiscais passam a ter impacto ainda mais direto na preservação da atividade empresarial.

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