26/08/2026
A DISPUTA PELO VOTO NAS MÍDIAS DIGITAIS
A internet democratizou a disputa política, permitindo que candidaturas com orçamentos limitado alcancem milhares de eleitores sem dependência exclusiva de materiais impressos. Porém, a liberdade digital não signif**a ausência de regras.
Em minha análise publicada no Jornal O Liberal, destaco os pontos mais críticos que todo candidato, marketing de campanha e assessor jurídico precisam dominar:
A Inteligência Artificial e a Rotulagem andam juntas. O uso de IA para criar áudios, imagens ou vídeos é permitido, desde que haja aviso prévio e destacado. Deepfakes e avatares virtuais são terminantemente proibidos, sob risco de cassação de registro ou mandato.
Os Influenciadores Digitais podem participar do embate eleitoral. Mas é expressamente proibido pagar influenciadores, empresas ou terceiros para veicularem propaganda política em seus perfis. O apoio deve ser 100% voluntário e gratuito.
Os Disparos e Automação tem regras própria. As ferramentas de disparo em massa sem autorização do eleitor e contratação de robôs permanecem banidas.
O Impulsionamento Pago está permitido. Contudo, apenas pelos canais e contas oficiais da candidato ou partido político, com transparência total perante a Justiça Eleitoral.
A estratégia digital de uma campanha de sucesso precisa andar de mãos dadas com a conformidade jurídica, para evitar surpresas nas urnas ou nos tribunais.
💬 E você, qual dessas regras considera o maior desafio para os candidatos? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe este post com quem precisa estar atento à legislação!