Jessé Lima Advogados

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22/05/2026

Muita gente acha que é obrigada a aceitar tudo no trabalho por medo de perder o emprego.

Mas uma coisa é a empresa exigir hora extra dentro da lei.
Outra completamente diferente é usar ameaça, humilhação ou pressão psicológica contra o trabalhador.

A realização de horas extras normalmente precisa ter previsão no contrato de trabalho, acordo coletivo ou convenção coletiva da categoria.

E, em regra, existe limite de até 2 horas extras por dia.

Se a cobrança vem acompanhada de ameaças, exposição, pressão excessiva ou mensagens abusivas, isso pode gerar consequências trabalhistas para a empresa.

Por isso, é importante guardar provas: prints, mensagens, áudios, escalas, registro de ponto e qualquer documento que mostre a situação vivida no trabalho.

Muitos trabalhadores só percebem a importância dessas provas quando o problema já aconteceu.

Você já passou por pressão ou ameaça por causa de hora extra?

Comenta aqui a sua experiência.

22/05/2026

Acidente de trabalho não termina quando o benefício do INSS acaba.

Muitos trabalhadores voltam tentando retomar a rotina… mas percebem que o corpo já não responde da mesma forma.

A produtividade cai, surgem limitações, dores, dificuldades físicas e, aos poucos, o trabalhador começa a ser deixado de lado dentro da empresa.

Em muitos casos, a dispensa acontece logo após a estabilidade — ou até antes dela terminar.

O que muita gente não sabe é que o acidente de trabalho pode gerar diversos direitos além do afastamento pelo INSS.
Dependendo do caso, o trabalhador pode ter direito à estabilidade no emprego, indenização por danos morais, pensão mensal, manutenção do plano de saúde, FGTS durante o afastamento e até indenização pela redução da capacidade de trabalho.

E existe um detalhe importante: mesmo que o trabalhador consiga voltar a trabalhar, se ficou com sequelas ou perdeu parte da capacidade profissional, isso pode gerar direito à reparação.

Muita gente só percebe o impacto real do acidente quando tenta voltar ao mercado e encontra dificuldades para competir em igualdade com outros trabalhadores.

Você já viu alguém passar por isso?

Comenta aqui a sua opinião e compartilha esse vídeo para mais trabalhadores conhecerem os próprios direitos.

20/05/2026

Os processos por assédio moral no trabalho dispararam no Brasil.

Só em 2025, foram mais de 142 mil novas ações na Justiça do Trabalho.

Humilhações constantes, pressão psicológica, cobranças abusivas, perseguições e exposição do trabalhador podem gerar indenização e outras consequências para a empresa.

Muita gente ainda acha que isso é “normal” no ambiente de trabalho. Mas não é.

O assédio moral afeta a saúde emocional, destrói a autoestima e pode deixar marcas profundas na vida do trabalhador.

E o mais preocupante: muitos trabalhadores passam anos sofrendo calados por medo de perder o emprego.

O aumento das ações mostra que cada vez mais trabalhadores estão entendendo os seus direitos e deixando de aceitar situações abusivas.

Você já viveu ou presenciou algo assim no trabalho?

Comenta aqui a sua opinião. 👇

19/05/2026

Motorista profissional muitas vezes trabalha 12, 14, até 16 horas por dia… enquanto a empresa tenta fazer parecer que está tudo “normal”.

E além da jornada excessiva, muitas empresas criam formas de pagamento “por fora”: quilômetro rodado, entrega, carga, diária, comissão ou qualquer outro valor sem registro na folha.

O problema é que esse dinheiro fora da folha não entra no cálculo das horas extras, férias, 13º, FGTS, aviso prévio e nem da aposentadoria do trabalhador.

Na prática, o trabalhador produz mais, recebe menos direitos e ainda pode sofrer prejuízo lá na frente quando precisar do INSS ou se aposentar.

Salário deve refletir a realidade do trabalho.
E pagamento “extra folha” não pode ser usado como ferramenta para retirar direitos do trabalhador.

E aí… no seu trabalho também existem pagamentos “por fora” ou jornadas excessivas assim?

18/05/2026

Muita gente acha que, sem carteira assinada, não existe como provar o vínculo de emprego.

Mas em muitos processos trabalhistas, uma das provas mais importantes está justamente no comprovante de pagamento.

PIX, transferência bancária, depósito recorrente, comprovante de salário “por fora” ou até descrição de pagamento feita pela própria empresa podem ajudar a demonstrar que existia uma relação de trabalho contínua.

Porque no Direito do Trabalho, o que vale não é só o que está no papel. Vale a realidade dos fatos.

E quando esses pagamentos acontecem de forma frequente, no mesmo período, com valores ligados ao trabalho prestado, isso pode fortalecer muito o reconhecimento do vínculo empregatício na Justiça.

O problema é que muitos trabalhadores apagam conversas, perdem extratos, trocam de celular ou simplesmente não guardam os comprovantes achando que “não vai dar em nada”.

Só que depois, quando precisam buscar os próprios direitos, a prova que poderia fazer diferença já não existe mais.

Dependendo do caso, o reconhecimento do vínculo pode garantir direitos como:

• FGTS de todo o período
• férias + 1/3
• 13º salário
• horas extras
• aviso prévio
• multa de 40% do FGTS
• até acesso ao seguro-desemprego

E muitas vezes a empresa acreditava que estava “economizando” ao não assinar a carteira… mas acaba gerando um passivo trabalhista ainda maior.

E aí… no seu trabalho o pagamento era feito como?

15/05/2026

Tem muita gente que começou a trabalhar cheia de planos, sonhos e objetivos…mas que, com o tempo, acabou entrando apenas no modo sobrevivência.

A rotina pesada, o cansaço, a pressão financeira e os boletos fazem muita gente esquecer dos próprios sonhos sem nem perceber.

E o pior: isso acaba parecendo normal.

O trabalho deve ajudar a construir a vida do trabalhador, e não consumir completamente ela.

Tempo, saúde mental, descanso e qualidade de vida também importam.

E aí… você ainda trabalha pelos seus sonhos ou sente que está apenas tentando sobreviver ao mês?

15/05/2026

Banco de horas parecia uma solução boa no papel.

Mas na prática, muita empresa transformou isso em um sistema onde o trabalhador trabalha mais… e quase nunca consegue folgar.

Tem trabalhador que não consegue acompanhar o saldo, não tem acesso ao controle, perde folga em cima da hora e vê as horas simplesmente “sumirem”.

Enquanto isso, a empresa continua se beneficiando das horas extras sem pagar corretamente.

E quando o banco de horas não segue a lei, ele pode ser invalidado na Justiça.

E a consequência pode ser o pagamento de todas essas horas acumuladas como horas extras, com adicional e reflexos em férias, 13º, FGTS e outras verbas trabalhistas.

Banco de horas exige transparência, controle e compensação correta. Quando isso não existe, o prejuízo quase sempre f**a nas costas do trabalhador.

E aí… no seu trabalho o banco de horas funciona de verdade ou virou só uma forma de não pagar hora extra?

13/05/2026

Muita empresa ainda tenta convencer o trabalhador de que pode “esperar a experiência” pra assinar a carteira. Mas isso não funciona assim na lei trabalhista.

Se o trabalhador já começou a trabalhar, já existe vínculo de emprego. E mesmo sem registro na carteira, podem existir direitos como FGTS, férias, 13º salário e verbas rescisórias.

O contrato de experiência também precisa ser registrado desde o início da relação de trabalho. Trabalhar sem carteira não signif**a trabalhar sem direitos.

Carteira assinada, vínculo empregatício, trabalho sem registro, contrato de experiência e direitos trabalhistas são temas que ainda geram muita dúvida entre os trabalhadores.

E aí… já tentaram atrasar a assinatura da sua carteira também?

12/05/2026

Muita gente acha que banco de horas é sempre vantagem… até perceber que está trabalhando mais e descansando menos.

O problema é que, na prática, muitos trabalhadores passam meses acumulando horas sem qualquer transparência sobre saldo, compensação ou prazo.

E quando não existe controle correto, acordo válido ou respeito às regras da compensação, o que era “banco de horas” pode acabar gerando direito ao recebimento de horas extras na Justiça.

O trabalhador precisa ter acesso às informações, saber quantas horas possui acumuladas e entender como isso está sendo compensado pela empresa.

Porque organização de jornada é uma coisa. Descontrole e abuso são outra completamente diferente.

Na sua empresa, você consegue acompanhar seu banco de horas ou ninguém sabe exatamente como ele funciona? 👇

12/05/2026

Enquanto muita gente discute o fim da escala 6x1 olhando só para o impacto econômico, existe uma outra discussão que quase ninguém faz: o valor do tempo na vida do trabalhador.

Quem vive preso em uma rotina exaustiva muitas vezes não consegue estudar, se capacitar, descansar ou sequer pensar em novas oportunidades.

E sem tempo disponível, o trabalhador acaba f**ando limitado ao mesmo ciclo por anos.

A redução da jornada também signif**a mais possibilidade de crescimento.

Tempo para fazer um curso.
Tempo para buscar uma nova profissão.
Tempo para cuidar da saúde, da família e da própria vida.

Hoje, muita gente que critica o fim da escala 6x1 não vive essa realidade. Não sente o desgaste de passar praticamente a vida inteira trabalhando sem conseguir construir novas oportunidades.

A verdade é que o tempo virou um dos ativos mais valiosos da sociedade moderna. E garantir mais tempo disponível também é falar sobre dignidade, qualidade de vida e possibilidade de evolução profissional.

E você: acredita que o fim da escala 6x1 pode melhorar a vida do trabalhador brasileiro?

10/05/2026

Hoje é dia de homenagear quem carrega no amor a força de transformar vidas todos os dias.

Neste Dia das Mães, queremos deixar nossa admiração e carinho a todas as mães que fazem parte da nossa história e caminham conosco diariamente.

Que este dia seja de celebração, reconhecimento e muito afeto.

Feliz Dia das Mães! ❤️

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Belém, PA
66095-055

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