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28/04/2026

Uma coisa é usar a moto só para ir ao trabalho.
Outra coisa é passar o expediente em cima dela, pegando sol, chuva, trânsito e risco de acidente para cumprir ordens da empresa.

Quando a moto faz parte da atividade de forma habitual, isso pode ter reflexos trabalhistas.

Se acostumar com o perigo não faz ele deixar de existir.

Tem gente perdendo dinheiro com isso sem perceber.
Se quiser entender como isso funciona no caso concreto, clica no link da bio.

27/04/2026

Sofreu um acidente, ficou afastado pelo INSS e voltou ao trabalho com sequela?

Muita gente acha que, quando o auxílio-doença acaba, acabou tudo.

Mas receber alta não significa que o corpo voltou ao normal.

Se você voltou com dor, limitação, dificuldade para pegar peso, levantar o braço ou trabalhar como antes, pode existir direito ao auxílio-acidente.

Tem gente perdendo dinheiro com isso sem perceber.
Se quiser mais informações, clica no link da bio.

25/04/2026

Não é a história que muda.
É quem conta, por que conta e o que escolhe esconder.

A CLT nasceu em 1943 e, desde então, muita gente repete que os direitos trabalhistas “quebrariam o Brasil”.

Mas olha ao redor.

O país não quebrou por causa de férias, décimo terceiro, descanso semanal ou carteira assinada.

O que quebra um país é corrupção, má gestão, privilégio para poucos e a tentativa constante de convencer o trabalhador de que direito é exagero.

Direito trabalhista não é favor.
É proteção mínima.

E toda vez que alguém tenta transformar isso em problema, vale perguntar:

quem ganha quando o trabalhador perde direito?

Concorda?

24/04/2026

O problema não é a fofoca.
É quando ela vira humilhação disfarçada de brincadeira.

Tem coisa que começa no comentário…
e termina adoecendo a pessoa no trabalho.

Se quiser mais informações, clica no link da bio.

17/04/2026

Muita gente acha que, quando o auxílio-doença acaba e a pessoa volta a trabalhar, o assunto morreu ali.

Mas não é bem assim.

Se ficou sequela depois da lesão, o auxílio-acidente pode começar no dia seguinte ao fim do auxílio-doença. Não meses depois. Não quando o INSS quiser.

E tem um ponto que quase ninguém percebe: voltar ao trabalho não apaga esse direito.

Isso porque o auxílio-acidente existe justamente pra esse cenário. A pessoa voltou, mas não voltou como antes. Ficou com limitação. Ficou com redução da capacidade pro trabalho habitual. E isso pode gerar pagamento.

Agora junta isso com outro detalhe importante: o STJ firmou essa tese em repetitivo.

Na prática, não estamos falando de um caso isolado. Estamos falando de uma orientação que serve de base pra milhares de situações parecidas.

O problema é que muita gente passa por isso sem nunca conferir se o benefício foi concedido da forma certa.

E quando ninguém olha, o tempo passa. E junto com ele, pode ficar dinheiro pra trás.

Se você recebeu auxílio-doença, ficou com sequela e voltou a trabalhar, vale olhar isso com calma.

Quanto mais tempo passa, mais dinheiro você pode estar deixando pra trás. Se quiser entender como isso funciona no teu caso, clica no link da bio.

17/04/2026

Tem gente que não tá só cansada.

Tá esgotada.

Deita e não descansa.
A cabeça continua no trabalho.
No que ficou pendente.
No que ainda vai dar problema.
No que precisa resolver no dia seguinte.

E aí começa a mentira que muita gente repete pra si mesma:
“é só uma fase.”
“é só estresse.”
“depois melhora.”

Mas nem sempre melhora.

Quando a rotina vira cobrança o tempo todo, meta sem fim, pressão diária e mensagem fora do horário, isso vai pesando de um jeito que muita gente só percebe quando já passou do limite.

E o pior é que tratam isso como se fosse normal.

Não é.

Não é frescura.
Não é fraqueza.
É gente adoecendo por causa do trabalho.

Tem situação que não é só cansaço acumulado.
Tem situação que precisa ser olhada com seriedade.

Se você conhece alguém assim, manda esse vídeo pra essa pessoa.
Às vezes ela já passou do limite… e ainda tá tentando agir como se estivesse tudo bem.

Hashtags:
AmbienteDeTrabalho

16/04/2026

Muita gente acha que, quando o auxílio-doença acaba, acabou tudo.

Mas nem sempre.

Se a pessoa ficou com sequela e essa sequela reduziu a capacidade pro trabalho de antes, pode existir direito ao auxílio-acidente.

E o ponto mais importante é esse:
quando esse benefício vem da mesma lesão que gerou o auxílio-doença, ele não deveria começar meses depois, do nada, quando o INSS resolve.

O entendimento firmado foi que o auxílio-acidente deve começar no dia seguinte ao fim do auxílio-doença.

E tem mais gente errando justamente aqui:
voltou a trabalhar e achou que perdeu o direito.

Só que voltar a trabalhar não apaga a sequela.

Auxílio-acidente existe exatamente pra isso:
quando a pessoa volta, mas não volta igual.

O problema é que muita gente nem percebe que isso foi pago errado ou que nem foi analisado como deveria.

E quando percebe, já deixou dinheiro pra trás.

Se você recebeu auxílio-doença, ficou com sequela e voltou a trabalhar, vale olhar isso com calma.

Quanto mais tempo passa, mais dinheiro você pode estar deixando pra trás.
Se quiser entender como isso funciona no teu caso, clica no link da bio.

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Sequela

16/04/2026

Trabalhava em restaurante com escala, grupo da empresa, cobrança, horário e até uniforme…
mas na hora de sair ouviram que era só “extra”.

Esse tipo de situação acontece mais do que parece.

Muita gente passa meses, às vezes anos, trabalhando com rotina normal do local, recebendo por PIX, sendo cobrada como funcionário, mas sem registro e sem receber os direitos na saída.

E aí vem a confusão:
porque chamam de “extra” uma relação que, na prática, pode ser bem diferente.

Nem todo trabalho sem carteira é realmente informal do jeito que a empresa tenta fazer parecer.

Dependendo de como funcionava a escala, a cobrança, a frequência e a forma de pagamento, isso pode ter consequência jurídica.

Quanto mais tempo passa, mais dinheiro você pode estar deixando pra trás.
Se quiser entender como isso funciona no teu caso, clica no link da bio.

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15/04/2026

Criaram uma fila nacional no INSS.
E muita gente já ouviu isso achando que agora o pedido vai andar sozinho.

Não vai.

Desde 13 de janeiro de 2026, o INSS passou a usar uma fila única nacional para distribuir análises pelo país e priorizar pedidos mais antigos, com foco especial em BPC e benefícios por incapacidade.

Só que tem um detalhe que muita gente ignora:
fila nova não conserta processo bagunçado.

Documento ilegível, informação incompleta, erro no CNIS, perícia pendente e cadastro desatualizado continuam travando pedido do mesmo jeito. Isso aparece tanto na explicação da matéria quanto na orientação prática ligada ao acompanhamento do processo no Meu INSS.

Ou seja:
não adianta teu requerimento cair numa fila nacional
se, na hora que abrirem o processo, estiver faltando prova.

A mudança pode ajudar a destravar análise.
Mas não faz milagre.

O erro agora é achar que a demora é só culpa da fila.
Muitas vezes o problema tá dentro do próprio pedido.

Se teu benefício tá parado há tempo demais, vale olhar isso com calma.

Quanto mais tempo passa, maior a chance de você perder notificação, exigência ou prazo.
Se quiser entender melhor como isso funciona no teu caso, o link informativo tá na bio.

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15/04/2026

Justa causa não é coisa que a empresa inventa do nada.

Tem muito trabalhador sendo mandado embora com acusação vaga, tipo “tava enrolando”, “tava fazendo corpo mole”, “não rendia”.

Só que, na prática, não funciona assim.

Principalmente quando nunca teve advertência.
Nunca teve suspensão.
Nunca teve aviso nenhum.

Porque esse tipo de situação, quando é real mesmo, normalmente vem com histórico.
A empresa avisa.
Registra.
Aplica medida antes.

O que não dá é simplesmente querer te tirar e jogar uma justa causa pra economizar na rescisão.

E é aí que muita gente perde dinheiro sem nem perceber.

FGTS.
Multa.
Aviso-prévio.
Verbas que a pessoa acha que sumiram de vez.

Muita justa causa aplicada desse jeito merece ser olhada com calma.

Se te mandaram embora assim, de repente, com esse papo de que tu tava “enrolando”, vale verificar melhor.

Quanto mais tempo passa, mais dinheiro você pode estar deixando pra trás.
Se quiser entender como funciona no teu caso, clica no botão abaixo ou no link da bio.

14/04/2026

Tem muita gente perdendo dinheiro no benefício sem nem entender o que aconteceu.

O valor vem menor.
A pessoa estranha.
Vai olhar com calma.
E descobre um empréstimo que nunca pediu.

E o pior é isso:
muita gente acha que, porque o desconto apareceu no benefício, então deve estar certo.

Só que não é assim.

Empréstimo não pode surgir do nada.
Tem que existir autorização.
Tem que existir contratação.
Tem que existir prova.

Quando isso não aparece de forma clara, o desconto merece atenção.

E quase sempre começa do jeito mais perigoso:
com valor pequeno.
Um desconto que parece “nada demais”.
Mas que vai saindo mês após mês.

Quando a pessoa percebe, já perdeu um dinheiro que fazia falta dentro de casa.

Isso acontece muito com aposentado, pensionista e com quem recebe benefício.
E muita gente aceita calado porque acha que não tem o que fazer.

Mas tem situação que precisa ser olhada com calma, sim.

Se apareceu desconto no teu benefício de um empréstimo que tu nunca fez, vale verificar isso direito.

Quanto mais tempo passa, mais dinheiro pode estar indo embora.
Se quiser entender melhor como isso funciona no teu caso, clica no botão abaixo ou no link da bio.

benefício

14/04/2026

Tomar justa causa por causa de celular no trabalho parece simples.

Mas na prática, não é assim que funciona.

Uma coisa é a empresa proibir e agir do jeito certo.
Outra bem diferente é querer jogar uma justa causa direto, sem advertência, sem histórico, sem medida anterior.

E tem um ponto que pesa muito:
quando todo mundo fazia a mesma coisa, ninguém falava nada, e no fim resolveram punir só um.

Aí acende alerta.

Porque justa causa não pode ser usada de qualquer jeito.
Ela exige prova, exige gravidade e exige coerência.

Muita gente aceita esse tipo de demissão no susto, sem questionar.
E acaba perdendo verbas que poderiam ser discutidas.

Se te mandaram embora por justa causa por algo pontual, vale olhar isso com calma.

Quanto mais tempo passa, mais dinheiro você pode estar deixando pra trás.
Se quiser entender melhor o teu caso, clica no botão abaixo ou no link da bio.

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Endereço

Avenida Gov. José Malcher, 1077, Centro Empresarial Acrópole, Sala 909/Nazaré, Belém/
Belém, PA
66055-260

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