19/04/2021
Hoje venho aqui falar um pouco sobre minha história na advocacia para quem ainda não me conhece.
Desde criança trazia o sonho em ser advogada, chegando até a brincar de escritório na infância. Só não entendia que aquele escritório era de advocacia.
Não venho de uma família com profissionais nesta área, porém, desde o momento da escolha da faculdade já sabia do meu amor pelo direito. Inicialmente o meu sonho era ser delegada, mas com as aulas e o gosto pelo estudo passei a cogitar prestar concurso público, e assim, ser promotora. Acreditava que exercendo alguma dessas funções poderia lutar pelos direitos dos menos favorecidos, o que aumentava meio anseio por elas.
Para poder prestar os tão sonhados concursos precisava ter alguns anos em exercício. Logo, comecei a advogar. O inesperado aconteceu, a cada cliente e a cada processo concluído, passei a me sentir mais apaixonada pelo que estava fazendo, e assim, tive a certeza de que o meu lugar era na advocacia e de que nela eu poderia fazer a diferença que tanto almejava.
Várias foram as noites que além das atividades diárias, passei estudando. Entretanto, tenho certeza que valeu a pena.
Hoje, após 12 anos como advogada, afirmo que é exercendo a advocacia que me realizo, uma vez que são várias as amizades conquistadas, oportunidades apresentadas, e principalmente, a vivência diária das minhas paixões – o estudo e a busca pela concretização dos direitos dos cidadãos.
Vivo diariamente a realização do meu sonho e busco me aperfeiçoar na minha área, advogando com respeito aos profissionais que convivo e fazendo uma advocacia humanizada, na qual o “ser” vem antes do “ter”.
Concluo esse texto com uma frase de Fernando Pessoa que tanto se fez presente em minha vida ao longo desses anos: “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”.