05/10/2022
De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os golpes utilizando o PIX que foram identificados por instituições financeiras são classificados como ‘phishing’. Esse tipo de crime cibernético acontece quando a vítima é levada a fornecer informações sigilosas ao receber falsas solicitações via e-mail, mensagens no whatsapp, links enganosos ou até mesmo por telefonemas de call centers. Por exemplo, um falso e-mail do banco em que é pedido senhas de cartões ou contas.
Veja os quatro golpes mais comuns, segundo a Febraban:
1 – Golpe da clonagem do Whatsapp
Nesse golpe, os criminosos enviam uma mensagem de whatsapp para a vítima, se passando por uma empresa em que a pessoa tem cadastro. Os bandidos, então, solicitam o código de segurança, que é enviado por SMS pelo aplicativo quando um usuário tenta instalar o whatsapp em outro aparelho. De posse do código, os contraventores clonam a conta da vítima.
2 – Golpe de engenharia social com Whatsapp
Nesse tipo de golpe, o mecanismo é mais simples: em vez de clonar o Whatsapp, os criminosos simplesmente criam uma conta nova com a foto de vítima. Depois, descobrem os contatos de amigos ou familiares daquele usuário, e pedem dinheiro para essas pessoas via pix.
3 – Golpe do falso funcionário de banco e das falsas centrais telefônicas
Um terceiro golpe muito comum acontece quando os criminosos entram em contato via telefone, email ou mensagem, se passando por funcionários do banco no qual a vítima tem conta. Os bandidos, então, solicitam informações financeiras para supostamente ‘cadastrar’ ou regularizar as chaves do Pix.
4 – Golpe do bug no Pix
Por último, o golpe do bug (erro) no Pix está sendo muito usado por criminosos virtuais. A estratégia também é simples: a vítima recebe ‘fake news’ por vídeos, publicações ou mensagens de whatsapp, em que os bandidos afirmam que em função de uma falha no sistema do Pix, quem enviar uma quantia em dinheiro para uma determinada conta, recebe o dobro de volta.
Por isso, sempre verifique a origem das mensagens que recebe e consulte os canais oficiais dos bancos para tirar dúvidas.
Caiu em algum golpe? Consulte um advogado especialista no tema para te orientar.