07/08/2026
O imposto vai sair da sua conta antes de você encostar nele.
Hoje, quando você vende R$ 1.000, os R$ 1.000 caem no seu caixa. O tributo você recolhe depois — e, nesse intervalo, aquele dinheiro paga fornecedor, folha, aluguel. É capital de giro. Todo mundo sabe, ninguém fala.
Com o split payment, isso acaba.
Na mesma venda de R$ 1.000, o próprio meio de pagamento separa o IBS+CBS na hora da liquidação: R$ 720 para a empresa, R$ 280 direto para o Fisco. Automático. Sem boleto, sem prazo, sem escolha.
O que muda na prática:
→ Seu caixa encolhe da noite para o dia — e não é queda de faturamento, é fim de um giro que você nem contabilizava como dívida.
→ Preço formado com o imposto “dentro” do fluxo para de fechar.
→ Inadimplência tributária deixa de ser uma decisão de gestão. Vira impossibilidade técnica.
O fim da sonegação também é o fim de uma folga que sustentava muita empresa saudável no papel.
Quem começar a reorganizar fluxo de caixa, precif**ação e aproveitamento de créditos agora chega em 2027 respirando. Quem deixar para depois vai descobrir o buraco no primeiro dia.
Sua empresa aguenta operar com 28% a menos de dinheiro entrando? Responde aqui embaixo — ou chama no direct que a gente analisa o seu caso.
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