Luciana Eugenia Galli

Como chegar

Luciana Eugenia Galli Dra Luciana Eugenia Galli, advogada atuante na área do Direito Civil, Imobiliário, Consumidor, Contratual e especialista em Direito Médico.

Sócia e advogada no Escritório Dolberth Advocacia

🌷 Há encontros que terminam, mas deixam algo bonito dentro de nós.Ontem vivemos uma noite especial. Uma noite de mulhere...
16/10/2026

🌷 Há encontros que terminam, mas deixam algo bonito dentro de nós.

Ontem vivemos uma noite especial. Uma noite de mulheres, de histórias, de aprendizado, de partilha e, acima de tudo, de cuidado.

Cada abraço, cada sorriso e cada presença nos lembraram de algo que, na correria da vida, tantas vezes esquecemos: nós também precisamos ser cuidadas.

O Outubro Rosa vai muito além de uma campanha de prevenção. É também um convite para olharmos umas para as outras com mais sensibilidade, para acolhermos nossas vulnerabilidades e compreendermos que nenhuma mulher precisa enfrentar seus desafios sozinha.

Ver tantas mulheres reunidas, compartilhando esse propósito, foi emocionante.

Porque quando uma mulher encontra acolhimento, ela se fortalece. E quando mulheres se unem, o cuidado alcança ainda mais pessoas.

Que a beleza dessa noite permaneça muito além de outubro. Que a informação se transforme em consciência, que o carinho se transforme em cuidado e que nunca nos falte sensibilidade para olhar por quem está ao nosso lado.

A todas que estiveram conosco, minha gratidão por tornarem esse encontro tão especial.

Lu Galli 🩷

🌷 Há encontros que terminam, mas deixam algo bonito dentro de nós.Ontem vivemos uma noite especial. Uma noite de mulhere...
16/10/2026

🌷 Há encontros que terminam, mas deixam algo bonito dentro de nós.

Ontem vivemos uma noite especial. Uma noite de mulheres, de histórias, de aprendizado, de partilha e, acima de tudo, de cuidado.

Cada abraço, cada sorriso e cada presença nos lembraram de algo que, na correria da vida, tantas vezes esquecemos: nós também precisamos ser cuidadas.

O Outubro Rosa vai muito além de uma campanha de prevenção. É também um convite para olharmos umas para as outras com mais sensibilidade, para acolhermos nossas vulnerabilidades e compreendermos que nenhuma mulher precisa enfrentar seus desafios sozinha.

Ver tantas mulheres reunidas, compartilhando esse propósito, foi emocionante.

Porque quando uma mulher encontra acolhimento, ela se fortalece. E quando mulheres se unem, o cuidado alcança ainda mais pessoas.

Que a beleza dessa noite permaneça muito além de outubro. Que a informação se transforme em consciência, que o carinho se transforme em cuidado e que nunca nos falte sensibilidade para olhar por quem está ao nosso lado.

A todas que estiveram conosco, minha gratidão por tornarem esse encontro tão especial.

🩷Lu Galli 🩷

Imagine a possibilidade de identificar sinais de diferentes tipos de câncer por meio de uma única coleta de sangue, incl...
11/10/2026

Imagine a possibilidade de identificar sinais de diferentes tipos de câncer por meio de uma única coleta de sangue, inclusive antes do aparecimento dos primeiros sintomas.

Parece algo distante da nossa realidade, mas essa tecnologia já chegou ao Brasil e representa uma nova possibilidade na medicina.

Estamos falando do Galleri, um exame desenvolvido pela empresa norte-americana GRAIL, capaz de procurar sinais moleculares associados a mais de 50 tipos de câncer, incluindo alguns que não possuem exames de rastreamento de rotina, como os de pâncreas, fígado e ovário.

O exame passou a ser oferecido em outubro de 2026 por meio da Genesis Genomics, empresa formada pela parceria entre o Hospital Israelita Albert Einstein e o Grupo Fleury, responsável por viabilizar sua chegada ao país.

E como funciona?

Por meio de uma coleta de sangue, o Galleri analisa fragmentos de DNA circulantes, identificando padrões que podem estar associados à presença de células cancerígenas.

A tecnologia também pode indicar a possível região do organismo de onde esses sinais se originaram.

A coleta é realizada no Brasil, e a amostra é encaminhada aos Estados Unidos para análise.

Ele é destinado principalmente a pessoas sem sintomas, a partir dos 50 anos, mediante avaliação e solicitação médica.

Mas existe algo muito importante que você precisa saber.

O Galleri não diagnostica o câncer sozinho. Se identificar um sinal suspeito, outros exames serão necessários para confirmar ou descartar a doença.

Da mesma forma, um resultado negativo não significa ausência de câncer.

A tecnologia também não substitui exames como mamografia e colonoscopia, e ainda não foi demonstrado que sua utilização reduz a mortalidade pela doença.

A ciência continua avançando, mas tão importante quanto conhecer uma nova tecnologia é compreender suas possibilidades e seus limites.

Porque, quando falamos de câncer, informação responsável também é uma forma de cuidado.

Luciana Eugenia Galli
Advogada | Direito Médico e da Saúde

Vivemos em um tempo em que ser visto parece ter se tornado mais importante do que ter algo a oferecer. Em que a necessid...
10/10/2026

Vivemos em um tempo em que ser visto parece ter se tornado mais importante do que ter algo a oferecer. Em que a necessidade de reconhecimento, muitas vezes, ocupa o lugar daquilo que deveria nos tornar dignos dele.

Mas existe uma diferença profunda entre conquistar a admiração de alguém e deixar uma marca em sua existência.

O reconhecimento costuma olhar para aquilo que alcançamos. A lembrança, para aquilo que fomos capazes de despertar nos outros.

E nem sempre essas duas coisas caminham juntas.

Há pessoas que acumulam títulos, posições e aplausos, mas passam pela vida sem verdadeiramente tocar ninguém. Outras, sem qualquer prestígio, permanecem vivas na memória de alguém por uma palavra dita no momento certo, por uma atitude silenciosa ou pela dignidade com que escolheram viver.

Com o tempo, a vida nos ensina que a verdadeira medida de uma pessoa não está apenas naquilo que ela construiu, mas também no que precisou preservar de si para chegar até ali.

Porque existem conquistas que custam princípios. Existem aplausos que exigem renúncias à própria essência. E existem caminhos que, embora conduzam ao reconhecimento, nos afastam de quem um dia desejamos ser.

Talvez a maturidade esteja justamente em compreender que nem toda vitória representa uma conquista e que nem toda ausência de aplausos significa fracasso.

No fim, o reconhecimento pertence ao olhar dos outros. Mas a lembrança nasce daquilo que deixamos dentro deles.

E há uma diferença imensa entre ter o nome conhecido e ter a existência sentida.

Lu Galli ❤️

Quem convive com a doença de Parkinson em estágio avançado sabe que, muitas vezes, chega um momento em que os medicament...
09/10/2026

Quem convive com a doença de Parkinson em estágio avançado sabe que, muitas vezes, chega um momento em que os medicamentos habituais já não conseguem controlar adequadamente os sintomas.

Atividades simples, como caminhar, vestir uma roupa ou se alimentar, podem se tornar cada vez mais difíceis.

É nesse contexto que o neurologista pode indicar o Vyalev (foslevodopa + foscarbidopa), um tratamento administrado por infusão subcutânea contínua, desenvolvido para pacientes com Parkinson avançado e flutuações motoras graves.

Mas imagine receber essa prescrição e, ao procurar o plano de saúde, ouvir que o medicamento não possui cobertura.

O que você deve fazer?

Primeiro, peça a negativa por escrito. É importante saber exatamente por que a operadora recusou o tratamento.

Depois, converse com o neurologista e solicite um relatório médico detalhado, explicando quais medicamentos já foram utilizados, por que não estão proporcionando o controle necessário dos sintomas e por que o Vyalev foi indicado para o seu caso.

Mas o plano pode negar porque o medicamento não está no Rol da ANS?

A ausência de um tratamento no Rol não encerra, necessariamente, a discussão.

A Lei nº 14.454/2022 prevê hipóteses de cobertura de tratamentos não incluídos nessa lista.

Em setembro de 2025, o Supremo Tribunal Federal, no julgamento da ADI 7.265, estabeleceu critérios para essas situações, incluindo a necessidade de prescrição médica, registro na Anvisa, evidências científicas qualificadas, inexistência de alternativa terapêutica adequada no Rol e observância da situação regulatória do tratamento perante a ANS.

E se o plano continuar recusando?

Com a negativa formal, o relatório médico e a documentação clínica, é possível buscar uma avaliação jurídica para verificar se os requisitos de cobertura estão presentes e se existe fundamento para uma medida judicial, inclusive urgente, quando houver risco clínico devidamente demonstrado.

Cada caso exige uma análise individualizada.

Antes de aceitar um não, procure entender se essa negativa encontra respaldo na legislação.

Informação pode fazer diferença no caminho até o tratamento.

ME SEGUE. EU TE EXPLICO.

O diagnóstico de câncer muda uma vida. Mas não retira direitos.A convite da Dra. Jaína, tive a oportunidade de participa...
08/10/2026

O diagnóstico de câncer muda uma vida. Mas não retira direitos.

A convite da Dra. Jaína, tive a oportunidade de participar de uma entrevista na Rádio Conceição 105,9 FM, em Itajaí, para conversar sobre um tema de grande relevância, especialmente neste Outubro Rosa: os direitos das pessoas diagnosticadas com câncer.

Durante nossa conversa, abordamos questões que fazem parte da realidade de muitos pacientes e de suas famílias.

Você sabia que:

🩷 O SUS tem prazos legais para a investigação e o início do tratamento? Havendo suspeita principal de câncer, os exames necessários à elucidação diagnóstica devem ser realizados em até 30 dias. Confirmada a neoplasia maligna, o primeiro tratamento deve começar em até 60 dias, ou antes, conforme a necessidade médica.

🩷 O plano de saúde não pode simplesmente negar um tratamento alegando que ele não consta do Rol da ANS? A ausência no Rol não encerra, por si só, a discussão sobre cobertura. Existem critérios legais e jurisprudenciais que precisam ser observados.

🩷 A reconstrução mamária após a mastectomia é um direito? Tanto o SUS quanto os planos de saúde possuem obrigações legais relacionadas à cirurgia reconstrutiva, observadas as indicações médicas.

🩷 A negativa ou a demora no fornecimento de medicamentos oncológicos pode ser questionada? Sim. A depender das circunstâncias clínicas e dos requisitos legais, é possível buscar medidas para assegurar o acesso ao tratamento necessário.

Mais do que falar sobre leis, nossa conversa foi sobre pessoas. Sobre o tempo de quem aguarda um exame, a angústia de quem recebe uma negativa e a importância de conhecer os caminhos para buscar assistência.

O Outubro Rosa também precisa ser um mês de informação, acolhimento e garantia de direitos.

Meu agradecimento especial à Dra. Jaína Jaína Atanasio dos Santos pelo gentil convite e à Rádio Conceição pelo espaço e pela oportunidade de levar esse conhecimento a mais pessoas.

Porque conhecer os próprios direitos pode fazer diferença justamente quando o tempo e o acesso ao tratamento são tão importantes.

Luciana Eugenia Galli
Advogada | Direito Médico e da Saúde

🎀

No início dos anos 1990, a americana Charlotte Haley, que tinha casos de câncer de mama em sua família, começou a confec...
04/10/2026

No início dos anos 1990, a americana Charlotte Haley, que tinha casos de câncer de mama em sua família, começou a confeccionar à mão pequenos laços cor de pêssego.

Não havia uma grande campanha por trás. Não havia uma marca. Havia uma mulher, uma causa e o desejo de fazer mais pessoas prestarem atenção ao câncer de mama.

Em 1992, sua iniciativa chamou a atenção de Alexandra Penney, então editora-chefe da revista SELF, e de Evelyn Lauder, da Estée Lauder. Elas procuraram Charlotte com a proposta de levar o símbolo a uma campanha de grande alcance.

Charlotte recusou. Ela considerava que sua iniciativa estava se tornando comercial demais e não quis associar o laço cor de pêssego à campanha.

E é justamente aqui que o rosa entra nessa história. Como o laço pêssego estava diretamente ligado à iniciativa de Charlotte, a campanha decidiu seguir com uma nova cor.

Naquele mesmo ano, os laços rosas passaram a ser distribuídos. Pouco a pouco, aquele pequeno símbolo atravessou fronteiras até se tornar mundialmente associado à conscientização sobre o câncer de mama.

E no Brasil?

Um dos primeiros capítulos dessa história por aqui aconteceu em 2002, quando o Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo, foi iluminado de rosa em alusão à causa.

A partir de 2008, o movimento ganhou ainda mais força no país.

O rosa deixou de estar apenas no laço e passou a ocupar também as cidades.

Mais de três décadas se passaram.

Mas a essência daquele primeiro gesto permanece atual: chamar atenção para o câncer de mama, incentivar a prevenção, ampliar a conscientização e fazer a informação chegar a mais pessoas.

Porque, quando se trata de câncer, informação pode levar à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento no tempo certo.

Você já conhecia a história por trás do laço rosa? 🎀

Compartilhe este post. Talvez essa história também seja nova para alguém que você conhece.

Em 2017, meu pai foi diagnosticado com câncer de pulmão e quarentas dias depois, ele faleceu.Naquela época, eu me vi dia...
03/10/2026

Em 2017, meu pai foi diagnosticado com câncer de pulmão e quarentas dias depois, ele faleceu.

Naquela época, eu me vi diante de uma realidade para a qual ninguém está preparado.

Eu não sabia o que fazer.
Não sabia quais caminhos poderiam existir.

Dois anos depois, em 2019, foi a minha mãe que teve o diagnóstico de câncer de intestino.

Dessa vez, eu já atuava na área. Já conhecia mais sobre o câncer, os tratamentos e os direitos de um paciente oncológico. Ainda assim, em 2020, eu também a perdi.

E existe algo que une profundamente essas duas histórias. A negação.

Meus pais tiveram muita dificuldade em aceitar que estavam doentes. E quem já viveu um diagnóstico de câncer dentro de casa sabe: a negação não pertence somente à pessoa que recebeu o diagnóstico. A família inteira atravessa a doença, o medo, procura respostas, tenta ser forte.

E, muitas vezes, desaba junto.

E por isso, anos depois, eu escolhido justamente trabalhar ao lado de pessoas que enfrentam o câncer.

Coincidência? Para mim, não. Hoje, quando uma pessoa chega até mim depois de receber um diagnóstico, eu conheço as leis e os caminhos jurídicos.

Mas também conheço o outro lado. Eu sei o que é receber uma notícia e sentir que o mundo parou.

Sei das perguntas que surgem, do medo, do resultado e do amanhã.

E é justamente por conhecer esse lugar que quero dizer algo para quem recebeu um diagnóstico de câncer: não faça da negação a sua morada.

Você pode ter medo, pode chorar, pode precisar de alguns dias para compreender o que está acontecendo. Mas depois, continue.

Procure seus médicos, faça perguntas, busque um segunda ou terceira opinião, conheça as possibilidades de tratamento, forme uma rede de apoio.

A medicina avançou. Novos medicamentos, terapias e possibilidades de tratamento surgiram e continuam surgindo.

Um diagnóstico muda muita coisa. Mas ele não deve retirar de você a possibilidade de tentar.

Hoje eu não posso mudar a história dos meus pais.

Mas eu posso usar aquilo que vivi para ajudar alguém a escrever uma história diferente.

E talvez seja exatamente por isso que eu esteja aqui.

Você não está sozinha 🩷

Endereço

Balneário Camboriú, SC
88330-293

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Luciana Eugenia Galli publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar