Denise Guimarães Advocacia

Denise Guimarães Advocacia Advogada familista especializada em divórcio e Responsabilidade civil �

27/05/2026

FILHO NÃO É POMBO-CORREIO: O impacto invisível da triangulação familiar

​Você já parou para pensar no peso que coloca nas costas do seu filho quando diz: “Avisa para o seu pai que a pensão está atrasada” ou “Diga para a sua mãe que este final de semana eu não vou te buscar”?

​Quando os pais utilizam a criança ou o adolescente como intermediários de seus conflitos, eles cometem um erro grave chamado triangulação.

​A criança não tem maturidade emocional para carregar recados de adultos, muito menos cobranças ou justificativas. Ao fazer isso, você a coloca em um conflito de lealdade terrível, onde ela sente que, ao transmitir o recado de um, está traindo o outro. O resultado? Ansiedade, estresse e uma carga emocional que simplesmente não pertence a ela.

​💡 Assuntos de adultos se resolvem entre adultos.

​O término do relacionamento conjugal não anula o vínculo parental. Vocês não são mais um casal, mas continuarão sendo pais para sempre. E a comunicação sobre pensão, horários, escola e saúde deve ser feita diretamente entre os genitores, seja por e-mail, mensagens de texto ou aplicativos de coparentalidade.

​Proteger a saúde mental do seu filho é, inclusive, um dever legal que impacta diretamente nas decisões de guarda e convivência familiar.

​📌 Gostou desse conteúdo? Se você está passando por dificuldades na comunicação com o outro genitor ou quer entender como proteger juridicamente o bem-estar do seu filho, entre em contato pelo link da bio para uma consulta especializada.

​👉 Compartilhe este vídeo com algum pai ou mãe que precisa ouvir esse alerta hoje. Vamos juntos construir um ambiente mais seguro para os nossos filhos.

21/05/2026

Você já viu essa cena acontecer? Infelizmente, após o divórcio, muitos casais transferem a responsabilidade da comunicação para os filhos. As crianças e adolescentes acabam virando mensageiros de recados que eles nunca deveriam carregar.

​Esse "hábito" afeta diretamente o psicológico dos filhos. Eles são colocados no meio de um fogo cruzado, sentindo-se divididos, culpados e sobrecarregados com problemas que são de adultos. O nome disso também é uma forma de desgaste emocional que pode configurar alienação parental.

​O diálogo entre os pais deve ser direto. Se a conversa amigável está difícil, existem caminhos legais e ferramentas para intermediar essa comunicação sem expor os filhos.

​Proteger o psicológico da criança é dever de ambos os pais — e o direito de família está aqui para garantir que o melhor interesse deles seja respeitado.

​Deixar os filhos fora dos conflitos dos adultos não é um favor, é um direito deles. ✨

15/05/2026

"O que não te contaram sobre o seu patrimônio"

Você sabia que as regras do seu casamento não precisam ser as mesmas para sempre? Muita gente acredita que, uma vez assinado o papel, o destino dos bens está selado. Mas o Direito de Família é mais flexível (e complexo) do que parece.

No vídeo de hoje, eu desmistifico 3 pontos que sempre surpreendem no consultório:

​1️⃣ Mudança de Rota: Sim, é possível alterar o regime de bens após o casamento. Se a realidade financeira da família mudou, o regime também pode mudar.

2️⃣ Liberdade de Escolha: Vocês não estão presos aos regimes "padrão". É possível criar cláusulas personalizadas que atendam exatamente à dinâmica do casal.

3️⃣ A Armadilha do Parcelamento: Comprou um imóvel antes de casar, mas continuou pagando as parcelas durante a união? Atenção: esses valores pagos na constância do casamento podem, sim, entrar na partilha.

O Direito de Família existe para proteger o que você construiu, mas a falta de informação pode custar caro.

​Qual dessas curiosidades você não fazia ideia? Me conta aqui nos comentários! 👇

10/05/2026

Ser mãe solo não deveria significar carregar o mundo inteiro sozinha. ⚖️🌹

​Neste Dia das Mães, muito se fala sobre a "força" da mulher, mas pouco se fala sobre como a justiça pode (e deve) ser uma ferramenta para aliviar a sobrecarga emocional e financeira que tantas enfrentam.

​A maternidade real exige suporte, e a lei garante que essa responsabilidade seja compartilhada. Se você sente que está no seu limite, entender estes três pontos pode mudar o seu cenário:

​Pensão é muito mais que "comida": O valor deve cobrir educação, lazer, saúde, vestuário e habitação. O padrão de vida do filho deve ser preservado.

​Convivência é dever: O período de convivência com o outro genitor não é um "favor", é um direito da criança e um dever que, se descumprido, pode gerar multas.

​Abandono gera responsabilidade: O descaso material e o abandono afetivo podem dar origem a indenizações. O afeto pode não ter preço, mas o descuidado tem consequências jurídicas.

​Conhecer seus direitos é o primeiro passo para transformar a sobrecarga em equilíbrio. Você não precisa (e nem deve) trilhar esse caminho sem orientação.

​Gostou do conteúdo? Siga o perfil para entender como proteger os direitos do seu filho e os seus.

​📌 Salve este post ou envie para uma mãe que precisa saber que ela não está sozinha nessa jornada

05/05/2026

O PET NÃO É UM OBJETO: A nova Lei da Custódia Compartilhada chegou! 🐾⚖️

Você sabia que o seu pet agora tem direitos garantidos por lei em caso de separação?

​Foi sancionada a Lei nº 15.392/2026, que coloca um fim à visão do animal como "coisa" e institui oficialmente a Custódia Compartilhada. Se o pet viveu a maior parte do tempo com o casal, ele é considerado propriedade comum e o bem-estar dele agora é a prioridade da Justiça.

​O que muda na prática para você?

​✅ Convivência Equilibrada: Ambos os tutores têm o direito de desfrutar da companhia do animal, garantindo que o laço afetivo não seja quebrado.

✅ Divisão de Gastos: Custos de saúde (veterinário, exames e remédios) devem ser divididos igualmente. Já alimentação e higiene ficam a cargo de quem estiver com o pet no momento.

✅ Proteção Rigorosa: A lei é clara! Em casos de maus-tratos ou histórico de violência doméstica, o agressor perde o direito ao convívio e à propriedade imediatamente, sem direito a indenização.

​Não se trata mais de quem "comprou" o animal, mas de quem garante a ele uma vida digna e afetuosa. A família multiespécie agora tem proteção jurídica de verdade.

​⚖️ Estar bem assessorado faz toda a diferença para proteger quem você ama (mesmo os que têm quatro patas).

​Gostou dessa novidade ou conhece alguém que precisa saber disso? Compartilhe este post e salve para não esquecer os seus direitos!

01/05/2026

Você já parou para analisar por que algumas atitudes da Tia Milena no BBB despertam tanto incômodo ou são lidas como “infantilizadas”? 🤔👇

​Muitas vezes, o que o tribunal da internet julga como imaturidade é, na verdade, o reflexo de uma infância interrompida.

Quando uma criança é forçada a pular etapas, seja por excesso de responsabilidades, conflitos familiares ou falta de proteção, o "eu" adulto pode carregar lacunas emocionais profundas.

​No Direito de Família, vemos isso diariamente:

🔸️​Alienação Parental: que rouba a leveza do convívio.

🔸️​Adultização Precoce: quando a criança vira o "apoio emocional" dos pais.

🔸️​Ausência de Afeto: que gera uma busca incessante por validação na fase adulta.

​Preservar a infância não é apenas um dever moral, é um direito fundamental. Entender o comportamento do outro exige olhar para a história que não foi escrita com cuidado lá atrás.

​Como advogada, meu papel vai além dos processos; é garantir que as futuras gerações não precisem "voltar para a infância" na vida adulta para curar feridas que poderiam ter sido evitadas com uma estrutura familiar saudável.

​E você, o que acha dessa correlação? O comportamento dela te faz refletir sobre a importância da proteção na infância? Comenta aqui embaixo. 👇

28/04/2026

Você já parou para pensar na "pegada digital" que está criando para o seu filho?

​Muitas vezes, na vontade de compartilhar momentos felizes, esquecemos que a exposição excessiva nas redes sociais pode gerar vulnerabilidades. Além da segurança física, existe o direito à privacidade da criança, que deve ser preservado pelos pais.

​Dúvida rápida: Você costuma filtrar o que posta sobre a rotina das crianças ou nunca tinha pensado nisso sob a ótica da lei? Vamos conversar nos comentários! 👇

24/04/2026

O combinado "de boca" sai caro. 💸

​Muitas pessoas acreditam que, se não há briga, não precisa de processo. Mas a verdade é que o acordo verbal não gera segurança jurídica. Sem a homologação judicial, as regras sobre pensão, guarda e partilha de bens ficam "no ar" — e qualquer desentendimento futuro pode virar um pesadelo legal.

​Se vocês estão de acordo, ótimo! O caminho é a homologação do acordo. É rápido, evita conflitos desnecessários e garante que os direitos de ambos (e dos filhos) estejam protegidos por lei.

​⚖️ Não deixe o seu futuro à mercê da sorte. Formalize o que é de direito.

​Você conhece alguém que vive um "divórcio de boca"? Marque essa pessoa aqui ou envie este vídeo para ela!

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