Vanessa Marques - Advogada Previdenciarista

Vanessa Marques - Advogada Previdenciarista Aqui falo sobre Direito Previdenciário e todos os seus direitos pelo INSS

02/06/2026

Tudo isso já foi um sonho 🙏

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Técnicos, enfermeiros e auxiliares seguram a rotina pesada de hospital, plantão, risco de contaminação, mas quando o ass...
28/05/2026

Técnicos, enfermeiros e auxiliares seguram a rotina pesada de hospital, plantão, risco de contaminação, mas quando o assunto é aposentadoria muita gente da saúde aceita a ideia de um benefício baixo, como se não tivesse direito a nada além do básico.

O que quase ninguém te explica é que o trabalho em ambiente insalubre pode ser reconhecido como tempo especial, e esse reconhecimento muda a matemática da aposentadoria.

Não é uma promessa de valor fixo nem milagre, é técnica, documento e cálculo. É aí que muita gente descobre que não está condenada a uma aposentadoria mínima, mas que precisa organizar a prova certa antes de pedir, pra não perder esse direito na hora errada.

Se você trabalha na área da saúde e nunca teve seu tempo analisado desse jeito, salva esse post e comenta SAÚDE, assim eu sei que esse conteúdo faz sentido pra você e trago mais orientações específicas para quem vive de jaleco e plantão.

Vanessa Marques - Advogada Especialista em Benefícios do INSS

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19/05/2026

Cada um com seu dom 😅

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Ter o afastamento por doença negado dói em dois lugares ao mesmo tempo, no corpo e no bolso. Você sabe que não está bem ...
12/05/2026

Ter o afastamento por doença negado dói em dois lugares ao mesmo tempo, no corpo e no bolso. Você sabe que não está bem pra trabalhar, mas o INSS coloca no papel que você está “apto” e, de repente, parece que toda a sua realidade foi desconsiderada.

Na prática, o que vejo todos os dias é que boa parte dessas negativas tem um ponto em comum: ou faltou documento certo, ou o laudo médico não descreveu a incapacidade do jeito que o INSS exige, ou havia problema de contribuição, carência, vínculo, e nada disso foi explicado pra você.

Por isso, antes de pensar em desistir ou em fazer “qualquer recurso”, o passo que faz diferença é entender onde o pedido caiu, ler o resultado da perícia, confrontar com os laudos dos seus médicos, conferir CNIS, ver se a qualidade de segurado estava mantida e se o tipo de benefício pedido era mesmo o adequado pro seu caso.

É assim que eu trabalho quando pego um indeferimento de benefício por incapacidade.

Se a sua situação é parecida e você está completamente perdido depois da negativa, salva esse post pra ler com calma e comenta RECORRER aqui embaixo, assim eu entendo que esse assunto faz parte da sua vida e aprofundo mais esse tema nos próximos conteúdos.

Vanessa Marques - Advogada Especialista em Benefícios do INSS

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Se formos comparar, praticamente todos esses países têm:– algum tipo de idade mínima– exigência de anos mínimos de contr...
05/05/2026

Se formos comparar, praticamente todos esses países têm:
– algum tipo de idade mínima
– exigência de anos mínimos de contribuição ou trabalho
– combinação de pilar público + pilar privado (mais forte em EUA, Reino Unido, Dinamarca, Suécia).

No Brasil, Argentina e Cuba têm forte peso do pilar público, com desafios de financiamento e poder de compra. Na Dinamarca e Suécia aparecem sempre como modelos mais estáveis, mas com carga tributária alta e muita disciplina contributiva. Nos EUA e Reino Unido têm sistemas públicos mais enxutos, que “esperam” que o cidadão complemente via planos privados. Quem não consegue, sofre mais. Já Portugal oferece uma rede pública relativamente robusta, próxima do modelo europeu continental, com idade de aposentadoria atrelada à expectativa de vida.

Pra você, qual desses modelos parece mais justo?

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A mãe que saiu do trabalho pra cuidar dos filhos quase sempre carrega a mesma pergunta engasgada: “será que joguei minha...
28/04/2026

A mãe que saiu do trabalho pra cuidar dos filhos quase sempre carrega a mesma pergunta engasgada: “será que joguei minha aposentadoria fora?”.

O medo é claro: chegar na idade, bater na porta do INSS e ouvir que falta tempo de contribuição. E dá pra entender, porque ninguém sentou com você pra explicar o impacto dessa pausa e quais caminhos a lei ainda permite.

No meu dia a dia, quando atendo mães assim e por isso, o primeiro caminho é o diagnóstico. A gente analisa tudo, o que dá pra regularizar, que tipo de contribuição faz sentido hoje e qual regra de aposentadoria pode te encaixar com segurança. Dessa forma, você vai pagar certo, no tempo certo, com um objetivo definido.

Se essa é a sua realidade e você não quer mais viver com essa dúvida nas costas, busque o auxílio de uma advogada previdenciarista, somente ela poderá te mostrar o caminho que irá te ajudar a voltar a ter seu direito à aposentadoria.

Vanessa Marques - Advogada Especialista em Benefícios do INSS

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21/04/2026

35 anos é aquela fase em que o trabalho está intenso, as contas chegam todo mês e a aposentadoria parece um assunto distante… E é justamente aí que muita gente toma decisões que parecem inofensivas, mas vão enfraquecendo, silenciosamente, o valor do benefício lá na frente:

1️⃣ Contribuir “do jeito que der”, sem nenhuma estratégia. Muda de emprego, vira MEI, presta serviço como autônomo, passa períodos sem contribuir, tudo sem pensar no impacto disso no tempo de contribuição e no cálculo da média.

2️⃣ Nunca olhar o CNIS, não conferir se todos os vínculos estão lá, se o salário tá certo, se aquele período registrado realmente apareceu no sistema… Esse descuido vira prejuízo quando o INSS analisa.

3️⃣ Achar que planejamento previdenciário é coisa pra “perto de aposentar”, então vai empurrando, sem ajustar contribuições, sem avaliar regras de transição, sem construir um caminho mais seguro.

Aos 35, ainda dá pra corrigir muita coisa, organizar o histórico, entender as opções e fazer escolhas mais conscientes. Se você quer chegar na aposentadoria com menos surpresa e mais segurança, siga .marques para entender melhor sobre isso.

E lembre-se: buscar orientação jurídica pode ajudar a transformar o “depois eu vejo” em um plano de verdade.

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Advogada previdenciária, mãe e esposa. Há 6 anos, resolvo problemas complexos do INSS com uma abordagem que mistura conh...
14/04/2026

Advogada previdenciária, mãe e esposa. Há 6 anos, resolvo problemas complexos do INSS com uma abordagem que mistura conhecimento técnico e empatia. Não trabalho só com processos, trabalho com pessoas!

Se você quer saber como planejar um futuro financeiro seguro, reconhecer seu direito previdenciário ou entender mais sobre o assunto, fique à vontade para explorar o perfil. ❤️

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Muita gente escuta isso e simplesmente aceita, vive anos com um valor baixo de aposentadoria, sendo que poderia estar re...
07/04/2026

Muita gente escuta isso e simplesmente aceita, vive anos com um valor baixo de aposentadoria, sendo que poderia estar recebendo mais.

Na prática, o que eu mais vejo no dia a dia são pessoas que nunca olharam com calma a carta de concessão, nunca conferiram o CNIS, nunca compararam o que foi considerado pelo INSS com o que realmente trabalharam e contribuíram. Casos em que vínculos não entraram no cálculo, salários apareceram errados, períodos especiais não foram analisados… Tudo isso pode refletir no valor final, e é aí que muita gente acaba recebendo menos do que teria direito sem nem saber!

Isso não quer dizer que toda aposentadoria pode ser aumentada, nem que revisar é sempre a melhor saída, mas em algumas situações específicas a lei permite discutir o valor, corrigir falhas e pedir uma revisão dentro dos prazos e regras previstos. Cada caso tem que ser analisado de forma individual, com base em documentos e na legislação.

Se você já é aposentado(a) e ficou com aquela dúvida se o valor que recebe hoje realmente condiz com a sua história de trabalho e contribuição, procure uma advogada previdenciária especialista para avaliar se o seu caso comporta ou não algum tipo de revisão.

Siga .marques para saber mais sobre seus direitos previdenciários.

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Muita gente acha que “anos trabalhados” são suficientes pra se aposentar, mas o INSS só considera o tempo de contribuiçã...
31/03/2026

Muita gente acha que “anos trabalhados” são suficientes pra se aposentar, mas o INSS só considera o tempo de contribuição, não o tempo de serviço.

Desde a reforma, homens precisam de pelo menos 35 anos de contribuição e mulheres 30 anos, além de idade mínima. Se você trabalhou por décadas, mas nem todo esse tempo foi registrado ou pago ao INSS, pode faltar tempo de contribuição pra se aposentar.

Fique atento ao seu CNIS e, se estiver perto de pedir a aposentadoria, confira se os anos trabalhados realmente viraram anos de contribuição válidos.

Siga .marques para entender melhor sobre seus direitos previdenciários.

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