João Mbòko

João Mbòko JUSFILÓSOFO, ADVOGADO, PROFESSOR E INVESTIGADOR INDEPENDENTE Concluiu o Iº Ciclo no ano de 2000. ADVOGADO:
2. PROFESSOR; E
3. INVESTIGADOR INDEPENDENTE.

JOÃO MANUEL DOS SANTOS, tpc MWANANGOLA, filho de Manuel Santos Boco e de Maria Manuel Augusto, nascido aos 12 de Junho de 1987, no município do Cazenga (Hoji-Ya-Henda), Província de Luanda. Iniciou os estudos primários na escola Njungo-Luzeu, no município de Cacuaco (circunscrição actualmente pertencente ao Distrito Urbano do Ngola-Kiluange/Luanda), no período entre 1994-1997. Em 2005, começou o e

nsino Pré-universitário, em Ciências Exactas, na Escola Missionária Menonita, sito no Distrito 11 de Novembro, município do Cazenga, tendo posteriormente cancelado por razões pessoais. Em 2008 retomou, no Colégio Sapula, o ensino Pré-Universitário, já na área das Ciências Económicas e Jurídicas, tendo concluído em 2010. Em 2013 ingressou à Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto, onde concluiu a licenciatura em Direito na Área Jurídico-política. Actualmente, frequenta a licenciatura em Filosofia, na Faculdade de Humanidades (extinta Faculdade de Letras) da Universidade Agostinho Neto.
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Frequentou ainda vários cursos técnicos profissionais, tais como:
1 - Curso de MECÂNICA DIESEL (Industrial) (2010), no Centro de Formação Profissional do Cazenga - INEFOP;
2 - Curso INFORMÁTICA, na óptica de utilizador (2011), no Centro Integrado do Emprego e Formação Profissional do Sambizanga - INEFOP;
3 - Formação Empresarial no Módulo "COMO INICIAR A SUA PRÓPRIA EMPRESA (2017), no Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas - INAPEM;
4 - Curso de GESTÃO BÁSICA DE PEQUENOS NEGÓCIOS (2017), na Incubadora de Empresas - IEMP;
5 - Mini-Curso sobre ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS PARA O TRABALHO DE CAMPO EM PESQUISA DE CAMPO (2018), pela Associação Angolana de Ciência Política - AACP;
6 - Curso de METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO DE RELATÓRIOS DE DIREITOS HUMANOS PARA A SOCIEDADE CIVIL (2020), no Centro de Direitos Humanos e Cidadania da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Angola - CDHC;
Participou ainda em Workshops, Debates, Seminários e Treinamentos presenciais e em online, sobre vários temas, a citar:
1 - "NACIONAL DEBATE OVER THE FORTHCOMING LOCAL ELETIONS IN ANGOLA" (2018), pela AACP, em parceria com a Konrad Adenauer Stiftung;
2 - Workshop "DESENVOLVENDO COMPETÊNCIAS DE LIDERANÇA E VOLORES DEMOCRÁTICOS PARA A JUVENTUDE ANGOLANA" (2020), pela Friends of Angola;
3 - USO ÉTICO DA INFORMAÇÃO EM CONTEXTO ACADÊMICO (2020), pelo Instituto Politécnico do Castelo Branco.
É Activista pelos Direitos Humanos, desde 2008. Neste âmbito, vem realizando e participando em vários debates com temas ligados à Cidadania e Direitos Humanos. Igualmente tem participado na organização de manifestações populares contra a má-governação e violação dos Direitos Humanos em Angola, destacando a manifestação de 11 de Novembro de 2020 onde foi morto o Activista Inocêncio de Matos. Ainda neste âmbito, participou na fundação de organizações cívicas, tais como o Projecto AGIR e a Brigada Cidadã do Ngola Kilwanje cujos objectivos são estimular a participação político-comunitária dos jovens. Fundou igualmente a Associação Justiça para Todos (AJUSTO), com objectivo de promover o acesso ao direito e à justiça de todos os cidadão com escasso recursos financeiros. Facilita formações na área de Cidadania, Direitos Humanos, Autarquias Locais e Direito Associativo.
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ACTIVIDADES PROFISSIONAIS ACTUAIS EM TEMPO INTEGRAL:

1. Contactos:
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E-mail: [email protected]. Tel.: 924 818 555 / 915 612 425.

05/01/2025

“Como pode um homem aceitar ser arrancado do sono às 6:30 da manhã por um alarme ensurdecedor, saltar da cama como se estivesse em fuga, engolir sem prazer um café apressado, cumprir a rotina de necessidades fisiológicas e de higiene, só para depois enfrentar o caos do trânsito em busca de um lugar onde, dia após dia, ele troca seu tempo e energia para gerar riqueza para outro — e ainda ser obrigado a agradecer por essa ‘oportunidade’?
Essa é a prisão invisível da vida moderna: a ilusão de que devemos estar gratos por uma engrenagem que nos consome, enquanto nos roubam o que temos de mais precioso — nossa liberdade e nosso tempo.”
— Charles Bukowski---

@ Sobre literatura?

10/11/2024

"O CIDADÃO TEM DE TER MEDO DO POLÍCIA" ~ Balí Chionga, In Revista Zimbo, 10/11/2024.

BOTSWANA, UM EXEMPLO DE DEMOCRACIA A SEGUIR.Por:João dos Santos "Mwanangola", Filósofo, Jurista [Advogado], Professor e ...
02/11/2024

BOTSWANA, UM EXEMPLO DE DEMOCRACIA A SEGUIR.

Por:
João dos Santos "Mwanangola", Filósofo, Jurista [Advogado], Professor e Investigador Independentemente.

Num momento em que ainda se aguarda o 'COMO' do desfecho do processo eleitoral em Moçambique, o qual vem sendo considerado fraudulento, Botswana faz história com o desfecho inédito e exemplar do seu mais recente processo eleitoral, realizado no fim da segunda quinzena de Outubro.

Duma Boko, Advogado, formado na Faculdade de Direito da Universidade Harvard, criou uma coligação pré-eleitoral, a Umbrella Democratic Change (UDC), no período de 2012, a qual veio unificar a oposição até então descrita como fraca e fragmentada, venceu as eleições, derrotando seu adversário, o actual presidente do país, Mokgweetsi Sisi, com uma maioria esmagadora, pondo, desta feita, fim ao longínquo reinado do Partido Democratico de Botswana (BDP [na sigla inglesa]) que está no poder desde a independência do país, ou seja, há 57 anos.

Não obstante o longo tempo que o BDP encontra-se no poder, os governos por ele formados durante todo esse período foram todos legítimos, porquanto emanaram de processos eleitorais transparentes e justos, segundo observadores nacionais e estrangeiros.

Botswana é descrita como a democracia mais antiga e uma das melhores de África. Em 2022, o país ficou na 32* posição no ranking de democracia da revista The Economics, o qual analisou 165 estados independentes e dois territórios, colocando o país na frente da Itália, Bélgica e Brasil, este último está na 51* posição.

A Constituição de Botswana consagra um sistema de governo parlamentarista e desde a sua independência já teve cinco presidentes, sendo Boko o sexto.

John Makgala, professor na Universidade de Botswana, numa entrevista concedida a BBC, diz que o sucesso desse sistema deve-se, em grande parte, ao primeiro governo após a independência dirigido pelo presidente Seretse Khama. Esse governo repristinou o sistema de governo tradicional de Botswana, que tinha elementos democráticos bastantes significativos, por meio dos quais as decisões eram tomadas por consenso, onde, mesmo os chefes tribais muito fortes, não podiam impor a sua vontade ao povo.

O país é rico em minério, cerca de 35% do seu Produto Interno Bruto (PIB) é representado pelo sector da mineração. Só para ter uma ideia mais cabal da sua potencialidade mineira, os maiores diamantes do mundo são produzidos em Botswana.

Porém, diferentemente da maior parte dos governos africanos, os governantes do país usam as receitas arrecadadas dos diamantes (maior riqueza do país) para manter a dívida pública baixa, criar fundos e investir em saúde, educação e infraestruturas.

RENAMO JUNTA-SE AO PODEMOS E SAI ÀS RUAS EM DEFESA DA VERDADE ELEITORAL.Por:João dos Santos "Mwanangola", Filósofo, Juri...
01/11/2024

RENAMO JUNTA-SE AO PODEMOS E SAI ÀS RUAS EM DEFESA DA VERDADE ELEITORAL.

Por:

João dos Santos "Mwanangola", Filósofo, Jurista [Advogado], Professor e Investigador Independentemente.

Depois do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) decidir juntar-se à vaga de protestos iniciada pelo Partido Optimista Moçambicano (PODEMOS), na pessoa de seu líder Venâncio Mondlane, contra os resultados alegadamente fraudulentos das últimas eleições gerais em Moçambique, agora é a vez da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO) juntar-se também à causa.

De relembrar que a RENAMO, até às últimas eleições de 09 de Outubro de 2024, foi o maior partido da oposição em Moçambique, estando atrás, em números de assentos no parlamento, da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO).

De salientar ainda que a RENAMO constituíra um braço armado que combateu, durante muito tempo, o regime da FRELIMO, o que lhe confere ampla experiência de luta fora das instituições.

O partido foi fundado por Ken Flower, antigo chefe dos Serviços Rodesianos (CIO - Central Intelligence Organization), mas o seu primeiro líder foi André Matsangaíssa, que terá sido substituído, por ocasião da sua morte em combate, pelo Afonso Dhlakama. Hoje, o partido é liderado por Ossufu Momade.

Uma nota curiosa é que tanto o MDM como o actual líder do PODEMOS, Venâncio Mondlane, são frutos de dissidências na RENAMO. Todavia, em nome de Moçambique e dos Moçambicanos - como interesses supremos acima de qualquer formação política - todos decidiram juntar-se, deixando de lado os interesses subjectivos.

Quê isso talvez possa servir de exemplo para todos os líderes da oposição em Angola!

31/10/2024

VOCÊ CONHECE O SISTEMA, CONTESTA O SEU "MODUS OPERANDI" E AINDA PERDES TEMPO A DISCUTIR UM ASSUNTO QUE O SUSTENTA.

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