26/07/2022
Hoje, o número de casos nos quais o ativismo LGBT aparece intimidando, ameaçando e querendo punir pastores e padres pela pregação das verdades bíblicas sobre o comportamento homossexual e outros, é escandaloso.
Em agosto do ano passado, por exemplo, só para citar um dos mais famosos, o pastor Jorge Linhares precisou prestar esclarecimentos ao Ministério Público de Minas Gerais, após ser acusado de propagar “discurso de ódio”. Simplesmente porque ele disse que “homem é homem, mulher é mulher, menino é menino, menina é menina”.
Na última semana, vimos que a cantora Bruna Karla passou a ser acusada de “homofobia” e “preconceito”, apenas porque afirmou o que a Bíblia ensina sobre a prática homossexual, se recusando a cantar em uma união homoafetiva. Aqui está um trecho do que a cantora afirmou: “O dia que eu aceitar cantar em um casamento [de um homem] com outro homem, eu posso parar de cantar sobre a Bíblia e sobre Jesus.”
Tachar o posicionamento de Bruna Karla como “preconceito”, portanto, é nada mais do que uma forma de enviar mais um recado aos pastores e padres que pregam, nos púlpitos, as verdades bíblicas sobre família e vida sexual.
Se nós, como cristãos fiéis à “sã doutrina dos apóstolos” (Tito 2:1), não nos levantarmos agora contra essa militância agressiva que visa impor goela abaixo da sociedade a sua visão de mundo, veremos amanhã pastores sendo arrancados dos púlpitos para ir responder criminalmente nas delegacias.
Contudo, como cristãos, temos pleno direito de pregar e defender a posição bíblica sobre vida sexual, que aos olhos do Deus judaico-cristão está restrita apenas ao relacionamento entre homem e mulher. Essa é a nossa fé, e dela não abriremos mão.