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Vasco Cordeiro Açoriano| Socialista

24/03/2026
19/03/2026

Apresentação do Voto de Pesar pelo falecimento de Manuela Medeiros, o qual foi aprovado por unanimidade pelo plenário da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores

05/02/2026
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, decidiu agraciar-me com a Ordem do Mérito da Ucrânia pelo trabalho desenvo...
15/10/2025

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, decidiu agraciar-me com a Ordem do Mérito da Ucrânia pelo trabalho desenvolvido na presidência do Comité Europeu das Regiões, nomeadamente, promovendo a cooperação entre regiões e cidades europeias e congéneres ucranianas, o apoio para a recuperação das consequências económicas e sociais da guerra que grassa nesse país e o papel que as suas autoridades locais e regionais têm na reconstrução e recuperação no pós-guerra.
É, para mim, uma honra tão grande quanto inesperada receber essa condecoração. Ela sinaliza o trabalho de muita gente no Comité Europeu das Regiões, a começar por aqueles e aquelas que constituíram o meu gabinete, enquanto fui presidente dessa instituição europeia. Quero, por isso, partilhar, também com eles, esta distinção.
Mas que esse ato seja, sobretudo, o relembrar que essa é uma guerra que ainda acontece na Europa e que a paz, duradoura e sustentável, ainda é um objetivo a alcançar!
A condecoração foi-me entregue pelo Ministro Adjunto do Desenvolvimento das Cidadades e Territórios da Ucrânia, Oleksii Riabykin.
Slava Ukraini!!!

Entrevista à Rádio Renascença, conduzida pelo jornalista Pedro Mesquita, a propósito da proposta de orçamento da União E...
22/09/2025

Entrevista à Rádio Renascença, conduzida pelo jornalista Pedro Mesquita, a propósito da proposta de orçamento da União Europeia para o período 2028-2034.
A foto é da autoria do Rui Soares.

05/08/2025

A Borges da Ponte, Linhares Dias & Associados, foi constituída a 5 de agosto de 2005, pelo que comemora hoje o seu 20.º aniversário.
O projeto então fundado pelos sócios Vitor Borges da Ponte e Paulo Linhares Dias, contava ainda com dois associados no seu escritório sede em Ponta Delgada.
Fruto das exigências do mercado e do crescimento e afirmação da sociedade, na passagem do seu 20ª aniversário a BPLD conta já com 6 sócios e 8 associados, num total de 16 advogados (incluindo advogados estagiários) e escritório em Angra do Heroísmo e mais recentemente nos Estados Unidos da América, na cidade de New Bedford.
Conta ainda com presença no mercado lusófono por via da parceria na rede da Sérvulo Latitudes.
Mantendo-se fiel aos princípios que presidiram à sua constituição - do respeito pelo cliente e pelos valores que norteiam o exercício da advocacia - a BPLD prossegue na senda da inovação para fazer face às novas exigências e tendências do mercado.

Uma conversa, pela mão da jornalista Joana Almeida, sobre a proposta de Quadro Financeiro Plurianual 2028-2034, publicad...
05/08/2025

Uma conversa, pela mão da jornalista Joana Almeida, sobre a proposta de Quadro Financeiro Plurianual 2028-2034, publicada no Jornal de Negócios.

Há, exatamente, 7 anos, a 9 de junho de 2018, proferi, nos jardins do Palácio de Sant’Ana,  o discurso cujo texto reprod...
09/06/2025

Há, exatamente, 7 anos, a 9 de junho de 2018, proferi, nos jardins do Palácio de Sant’Ana, o discurso cujo texto reproduzo abaixo, no âmbito das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, as quais, nesse ano, tiveram lugar na Região Autónoma dos Açores.
A escrita do discurso, o contexto das relações políticas e institucionais na altura, bem como a(s) razão(ões) para que ele tenha saído assim, têm o seu quê de curiosidades. Talvez um dia, quem sabe, elas sejam públicas…
Mas a razão pela qual, hoje, eu tomo a liberdade (ou cometo a ousadia…) de o partilhar aqui, tem menos a ver com essas curiosidades e mais com a circunstância do Dia dos Açores ser, em 2025, a véspera do Dia de Portugal.
E o discurso ser, afinal, tão ou mais uma exaltação dos Açores e dos Açorianos quanto foi, e é, uma celebração de Portugal.

“Em nome do Povo Açoriano, sejam todos bem-vindos ao Palácio de Sant’Ana, sede da Presidência do Governo da Região Autónoma dos Açores, para celebrarmos Portugal.

Há quase 600 anos que aqui estamos e, desde o início, a evidência foi que, aqui, Portugal é diferente.

Nuns casos, por nós, noutros, por outros, aqui, Portugal é diferente.

Não esquecemos de onde viemos, nem ignoramos onde estamos.

Mas, sobretudo, sabemos quem somos.

A História e a Geografia deram-nos forma, mas é o “intenso orgulho na palavra Açor”, nas palavras de Sophia de Mello Breyner, que dá o sopro de vida a esta identidade que empunhamos.

E esse orgulho não é vão, nem é vazio.

É, desde logo, o orgulho que pode ter, é o orgulho que tem, quem aqui resiste.

A tempestades e a terramotos;

A vulcões e a piratas;

De quem já resistiu à fome, às pragas, à solidão e, em alguns casos, ao esquecimento;

Resiste e persiste, reconstruindo, reerguendo, refazendo.

Esse é o orgulho de quem tem uma aguda consciência de si próprio.

E essa aguda consciência de nós próprios, – talvez por estarmos sós na vastidão do Atlântico ou, talvez, simplesmente, por em tantas voltas da vida, termos estado simplesmente sós -, é, no fundo, quase como que a chama eterna, o fogo sagrado que anima o Povo Açoriano.

E neste “intenso orgulho na palavra Açor” está também o orgulho do que demos e do que damos pelo nosso País.

Demos Presidentes da República, cientistas e militares;

Demos embaixadores, ministros e escritores;

Demos pensadores, políticos e poetas;

Demos Homens e Mulheres desconhecidos que, nas Américas e não só, pelo seu suor e pelas suas lágrimas, afirmaram e afirmam Portugal aí;

Demos guarida ao último reduto da nacionalidade e fomos ponto de impulso para as batalhas pela modernidade;

Demos homens e demos jovens que, por Portugal, deixaram a sua vida num qualquer campo de batalha, e que, mesmo quando aí não deixaram a vida, em muitos casos, deixaram partes de si próprios, do corpo ou do espírito.

E tudo isto fizemos sem nunca impormos condições nem moedas de troca.

Tudo isto fizemos “com um intenso orgulho na palavra Açor”.

E, se tudo isso demos no passado, hoje continuamos a dar.

Os Açores são terra de mar.

Damos dimensão estratégica e damos importância pela terra que temos e pelo mar que trazemos.

Nesta nova fronteira, que já suscita a cobiça de muitos, Portugal é o que é, porque os Açores são o que são.

Damos empenho e damos território na construção de pontes e parcerias para a paz, para a ciência e para o conhecimento.

Damos testemunho de uma Autonomia que foi, é e quer mais ser por causa dos desafios que já venceu, mas, sobretudo, por causa dos desafios que quer vencer.

Damos presença em áreas de vanguarda da exploração e do conhecimento espacial, reforçando a importância e a mais valia de Portugal.

E é por tudo isto, e por tanto mais, que não podem restar dúvidas que, aqui, Portugal é diferente.

E não queremos que deixe de ser Portugal, mas também não queremos que deixe de ser diferente.

Porque esta nossa diferença não nos diminui em nada.

Porque, no fundo, é esta nossa diferença, do que somos como Povo e como Região, que faz Portugal mais forte!

E é por tudo isto que hoje digo, que hoje podemos dizer,

Vivam os Açores!

Viva Portugal!”

26/05/2025

30 Anos do Curso Jurídico 1990-1995.
Receção do Senhor Diretor, Prof. Doutor Jónatas Machado, no passado sábado, dia 24 de maio.

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