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Prisão em flagrante não significa permanência automática na prisão.Na audiência de custódia, o juiz deve analisar a lega...
29/09/2026

Prisão em flagrante não significa permanência automática na prisão.

Na audiência de custódia, o juiz deve analisar a legalidade do flagrante e decidir entre o relaxamento da prisão, a liberdade provisória ou, quando presentes os requisitos legais, a conversão em prisão preventiva.

A atuação da defesa desde as primeiras horas é fundamental para identificar ilegalidades, reunir documentos e apresentar alternativas concretas à prisão.

Um familiar foi preso? Busque orientação jurídica imediatamente.

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Conteúdo jurídico meramente informativo. Cada caso exige análise individualizada e não há promessa de resultado.

DireitoPenal

A polícia pode entrar em uma residência para cumprir um mandado de busca e apreensão. Isso, porém, não significa que a d...
28/09/2026

A polícia pode entrar em uma residência para cumprir um mandado de busca e apreensão. Isso, porém, não significa que a diligência possa ser realizada sem limites.

É necessário verificar o endereço, a finalidade da ordem judicial, o horário do cumprimento e quais objetos podem ser procurados e apreendidos.

Durante a diligência, não ofereça resistência física. Solicite a identificação dos agentes, acompanhe a busca quando possível e peça uma cópia do mandado e do auto de apreensão.

Eventuais excessos, danos, apreensões sem relação com a investigação ou acessos indevidos a celulares devem ser analisados pela defesa.

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Atuação em Direito Penal e Processo Penal.

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TRIBUNAL DO JÚRI NÃO ADMITE IMPROVISO.Antes de ocupar a tribuna, o advogado precisa conhecer profundamente os autos, com...
26/09/2026

TRIBUNAL DO JÚRI NÃO ADMITE IMPROVISO.

Antes de ocupar a tribuna, o advogado precisa conhecer profundamente os autos, compreender cada prova, identificar contradições e construir uma narrativa clara e responsável.

No plenário, não basta falar bem. É preciso saber o que perguntar, quais provas apresentar e como traduzir questões complexas para os jurados.

A plenitude de defesa exige estudo, estratégia, presença e responsabilidade.

Cada caso representa uma vida, uma família e uma decisão que pode produzir consequências definitivas.

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Atuação em processos de homicídio e Tribunal do Júri.
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DireitoPenal PlenitudeDeDefesa

25/09/2026

O escritório participou Balanço Geral para apresentar a posição da defesa de uma cliente que responde a processo relacionado a uma chacina que deixou quatro pessoas mortas, além de uma tentativa de homicídio.

O caso é grave, mas a gravidade da acusação não substitui a prova.

A defesa sustenta que não existe prova ligando a cliente aos executores, nem demonstrando que ela tenha cedido o veículo sabendo que seria utilizado na prática dos crimes.

Nosso trabalho é garantir uma defesa técnica e impedir uma condenação antecipada.

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A PRISÃO TEMPORÁRIA ACABOU. A PESSOA DEVE SER SOLTA?A prisão temporária é utilizada durante uma investigação e possui pr...
21/09/2026

A PRISÃO TEMPORÁRIA ACABOU. A PESSOA DEVE SER SOLTA?

A prisão temporária é utilizada durante uma investigação e possui prazo determinado. Ela não representa condenação e não pode durar por tempo indefinido.

Em regra, o prazo é de 5 dias, podendo ser prorrogado por mais 5 dias quando existir necessidade extrema e devidamente comprovada.

Nos crimes hediondos e equiparados, o prazo pode ser de 30 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 30 dias, também mediante decisão fundamentada.

Mas atenção: a prorrogação não acontece automaticamente.

Para manter a prisão, é necessária uma nova decisão judicial. Da mesma forma, o encerramento da prisão temporária não provoca sua transformação automática em prisão preventiva.

A prisão preventiva depende de requisitos próprios, provocação válida e decisão judicial individualizada.

Se o prazo indicado no mandado terminou e não houve prorrogação válida nem decretação da prisão preventiva, a pessoa deve ser colocada em liberdade, independentemente de uma nova ordem judicial.

Por isso, é importante conferir:

• a data em que a prisão foi cumprida;
• o prazo indicado no mandado;
• a existência de decisão de prorrogação;
• os fundamentos apresentados pelo juiz;
• eventual decretação da prisão preventiva.

Cada situação precisa ser analisada a partir do mandado, das decisões judiciais e dos documentos da investigação.

Salve este conteúdo e compartilhe com quem precisa compreender como funciona a prisão temporária.

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Atuação em Direito Penal, prisão cautelar, habeas corpus e processo penal.

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DENÚNCIA ANÔNIMA AUTORIZA A POLÍCIA A ENTRAR EM UMA RESIDÊNCIA?Sozinha, não.A denúncia anônima pode dar início a uma ver...
20/09/2026

DENÚNCIA ANÔNIMA AUTORIZA A POLÍCIA A ENTRAR EM UMA RESIDÊNCIA?

Sozinha, não.

A denúncia anônima pode dar início a uma verificação policial, mas não autoriza automaticamente a entrada em uma casa sem mandado judicial.

A Constituição protege a residência. A entrada sem mandado somente é admitida em situações excepcionais, como:

• consentimento livre e válido do morador;
• flagrante delito;
• situação de desastre;
• necessidade de prestar socorro.

Quando a polícia afirma que havia um crime acontecendo dentro do imóvel, devem existir razões concretas que justifiquem essa conclusão antes da entrada.

Também é importante observar que encontrar dr**as, armas ou outros objetos depois da busca não explica, por si só, por que os policiais decidiram entrar.

Se houve autorização do morador, é necessário verificar se o consentimento foi realmente livre, sem ameaças ou constrangimentos, e como essa autorização foi registrada.

Uma entrada ilegal pode comprometer as provas obtidas, mas essa consequência depende da análise cuidadosa do caso, dos documentos e da forma como a diligência aconteceu.

Por isso, o primeiro passo é reconstruir toda a abordagem: o que motivou a atuação policial, quais informações existiam antes da entrada e como os fatos foram documentados.

Salve este conteúdo e compartilhe com quem precisa conhecer essa garantia constitucional.

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Atuação em Direito Penal, processo penal, tráfico de dr**as, prisão em flagrante e habeas corpus.

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RECEBEU UMA INTIMAÇÃO PARA COMPARECER À DELEGACIA?O primeiro passo é manter a calma e entender por que você foi chamado....
19/09/2026

RECEBEU UMA INTIMAÇÃO PARA COMPARECER À DELEGACIA?

O primeiro passo é manter a calma e entender por que você foi chamado.

Na delegacia, uma pessoa pode ser ouvida como vítima, testemunha ou investigada. Essa diferença é importante porque cada situação envolve direitos e deveres específicos.

Não ignore a intimação e evite prestar declarações sem compreender sua condição no procedimento.

Se você for investigado, possui direito ao silêncio e não é obrigado a produzir prova contra si. O silêncio não significa confissão.

Mesmo sendo testemunha, é importante ter cuidado: ela deve falar a verdade, mas também não pode ser obrigada a apresentar informações que possam incriminá-la.

Antes do depoimento, a orientação jurídica permite conhecer o procedimento, analisar a intimação e compreender quais cuidados devem ser adotados. O advogado também pode acompanhar o ato dentro dos limites previstos em lei.

Cada situação precisa ser analisada individualmente.

Salve esta publicação e compartilhe com quem precisa conhecer essa informação.

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QUEM DEFINE A PENA NO TRIBUNAL DO JÚRI?Essa é uma dúvida comum: são os jurados ou o juiz que escolhem quantos anos de pe...
16/09/2026

QUEM DEFINE A PENA NO TRIBUNAL DO JÚRI?

Essa é uma dúvida comum: são os jurados ou o juiz que escolhem quantos anos de pena serão aplicados?

No Tribunal do Júri, cada um possui uma função diferente.

Os jurados respondem aos quesitos e decidem pontos importantes, como:

• se o crime aconteceu;
• se o acusado participou;
• se deve ser absolvido;
• quais teses e circunstâncias serão reconhecidas.

Mas os jurados não escolhem livremente o número de anos da pena.

Se houver condenação, cabe ao juiz-presidente elaborar a sentença e calcular a pena, respeitando as respostas dadas pelos jurados e os critérios previstos em lei.

Por isso, a defesa no Tribunal do Júri vai muito além do discurso em plenário. É necessário estudar profundamente as provas, preparar as teses, organizar os debates e conferir cuidadosamente a redação e a ordem dos quesitos.

Cada pergunta apresentada aos jurados pode influenciar diretamente o resultado do julgamento e a sentença.

Salve este conteúdo e compartilhe com quem precisa compreender melhor como funciona o Tribunal do Júri.

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ALGUÉM DISSE QUE OUVIU DE OUTRA PESSOA. ISSO É PROVA SUFICIENTE?No processo criminal, existe uma diferença importante en...
15/09/2026

ALGUÉM DISSE QUE OUVIU DE OUTRA PESSOA. ISSO É PROVA SUFICIENTE?

No processo criminal, existe uma diferença importante entre quem presenciou o fato e quem apenas repete uma informação recebida de terceiros.

Esse segundo caso é chamado de testemunho indireto ou testemunho de “ouvir dizer”.

No Tribunal do Júri, a decisão de levar uma pessoa a julgamento exige prova da existência do crime e indícios suficientes de autoria ou participação.

Por isso, segundo o entendimento do STJ, relatos indiretos não podem ser o único fundamento da pronúncia quando não estão confirmados por outros elementos produzidos sob contraditório.

Isso não significa que todo testemunho indireto será ignorado. É necessário verificar:

• quem forneceu a informação original;
• se existem outras provas de confirmação;
• se os relatos são coerentes;
• e como essas informações foram produzidas no processo.

Cada caso exige uma análise completa e individualizada das provas.

Você conhecia essa diferença? Salve e compartilhe esta informação.

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UMA CONDENAÇÃO DEFINITIVA AINDA PODE SER REVISTA?Em determinadas situações, sim.A revisão criminal é uma ação destinada ...
14/09/2026

UMA CONDENAÇÃO DEFINITIVA AINDA PODE SER REVISTA?

Em determinadas situações, sim.

A revisão criminal é uma ação destinada a analisar possíveis erros em uma condenação que já se tornou definitiva. Pode ser cabível, por exemplo, quando:

• a condenação contraria a lei ou as provas do processo;
• foi baseada em prova comprovadamente falsa;
• surge uma nova prova de inocência;
• aparece um elemento que pode justificar a redução da pena.

Mas atenção: a revisão criminal não é uma nova apelação. Não basta discordar da condenação ou repetir argumentos já rejeitados.

É necessário estudar o processo completo, as provas, as decisões, os recursos apresentados e a fundamentação da pena.

Salve este conteúdo e compartilhe com quem precisa conhecer esse direito.

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