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Muita gente adia o inventário achando que está evitando conflito.Na prática, pode estar criando um problema maior.O temp...
12/02/2026

Muita gente adia o inventário achando que está evitando conflito.

Na prática, pode estar criando um problema maior.
O tempo não f**a neutro.

Ele favorece quem age e enfraquece quem deixa para depois.

Não é sobre desconfiar da família.

É sobre entender que o Direito considera comportamento, prazo e iniciativa.

Quando ninguém abre o inventário e ninguém questiona formalmente a posse exclusiva de um herdeiro por muitos anos, o risco deixa de ser conversa e passa a ser possibilidade concreta.

E depois que o tempo passa, não existe argumento emocional que resolva.
Abrir inventário não é antecipar briga.

É organizar direitos e proteger a sua parte.

Se você faz parte de uma herança e esse assunto está parado há anos, talvez seja hora de pelo menos entender sua posição jurídica.

👉 Quer saber como funciona na prática e quando o risco realmente existe?

☎️ Continue acompanhando os conteúdos ou entre em contato para analisar o seu caso com calma.

Informação no tempo certo evita perda depois.

Quando um herdeiro mora sozinho no imóvel do inventário, a regra é simples:ele pode ter que pagar aluguel, sim.O imóvel ...
10/02/2026

Quando um herdeiro mora sozinho no imóvel do inventário, a regra é simples:
ele pode ter que pagar aluguel, sim.

O imóvel pertence a todos os herdeiros.
Quando apenas um utiliza, os demais deixam de usufruir.

Nesses casos, é comum que se estabeleça um aluguel proporcional, para equilibrar a situação entre todos.

Não é punição.
É compensação.

E isso não depende de briga.
Depende de análise do uso do bem e da situação concreta da família.

Essa é uma daquelas informações que muita gente só descobre depois do conflito instalado.

Quem mora no imóvel costuma achar que está tudo certo “até o inventário acabar”.
Quem não mora, sente que está arcando com um prejuízo silencioso.

Nenhuma dessas sensações resolve o problema.

O inventário não serve apenas para dividir bens no final.
Ele também organiza o uso justo enquanto o processo está em andamento.

Nem sempre haverá cobrança.
Nem sempre será imediata.
Tudo depende do contexto, do tempo de ocupação e da conduta das partes.

👉 Informação clara evita ressentimento desnecessário entre herdeiros.
Se esse tipo de conteúdo te ajuda a entender o processo com mais maturidade, continue por aqui.

Quando alguém ouve a palavra “posse”, costuma vir junto um medo silencioso:“Isso vai dar problema.”Nem sempre.Mas também...
09/02/2026

Quando alguém ouve a palavra “posse”, costuma vir junto um medo silencioso:
“Isso vai dar problema.”

Nem sempre.
Mas também não é algo pra decidir no impulso.

O erro mais comum é tratar todos os imóveis possessórios como se fossem iguais.
Não são.

Alguns têm história documentada.
Outros só têm memória oral.
Alguns permitem avançar com segurança.
Outros pedem um passo atrás antes de seguir.

Aqui vai um ponto importante que quase ninguém fala:
escolher o caminho errado pode atrasar mais do que esperar e analisar direito.

Não é sobre fazer mais rápido.
É sobre não fazer duas vezes.

Se você está lidando com imóvel sem escritura e sente que cada pessoa te dá uma resposta diferente, talvez o problema não seja falta de solução, mas excesso de simplif**ação.

👉 Eu compartilho conteúdos justamente pra ajudar você a entender o cenário antes de decidir.
Se isso te ajuda, continue por aqui. Informação clara também é uma forma de proteção.

Uma dúvida que aparece quase sempre no inventário é esta:o imposto é calculado sobre o valor venal da prefeitura ou sobr...
07/02/2026

Uma dúvida que aparece quase sempre no inventário é esta:
o imposto é calculado sobre o valor venal da prefeitura ou sobre o valor de mercado do imóvel?

A resposta não é intuitiva, mas é importante.

Via de regra, o imposto usa como base o valor venal adotado pelo Estado, que não é, necessariamente, o mesmo valor de mercado e nem sempre coincide com o valor do IPTU.

O problema é que muita gente calcula imposto como se estivesse vendendo o imóvel, outros usam o valor do IPTU achando que é automático.

Nenhuma dessas comparações, sozinha, resolve a dúvida.

Cada Estado tem critérios próprios, e o que parece simples no começo pode gerar cobrança indevida ou atraso se não for analisado com calma.

Por isso, comparar preço de venda com imposto costuma gerar confusão.

O que realmente importa é entender qual valor o Estado reconhece como base naquele momento e se esse valor está coerente com a realidade do imóvel.

Se tiverem vários imóveis em estados diferentes, deverá pagar proporcionalmente para cada estado e se tiver imóveis internacionais é tema pra outro post.

Inventário não é só papel.
É também leitura cuidadosa de números.

Muita gente chega ao inventário acreditando que o problema começa ali.Na maioria das vezes, ele só aparece ali.Imóvel co...
06/02/2026

Muita gente chega ao inventário acreditando que o problema começa ali.
Na maioria das vezes, ele só aparece ali.

Imóvel comprado.
Contrato assinado.
Anos de uso tranquilo.

Até que alguém olha a matrícula e percebe que o imóvel nunca foi, de fato, colocado no nome de quem comprou.

A reação comum é pensar:
“Isso não é tão grave.”
“Depois a gente resolve.”
“Deve ter um jeito rápido.”

Nem sempre.

Quando existem bloqueios ligados a dívidas de quem ainda aparece como dono, o inventário não resolve tudo sozinho. E fingir que isso não existe costuma piorar o cenário.

Aqui vale ser honesto:
não é um problema simples
não existe fórmula pronta
e nem todo caso se resolve do mesmo jeito

O que costuma ajudar é parar, entender a situação real do imóvel e decidir o próximo passo com critério. Às vezes, isso signif**a resolver partes fora do inventário antes de seguir.

Não é sobre correr.
É sobre não errar por pressa.

Se você está lidando com algo parecido e quer entender melhor quais caminhos existem, eu explico isso com calma, sem termos complicados e sem prometer o que não dá pra cumprir.

👉 Para saber mais, acompanhe os próximos conteúdos ou me chame para conversar.

Esse espaço é para quem prefere clareza à ilusão.

A recente discussão sobre a herança do tio de Suzane von Richthofen, levanta uma questão importante: Você sabia que a au...
15/01/2026

A recente discussão sobre a herança do tio de Suzane von Richthofen, levanta uma questão importante:
Você sabia que a ausência de testamento pode gerar disputas familiares e resultados inesperados?

Segundo a legislação brasileira, a indignidade sucessória se aplica apenas à herança da pessoa contra quem o ato foi praticado.

Isso signif**a que a exclusão não se estende automaticamente a outros familiares.

Um testamento poderia ter evitado essa situação.

💼 Com o planejamento sucessório adequado, você pode:
✅ Garantir que seus bens sejam destinados conforme sua vontade
✅ Evitar conflitos familiares após seu falecimento
✅ Proteger aqueles que você realmente deseja beneficiar
✅ Ter segurança jurídica sobre o destino do seu patrimônio.

Como advogada especializada em Direito Sucessório e Imobiliário, posso ajudá-lo a elaborar um testamento que respeite seus desejos e proteja sua família.

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WhatsApp: (47) 99753-2006

06/01/2026

Usucapião não é um pedido genérico.
É um procedimento técnico que começa na escolha correta da modalidade.

Quando isso é feito sem critério, o prejuízo vem depois.

Organizar o patrimônio exige estratégia jurídica e responsabilidade.

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📌 AVISO DE RECESSOInformamos que estaremos em recesso no período de 20/12 a 04/01/2026, com retorno das atividades em 05...
17/12/2025

📌 AVISO DE RECESSO

Informamos que estaremos em recesso no período de 20/12 a 04/01/2026, com retorno das atividades em 05 de janeiro de 2026.

➡️ Novas demandas judiciais serão recebidas após o recesso.
➡️ Os procedimentos extrajudiciais não são suspensos e seguem conforme prazos legais e trâmites cartorários.

📂 Se sua demanda é extrajudicial, este é o momento ideal para avançar.
Regularização, Inventário, análises e orientações estratégicas continuam em andamento.

Agradecemos a compreensão e aproveitamos para desejar um Natal de paz e um Ano Novo de realizações, com novos projetos, segurança e prosperidade.

Equipe Kéty Maciel Advocacia.

WhatsApp Plantão (47)99753-2006

A viúva/viúvo pode continuar morando na casa onde o casal vivia.Esse direito vale por toda a vida, mesmo que o imóvel en...
19/11/2025

A viúva/viúvo pode continuar morando na casa onde o casal vivia.
Esse direito vale por toda a vida, mesmo que o imóvel entre na herança e tenha outros herdeiros.

Mas atenção:
• Pode morar.
• Não vira dono sozinho.
• Não pode alugar para terceiros.

É só o direito de continuar usando a casa.

Salve para consultar depois.
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