11/08/2022
Hoje é o dia da figura importante e essencial à justiça, que é a nobre figura do advogado.
Vivemos tempos sombrios em que estamos nos permitindo enfraquecer e, talvez a minha fala do dia de hoje, não seja bem recebida, mas, aí está a maior virtude de um advogado que é discordar utilizando os preceitos éticos e de urbanidade.
A palavra ética na advocacia não tem a ver com a figura esdrúxula, absurda e lisonjeadora.
Ser advogado é lutar pelos direitos alheios, e, às vezes, ou melhor, por muitas vezes , defender o direito da pessoa individual contra todo o maquinário acusador que vem se fortalecendo e que por muitas vezes busca uma acusação a todo custo.
Sou sabedor que muitos são culpados, mas, nesse jogo cruel, há também a figura dos inocentes.
Interessante me faz lembrar que nesses 18 anos de advocacia, eu só vejo a figura do advogado falar do erro do judiciário, eu nunca ouvi outro operador do direito tratar do assunto.
Onde o judiciário, em especial o Supremo Tribunal Federal, de forma clara e absurda, em vez de se dar o respeito, levanta - se a bandeira da política, gerando assim, uma instabilidade não só jurídica, nem executiva, mas clara e evidente do elemento confiança.
Não vim a este mundo para agradar, as vezes passo a sofrer ações em virtude da minha força de fazer uma advocacia independente de postular direitos e não de bajular.
Talvez essa bandeira que carrego, é para alertar que a nova geração de advogados tem que entender o seu valor. Não adianta no dia de hoje colocar frases e não respeitar as prerrogativas que nós advogados possuímos.
Não tenho medo da carga das minhas falas, porque quem me proteje, é como diz aquele velho ditado: “nunca dorme”.
Não me considero melhor do que ninguém, não é isso, apenas gostaria de ver uma advocacia mais forte e respeitada neste amado e querido Brasil.
Pra encerrar, não sou nem nunca serei gerador de discórdia, apenas sou um amante da advocacia.
• Pedro Cordeiro