02/08/2021
História das Urnas Eletrônicas no Brasil
Em 1996, pela primeira vez o TSE usou a urna eletrônica. Foram 57 cidades com o equipamento pra 200 mil eleitores, e desde já pra votar em branco tinha tecla, mas pro nulo precisava colocar números que não eram de nenhum candidato. Esse modelo de 96 era fabricado pela OMNITECH e tinha uma impressora acoplada que imprimia o voto, depois depositado em uma urna de plástico. Isso foi abolido em 98, voltou em 2002 e foi substituído em 2004 por um registro digital.
Em 2000, com novas eleições municipais, todo eleitor brasileiro passa a usar esse novo sistema, que ainda ganha suporte a fones de ouvido pra deficientes auditivos.
Em 2002, a urna larga o VirtuOS e passa a usar Windows CE como sistema operacional.
Em 2009 é que entrou uma modificação do Linux feita diretamente por uma equipe do TSE.
Em 2008, começa outra nova tecnologia, a da biometria, que logo passa a ser obrigatória.
Já em 2010 a novidade é o voto em trânsito pra quem não está na sua zona eleitoral.
A evolução mais recente é de 2018, com um aplicativo pra smartphones que substitui o título do eleitor.
A urna atual foi remodelada em 2017 pra ser mais moderna, funcional e modular, mas o visual novo tá sendo implementado aos poucos. Ela tem uma estrutura simples, com uma bateria de 12 horas de duração pro caso de falta de luz, além de duas memórias.