25/05/2026
Jacqueline Valles foi ouvida por O Globo na reportagem sobre o caso Master, publicada neste sábado.
O ponto que ela levantou é cirúrgico: patrocinar um filme é lícito e receber dinheiro de uma empresa privada também é. O crime não está no contrato, mas sim no que está no que ele esconde.
Se ficar provado que o recurso não era patrocínio de verdade, mas custeou, por exemplo, produção de fake news, aí se configura um fim ilícito. Essa é a prova que a investigação precisa construir.
No caso Master, o desafio é exatamente esse: mostrar que contratos aparentemente regulares serviram de cobertura para vantagens indevidas.
A matéria completa está na edição impressa de sábado, leia no link:
https://drive.google.com/file/d/1LvT0y33KPPT6eVNUdv0ZFwhafx9jt_Ke/view?usp=sharing