Camila Bueno Advocacia e Consultoria

Camila Bueno Advocacia e Consultoria ✨Mais do que causas, pessoas.✨
🧑‍🧑‍🧒‍🧒 Direito de Família, Órfãos e Sucessões.
📚 Associada ao IBDFAM

20/05/2026

Muitas pessoas permanecem em relações que já não conseguem sustentar por medo de perder seus direitos.

Mas sair de casa, por si só, não significa abandono do lar — e não faz alguém perder automaticamente o direito à partilha de bens. Cada situação precisa ser analisada com atenção, contexto e orientação jurídica.

⚖️ Decisões importantes não devem ser tomadas com base em medo ou desinformação.

👉 Você já ouviu essa frase ou conhece alguém que ainda acredita nisso? Compartilhe este vídeo com essa pessoa.

Existe um medo muito comum em situações de separação:“Se eu sair de casa, vou perder tudo?”A resposta, na maioria dos ca...
19/05/2026

Existe um medo muito comum em situações de separação:

“Se eu sair de casa, vou perder tudo?”
A resposta, na maioria dos casos, é não.

A ideia de “abandono do lar” ainda circula, mas o Direito de Família evoluiu.

Hoje, sair do imóvel não significa abrir mão de direitos, nem impede a partilha de bens.

O que existe são situações específicas, previstas em lei, que exigem o cumprimento de vários requisitos — como no caso da usucapião familiar. E mesmo nesses casos, tudo depende de análise concreta.
Além disso, é importante dizer:

sair de casa para preservar sua integridade física, emocional ou a dos filhos não pode ser interpretado como perda de direitos.

Cada caso precisa ser avaliado individualmente e cada decisão precisa ser pensada com estratégia — e não baseada em medo ou desinformação.

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Alguns direitos financeiros passam despercebidos no divórcio — e podem fazer diferença na partilha.Dois exemplos comuns ...
15/05/2026

Alguns direitos financeiros passam despercebidos no divórcio — e podem fazer diferença na partilha.

Dois exemplos comuns são:

✔️ FGTS

Os valores depositados durante o relacionamento podem ser considerados patrimônio comum, ainda que estejam vinculados a uma conta individual.

✔️ Previdência privada

Dependendo do tipo de plano e da forma de contribuição, também pode integrar a partilha.

Mas atenção:

👉 O que importa não é só o nome da conta
👉 É o regime de bens, a origem dos valores e o momento em que foram constituídos
Em muitos casos, esses valores não são discutidos — e acabam ficando fora da divisão.

Por isso, uma análise completa do patrimônio vai muito além do que está “visível”.

Salve esse conteúdo!

Muita gente acha que, no divórcio, só entram imóveis, carros ou dinheiro em conta.Mas verbas trabalhistas também podem s...
13/05/2026

Muita gente acha que, no divórcio, só entram imóveis, carros ou dinheiro em conta.

Mas verbas trabalhistas também podem ser partilhadas.

Na prática, o que importa é:

👉 quando e como esse direito foi adquirido
Em regra, no regime da comunhão parcial, entram na partilha:

✔️ valores trabalhistas construídos durante o relacionamento.

✔️ verbas que têm natureza remuneratória (como salários atrasados, bônus, comissões)
Cada verba precisa ser analisada com cuidado.

E, muitas vezes, valores relevantes deixam de ser partilhados por falta de orientação.

12/05/2026

Se você está exausta, tem um motivo.
Não é só o conflito.
É ter que resolver tudo sozinha.
É adaptar, ceder, organizar… sem que nada esteja realmente definido.
E, enquanto você tenta evitar desgaste,
o que não foi estruturado continua pesando.
Evitar o conflito não resolve.
Só mantém você no improviso.
E o improviso cobra — no tempo, no emocional e na sua rotina.
Mas existe um ponto que muda tudo:
Nem toda solução começa no Judiciário.
E, muitas vezes, nem deveria.
Antes de um processo longo e desgastante,
é possível organizar, formalizar e definir responsabilidades
de forma mais clara, mais rápida e mais consciente.
Porque quem já está sobrecarregada
não precisa de mais espera.
Precisa de direção.

10/05/2026

Uma homenagem a todas as formas de maternar. 🌷

Nem sempre a maternidade nasce da biologia.

Muitas vezes, ela se constrói no cuidado diário, na presença, na proteção, no afeto e na escolha de permanecer.

No Direito de Família, aprendemos que os vínculos mais importantes da vida nem sempre cabem em modelos tradicionais. E é justamente por isso que tantas famílias precisaram lutar — e ainda lutam — pelo reconhecimento de relações construídas pelo amor, pela convivência e pela responsabilidade.

Neste Dia das Mães, celebramos mulheres que acolhem, sustentam, orientam, protegem e transformam vidas de diferentes maneiras.

Mães biológicas.
Adotivas.
Socioafetivas.
Mães solo.
Mães atípicas.
Mães em famílias homoafetivas.
E todas aquelas que fazem do afeto um lugar seguro para alguém existir.

Porque ser mãe também é ser abrigo. 🤍

A maternidade não é só biológica.Em muitos casos, quem cuida, educa e constrói o vínculotambém pode ser reconhecida como...
08/05/2026

A maternidade não é só biológica.

Em muitos casos, quem cuida, educa e constrói o vínculo
também pode ser reconhecida como mãe, juridicamente.

A maternidade socioafetiva pode ser formalizada diretamente em cartório,
desde que atendidos alguns requisitos.

Em determinadas hipóteses, também se admite a multiparentalidade, com a inclusão de mais de um vínculo materno no registro civil.

Esse é o seu caso ou de algum conhecido?

Me conta nos comentários e compartilhe essa informação!

07/05/2026

Muita gente não sabe, mas o direito à pensão pode começar antes mesmo do nascimento do bebê.
Os chamados alimentos gravídicos estão previstos na Lei nº 11.804/2008 e têm como objetivo garantir condições dignas durante a gestação.
Eles podem ser fixados quando há indícios de paternidade, mesmo sem exame de DNA naquele momento.
Na prática, podem abranger despesas como:
✔️ alimentação
✔️ exames médicos
✔️ medicamentos
✔️ acompanhamento pré-natal
Após o nascimento, esses alimentos podem ser convertidos em pensão alimentícia para o bebê.
Ou seja:

a responsabilidade não começa só quando a criança nasce.
Garantir esse direito é também proteger a saúde da gestante — e o desenvolvimento da criança desde o início.

A maternidade atravessa fases — e o Direito de Família acompanha cada uma delas.✔️ Durante a gestação, com os alimentos ...
06/05/2026

A maternidade atravessa fases — e o Direito de Família acompanha cada uma delas.

✔️ Durante a gestação, com os alimentos gravídicos
✔️ Após o nascimento, com os alimentos para os filhos
✔️ E, em alguns casos, após o fim da relação, quando a dedicação ao lar pode gerar desequilíbrios que precisam ser analisados, com alimentos compensatórios.

Nem todo direito é automático.

Mas muitos deixam de ser buscados por falta de informação.

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Muitas vezes, os direitos já existem mas não são acessados por falta de conhecimento.E isso muda tudo.Porque, quando a p...
24/04/2026

Muitas vezes, os direitos já existem mas não são acessados por falta de conhecimento.
E isso muda tudo.
Porque, quando a pessoa não sabe que pode:

– usar seu nome
– acessar serviços
– buscar proteção

ela acaba vivendo sem conseguir, de fato, ser quem é.
No estado do Rio de Janeiro, por exemplo, existem centros de cidadania LGBTQIAPN+ e serviços de saúde específicos, como o Ambulatório Transviver, em Araruama, entre outros que promovem atendimento adequado a essa população.

Se você não souber por onde começar, a Defensoria Pública pode orientar gratuitamente.
Informação não resolve tudo.

Mas ela abre caminho.

🌿 Em Família

Traduzindo o Direito a partir da vida real.

23/04/2026

Se a realidade muda,
o Direito também precisa se mover.

O terceiro encontro olha para as diversas formas de família
que já existem na vida real —
mas que nem sempre foram reconhecidas como tal.

Vínculos de cuidado, afeto e responsabilidade
também constroem famílias
compostas por seus mais variados tipos de integrantes.
E, aos poucos, o Direito tem ampliado esse olhar.

Essa conversa é sobre reconhecimento da diversidade familiar e os benefícios que isso traz para seus componentes.
Não só jurídicos —
mas também sociais.

🌿 Em Família

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