23/09/2026
Setembro Amarelo mudou. Agora é conformidade regulatória.
Em 2025, o Brasil registrou 546 mil afastamentos por transtornos mentais, segundo o Ministério da Previdência Social, um aumento de 15% em relação a 2024. Não são abstrações. São custos reais: produtividade, reposição de pessoal, cultura interna.
Mas, desde 26 de maio de 2026, a NR-1 exige que empresas identifiquem e gerenciem riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). Com isso, saúde mental deixou de ser uma questão de endomarketing e virou gestão de riscos.
O que as empresas precisam fazer:
✓ Identificar fatores psicossociais (sobrecarga, falta de autonomia, assédio)
✓ Avaliar impactos na saúde dos colaboradores
✓ Gerenciar como qualquer outro risco ocupacional
✓ Documentar para demonstrar conformidade
A NR-1 exige continuidade, ações pontuais só funcionam com estrutura contínua. Uma palestra em setembro não compensa doze meses de sobrecarga.
Empresas sérias usam Setembro Amarelo como ponto de partida para diagnóstico real de riscos psicossociais, planos de intervenção contínuos. lideranças melhor preparadas, canais de escuta com ação, documentação conforme PGR.
Os benefícios são a redução de afastamentos, melhor reputação e retenção de talentos e conformidade legal.
Portanto, saúde mental deixou de ser ação pontual e passou a ser gestão de riscos. De responsabilidade social para obrigação legal. De setembro para processo anual. As empresas preparadas não esperam setembro, monitoram, intervêm cedo e criam estruturas para evitar que a questão chegue ao limite.